Sexta, dia 21 de Outubro:
-Abel Santos @ Tasco do Kaneco, Setúbal
-Gino @ ADN, Setúbal
-XL Garcia @ VIP, Palmela
-Aniversário da Pulsar @ Clube Lua, Lisboa (Zentex, Yari, Pitt Pull, Plagia, Pan Sorbe)
Sábado, dia 22 de Outubro:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Baco
-Dance TV Party @ SpyClub, Setúbal (parte de baixo com Fox & Mastiksoul com MC Jonhy Deff, parte de cima com Safara & Sukik )
p.s. e quarta, dia 26, mais uma Noite Electro @ ADN.
quinta-feira, outubro 20, 2005
terça-feira, outubro 18, 2005
Todas as quartas-feiras, Noite Electro @ ADN
A partir de dia 19 de Outubro (amanhã), todas as quartas-feiras, Noite Electro no ADN, em Setúbal. O DJ residente dessas noites serei eu, Eduardo Martins. Vou andar pelas diversas variantes do Electro e também por fenómenos a ele ligados, como o Punk-Funk ou o Post-Punk.
Quem gostar destas ondas, já sabe onde poderá ir ouvi-las, a partir das 22:00 horas.
E mais uma vez, obrigado ao Zé e ao Cláudio por esta oportunidade.
Quem gostar destas ondas, já sabe onde poderá ir ouvi-las, a partir das 22:00 horas.
E mais uma vez, obrigado ao Zé e ao Cláudio por esta oportunidade.
segunda-feira, outubro 17, 2005
Crónicas Nocturnas # 43
Na sexta fui mais o Zye ao La Bohémme, onde fomos ouvir mais uma vez o Abel, que, como habitual, foi sempre bastante eclético nas suas escolhas musicais. Enontrei também por lá a São, o Zé e o João Paulo, que vão abrir um bar, onde era o antigo Marr, que se vai chamar O Outro Lado. Foram-me mostrar como estão a decorrer as obras lá no bar, e só posso dizer que gostei bastante do que vi, e que vai ser um bar, em termos de decoração e "design", bastante diferente do que existe aqui por Setúbal e arredores...uma onda a fazer lembrar o Bairro Alto. De volta ao Bohémme, ainda encontrei por lá o Simões. A seguir fui para casa, sentia-me cansado em sem grande vontade de ir a outro sítio...Espero que a noite do Viegas lá no ADN tenha corrido bem...
No sábado eu mais o Zye começámos a noite no Baco, fomos, por assim dizer, "picar o ponto". Estava lá a Joana a passar som, e, como sempre, um som bastante agradável.
De seguida fomos para a VIP, onde iríamos passar som, em conjunto com o Fred e o Mário João. Na parte do bar o ambiente já estava bastante composto, mas na discoteca a noite ainda estava a começar. Iniciámos o nosso set por volta da uma, tendo começado eu a passar som, depois o Mário João, de seguida o Zye e depois o Fred, e assim por diante. Não tivemos a casa cheia cheia, mas esteve bastante composto, com a malta sempre a curtir. Para muitos, esta foi a 1ª vez que vieram á VIP, e os comentários que ouvi foram bastante positivos. E, de facto, é um espaço bonito, que de certa forma me faz lembrar a discoteca do Lux em ponto pequeno, com "nuances", é claro, e tem boas condições para que se hajam lá festas (na próxima sexta, dia 21 de Outubro, irá lá passar som o XL Garcia), e no Halloween, que será dia 31 de Outubro, estaremos novamente lá os quatro a passar som. Espero que se continue a apostar em eventos desta natureza por lá, acho que é um espaço com muitas potencialidades...Um muito obrigado a quem apareceu e se esteve a divertir connosco, e prometemos no Halloween tentar fazer melhor ainda :) .
p.s. E esta quarta ir-se-ão iniciar as noites Electro no ADN, em que serei o residente, e agradeço desde já ao Zé e ao Cláudio por me darem esta oportunidade, e espero não os desiludir...as sessões terão sempre início ás 22:00, e vou andar sempre por entre as diversas variantes do Electro (Electro "puro", Electro-Pop, Electro-House, Electro-Disco, etc) e até de fenómenos circundantes e de certa forma ligados ao Electro como o Punk-Funk e algum Post-Punk.
No sábado eu mais o Zye começámos a noite no Baco, fomos, por assim dizer, "picar o ponto". Estava lá a Joana a passar som, e, como sempre, um som bastante agradável.
De seguida fomos para a VIP, onde iríamos passar som, em conjunto com o Fred e o Mário João. Na parte do bar o ambiente já estava bastante composto, mas na discoteca a noite ainda estava a começar. Iniciámos o nosso set por volta da uma, tendo começado eu a passar som, depois o Mário João, de seguida o Zye e depois o Fred, e assim por diante. Não tivemos a casa cheia cheia, mas esteve bastante composto, com a malta sempre a curtir. Para muitos, esta foi a 1ª vez que vieram á VIP, e os comentários que ouvi foram bastante positivos. E, de facto, é um espaço bonito, que de certa forma me faz lembrar a discoteca do Lux em ponto pequeno, com "nuances", é claro, e tem boas condições para que se hajam lá festas (na próxima sexta, dia 21 de Outubro, irá lá passar som o XL Garcia), e no Halloween, que será dia 31 de Outubro, estaremos novamente lá os quatro a passar som. Espero que se continue a apostar em eventos desta natureza por lá, acho que é um espaço com muitas potencialidades...Um muito obrigado a quem apareceu e se esteve a divertir connosco, e prometemos no Halloween tentar fazer melhor ainda :) .
p.s. E esta quarta ir-se-ão iniciar as noites Electro no ADN, em que serei o residente, e agradeço desde já ao Zé e ao Cláudio por me darem esta oportunidade, e espero não os desiludir...as sessões terão sempre início ás 22:00, e vou andar sempre por entre as diversas variantes do Electro (Electro "puro", Electro-Pop, Electro-House, Electro-Disco, etc) e até de fenómenos circundantes e de certa forma ligados ao Electro como o Punk-Funk e algum Post-Punk.
quinta-feira, outubro 13, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Sexta, dia 14 de Outubro:
-Pedro Viegas (Hot-Hat/Journeys) @ ADN
-Strawberry Forece Fields Forever @ Lux
Sábado, dia 15 de Outubro:
-Fusion Goes Clubbing @ Discoteca VIP, Palmela (Revolwers, Zye & Fred_K)
p.s. A partir de quarta-feira, dia 19 de Outubro, Noite Electro @ ADN, com Eduardo Martins (estas noites ocorrerão todas as quartas, a partir de dia 19).
-Pedro Viegas (Hot-Hat/Journeys) @ ADN
-Strawberry Forece Fields Forever @ Lux
Sábado, dia 15 de Outubro:
-Fusion Goes Clubbing @ Discoteca VIP, Palmela (Revolwers, Zye & Fred_K)
p.s. A partir de quarta-feira, dia 19 de Outubro, Noite Electro @ ADN, com Eduardo Martins (estas noites ocorrerão todas as quartas, a partir de dia 19).
quarta-feira, outubro 12, 2005
domingo, outubro 09, 2005
Crónicas Nocturnas # 42
Na terça fui, conjuntamente com o Zye, ao aniversário do Lux. Apesar de termos chegado ao Lux pouco antes da meia-noite, já começava a haver filas para o parque de estacionamento, e já se via muita gente nas imediações. Da última vez que tinha ido á Flur investir em música, tinham-me dito que se ia construir uma estrutura pré-fabricada que no dia do aniversário iria juntar as lojas/restaurantes (Flur, Sneakers Delight, Bica do Sapato, etc) ao Lux, e as entradas seriam pelas lojas/restaurantes...Assim foi, e entrámos pela porta 2 (gostava mais de ter entrado pela 5, a Flur, mas prontos...eheheh). Deparámos logo, ao entra, com 3 pessoas dentro duma daquelas arcas onde se vê o peixe á venda, e estavam tal e qual como vieram ao mundo...Fomos para a farte de fora, que estava transformada numa gigantesca "cocktail party"...ainda demos uma vista de olhos pelas outras lojas, mas a que chamava mais a atenção era a Sneakers Delight, transformada num daqueles cabeleireiros dos anos 60, com pessoal vestido a condizer. E como ali estava uma coluna a debitar som e um bar ao pé (e era bar aberto...), ficámos naquela zona...O som, como sempre, muito bom...enquanto estivemos lá fora ouvimos coisas como a remistura de Martin Landsky ao Surrender dos Detroit Grand Pubahs, o Let The Sunshine In de Tigerskin, I Can`t Help It de Michael Jackson ou Music Sounds Better With You de Stardust...eclético. Nessa altura estivemos também com o Mário João, com a Ana, Zé António Moura da Flur e com a Isilda SAnches da Oxigênio...toda a gente bastante bem impressionada com a decoração, música e ambiente. Também se via por lá alguma da
"turma do croquete" estilo Lili Caneças...
Um bom bocado depois (e já com uns quantos vodka-redbull no bucho...), decidimos ir para o Lux propriamente dito, que também já rebentava pelas costuras...tanto a parte do terraço, como o bar, como a discoteca estavam á pinha, e ir ás casas de banho era uma autêntica aventura, até mais do que ir ao bar buscar bebidas...era insuportável (infelizmente tive de ir 5 vezes á casa de banho...), e até já havia raparigas nas filas das casa de banho dos homens...E também tive direito a que uma moçita me vomitasse em cima dos ténis (bem, foi mais de raspão que outra coisa..).
A música em qualquer dos espaços estava muito boa, embora tenhamos passado mais tempo na parte da discoteca, mas ouvimos praticamente todos os residentes do Lux a passar música, inclusivé o DJ Vibe, que passou música bastante boa, e não enveredou por aquelas sonoridades hoje em dia tão associadas a ele...Ouviram-se coisas de diversos estilos, embora tendo em conta aquilo que eu ouvi, as linguagens mais ligadas ao Electro e derivados tenham predominado. Ouviram-se temas de Joakim, Booka Shade, Armand Van Helden (o saudoso You Don`t Know Me), Chemical Brothers, Missy Elliot, Divine, Soulwax, Who Made Who, LCD Soundsystem, etc...Entretanto encontrámos por lá o Del Costa, o Papabolos, o DJ Time e o Safara...tudo a festejar forte e feio este sétimo aniversário do Lux.
Uma noite ao rubro, excelente selecção musical, excelente ambiente, só faltou haver mais casas de banho...eheheheh. E saímos de lá por volta das 8 e tal da manhã, por manifesto cansaço...Que para o ano possamos lá voltar outra vez...
Na sexta estive a distribuir os cartazes para o evento em que eu, o Zye, o Mário João e o Fred vamos participar na discoteca VIP, em Palmela. Primeiro fui ao Café Com Estória, onde tocava um Jazz agradável. De seguida fui ao MXL, onde tocava um downtempo agradável, onde tive a falar um bocado com o Rui Pedro, e onde encontrei também o Cid. A seguir fui ao La Bohémme, onde estava o Abel a passar as sonoridades ecléticas que lhe são muito peculiares. Tive por lá a falar um bocado com ele, e , de seguida, fui ao Tasco do Kaneco, onde o Pedro Lontro passava umasc sonoridades mais ligadas ao Rock...David Bowie, Beach Boys, The Clash, Rolling Stones, etc...De seguida fui ao Baco, onde estava um moço a passar um pop/rock alternativo agradável...até estava a gostar, até ele ter decidido (vá-se lá perceber) passar o odioso Karla With A K dos The Hooters...é um tema que eu odeio profundamente, de modo a que me despedi depressa e bazei logo dali para fora, tal asco o tema em questão me causa...nunca esperei ouvir uma coisa daquelas no Baco...De seguida fui ao Bombar, onde estava a passar Jamiroquai. Antes de ir ao ADN, decidi ir dar uma volta pelo "lado proibido" da Avenida, e o panorama musical era bastante desolador...só tribaladas ranhosas, kuduros, kizombas, reggaetons e hip-hops/r n bs manhosos...ou seja, a oeste, nada de novo...
Fui ao ADN, e estava o concerto dos Indy prestes a começar, mas antes ainda fui falar com o Zé Pescador para tratar de um assunto importante...O Zé e o Cláudio estão interessados em que, todas as quartas, a partir de dia 19 de Outubro, haja uma noite mais dedicada ao Electro e derivados, e, serei eu o DJ residente dessa noite...esperemos que corra bem...
Entretanto também encontrei por lá o Simões...Entretanto os Indy começam a tocar, e comentámos logo um com o outro que os rapazes gostavam de certeza de bandas como Led Zeppellin, Smashing Pumpkins (até fizeram uma "cover" a um tema deles...), Alice In Chains, Nirvana, etc...Mas não foi por isso que deixei de gostar do concerto...eles tocam bem, o vocalista tem uma boa voz, e foi sempre bastante animado. Para finalizar a noite, o Zé Pescador passou som, e desta vez portou-se muito bem, foi bastante eclético, não caiu na armadilha da "playlist", tendo acabado a noite em chave de ouro...Black Hole Sun dos Soundgarden.
No sábado, fui mais o Zye passar música ao Baco, e devo de dizer que a noite nos correu bastante bem, e que o pessoal pareceu estar sempre a curtir o som. Obrigado por mais uma boa noite no Baco. Mais uma vez tivémos o "strobe" do Bordeira a bombar...eheheh. Fomos variados...passámos pelo Downtempo, pelo Disco, pelo Punk-Funk, pelo Funky-House Electrónico, pelo Electro e derivados, etc...E finalizei eu a noite com o Save A Prayer dos Duran Duran...eheheh.
De seguida fomos a mais uma noite Kat Klub Project 41@ Roof By The River, no Spydeck do SpyClub, protagonizada pelos DJs Safara, Sukik e Jonhy The Volk, e onde as linguagens mais ligadas ao Funky-Hoyse Electrónico e ao Electro e derivados predominaram. Esteve sempre muito animado, música muito boa e ambiente também muito bom...pena é ter-se de ir pagar o cartão lá abaixo, onde a música não me agrada muito, mas há que dizer que o Pedro Monchique está a fazer na parte de baixo um bom trabalho. Mais uma noite bem passada...
p.s. Não esquecer...Sábado, dia 15 de Outubro, Fusion Goes Clubbing @ VIP, Palmela...irei lá estar eu, o Mário João, o Zye e o Fred a passar som.
"turma do croquete" estilo Lili Caneças...
Um bom bocado depois (e já com uns quantos vodka-redbull no bucho...), decidimos ir para o Lux propriamente dito, que também já rebentava pelas costuras...tanto a parte do terraço, como o bar, como a discoteca estavam á pinha, e ir ás casas de banho era uma autêntica aventura, até mais do que ir ao bar buscar bebidas...era insuportável (infelizmente tive de ir 5 vezes á casa de banho...), e até já havia raparigas nas filas das casa de banho dos homens...E também tive direito a que uma moçita me vomitasse em cima dos ténis (bem, foi mais de raspão que outra coisa..).
A música em qualquer dos espaços estava muito boa, embora tenhamos passado mais tempo na parte da discoteca, mas ouvimos praticamente todos os residentes do Lux a passar música, inclusivé o DJ Vibe, que passou música bastante boa, e não enveredou por aquelas sonoridades hoje em dia tão associadas a ele...Ouviram-se coisas de diversos estilos, embora tendo em conta aquilo que eu ouvi, as linguagens mais ligadas ao Electro e derivados tenham predominado. Ouviram-se temas de Joakim, Booka Shade, Armand Van Helden (o saudoso You Don`t Know Me), Chemical Brothers, Missy Elliot, Divine, Soulwax, Who Made Who, LCD Soundsystem, etc...Entretanto encontrámos por lá o Del Costa, o Papabolos, o DJ Time e o Safara...tudo a festejar forte e feio este sétimo aniversário do Lux.
Uma noite ao rubro, excelente selecção musical, excelente ambiente, só faltou haver mais casas de banho...eheheheh. E saímos de lá por volta das 8 e tal da manhã, por manifesto cansaço...Que para o ano possamos lá voltar outra vez...
Na sexta estive a distribuir os cartazes para o evento em que eu, o Zye, o Mário João e o Fred vamos participar na discoteca VIP, em Palmela. Primeiro fui ao Café Com Estória, onde tocava um Jazz agradável. De seguida fui ao MXL, onde tocava um downtempo agradável, onde tive a falar um bocado com o Rui Pedro, e onde encontrei também o Cid. A seguir fui ao La Bohémme, onde estava o Abel a passar as sonoridades ecléticas que lhe são muito peculiares. Tive por lá a falar um bocado com ele, e , de seguida, fui ao Tasco do Kaneco, onde o Pedro Lontro passava umasc sonoridades mais ligadas ao Rock...David Bowie, Beach Boys, The Clash, Rolling Stones, etc...De seguida fui ao Baco, onde estava um moço a passar um pop/rock alternativo agradável...até estava a gostar, até ele ter decidido (vá-se lá perceber) passar o odioso Karla With A K dos The Hooters...é um tema que eu odeio profundamente, de modo a que me despedi depressa e bazei logo dali para fora, tal asco o tema em questão me causa...nunca esperei ouvir uma coisa daquelas no Baco...De seguida fui ao Bombar, onde estava a passar Jamiroquai. Antes de ir ao ADN, decidi ir dar uma volta pelo "lado proibido" da Avenida, e o panorama musical era bastante desolador...só tribaladas ranhosas, kuduros, kizombas, reggaetons e hip-hops/r n bs manhosos...ou seja, a oeste, nada de novo...
Fui ao ADN, e estava o concerto dos Indy prestes a começar, mas antes ainda fui falar com o Zé Pescador para tratar de um assunto importante...O Zé e o Cláudio estão interessados em que, todas as quartas, a partir de dia 19 de Outubro, haja uma noite mais dedicada ao Electro e derivados, e, serei eu o DJ residente dessa noite...esperemos que corra bem...
Entretanto também encontrei por lá o Simões...Entretanto os Indy começam a tocar, e comentámos logo um com o outro que os rapazes gostavam de certeza de bandas como Led Zeppellin, Smashing Pumpkins (até fizeram uma "cover" a um tema deles...), Alice In Chains, Nirvana, etc...Mas não foi por isso que deixei de gostar do concerto...eles tocam bem, o vocalista tem uma boa voz, e foi sempre bastante animado. Para finalizar a noite, o Zé Pescador passou som, e desta vez portou-se muito bem, foi bastante eclético, não caiu na armadilha da "playlist", tendo acabado a noite em chave de ouro...Black Hole Sun dos Soundgarden.
No sábado, fui mais o Zye passar música ao Baco, e devo de dizer que a noite nos correu bastante bem, e que o pessoal pareceu estar sempre a curtir o som. Obrigado por mais uma boa noite no Baco. Mais uma vez tivémos o "strobe" do Bordeira a bombar...eheheh. Fomos variados...passámos pelo Downtempo, pelo Disco, pelo Punk-Funk, pelo Funky-House Electrónico, pelo Electro e derivados, etc...E finalizei eu a noite com o Save A Prayer dos Duran Duran...eheheh.
De seguida fomos a mais uma noite Kat Klub Project 41@ Roof By The River, no Spydeck do SpyClub, protagonizada pelos DJs Safara, Sukik e Jonhy The Volk, e onde as linguagens mais ligadas ao Funky-Hoyse Electrónico e ao Electro e derivados predominaram. Esteve sempre muito animado, música muito boa e ambiente também muito bom...pena é ter-se de ir pagar o cartão lá abaixo, onde a música não me agrada muito, mas há que dizer que o Pedro Monchique está a fazer na parte de baixo um bom trabalho. Mais uma noite bem passada...
p.s. Não esquecer...Sábado, dia 15 de Outubro, Fusion Goes Clubbing @ VIP, Palmela...irei lá estar eu, o Mário João, o Zye e o Fred a passar som.
quinta-feira, outubro 06, 2005
Dia 15 de Outubro, Fusion Goes Clubbing @ VIP, Palmela
Dia 15 de Outubro, a Fusion vai estar na Discoteca VIP, em Palmela.
-Revolwers (Mário João Camolas & Eduardo Martins)
-Fred_K
-Zye
-Revolwers (Mário João Camolas & Eduardo Martins)
-Fred_K
-Zye
segunda-feira, outubro 03, 2005
Cardápio Nocturno.
Amanhã, terça, dia 4 de Outubro:
-Abel Santos & Zé Pescador @ ADN
-Safara & Sukik @ Parte de cima do SpyClub aka SpyDeck
-Robots & Dolls present Dr. Lektroluv @ Blá Blá, Matosinhos, Porto
Quarta, dia 5 de Outubro:
-Noite CD-R...ou seja, noite dos produtores @ Lounge, Lisboa (mais pormenores no blog Yeah Yeah Yeah http://yeahx3.blogspot.com )
Quinta, dia 6 de Outubro:
-DJ Pete Kriven @ X-tra Café e SpyClub
Sexta, dia 7 de Outubro:
-Indy (live) @ ADN
Sábado, dia 8 de Outubro:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) & Zye (Fusion) @ Baco
-Safara e Sukik @ parte de cima do SpyClub & Roger Urb @ parte de baixo do SpyClub
-Abel Santos & Zé Pescador @ ADN
-Safara & Sukik @ Parte de cima do SpyClub aka SpyDeck
-Robots & Dolls present Dr. Lektroluv @ Blá Blá, Matosinhos, Porto
Quarta, dia 5 de Outubro:
-Noite CD-R...ou seja, noite dos produtores @ Lounge, Lisboa (mais pormenores no blog Yeah Yeah Yeah http://yeahx3.blogspot.com )
Quinta, dia 6 de Outubro:
-DJ Pete Kriven @ X-tra Café e SpyClub
Sexta, dia 7 de Outubro:
-Indy (live) @ ADN
Sábado, dia 8 de Outubro:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) & Zye (Fusion) @ Baco
-Safara e Sukik @ parte de cima do SpyClub & Roger Urb @ parte de baixo do SpyClub
Crónicas Nocturnas # 41
Na sexta comecei a noite no Baco, em conjunto com pessoal amigo como o Zye, o Marco, etc. Tava uma agradável noite de Verão (apesar de teoricamente já estarmos no Outono...), e tivemos lá a ouvir o DJ Papal, que começou a noite dentro de uma onda mais Chill-Out, mas que ao progredindo da noite foi passando coisas mais ligadas ao Psy-Trance. Não sou grande adepto desse estilo, mas até não me desagradava o que o Papal passava.
De seguida, eu e o Zye fomos ao SpyClub, com intuito de assistirmos á estreia de um novo conceito naquela casa: o Kat Klub Project @ Roof/SpyDeck , onde se apostam em coordenadas sonoras mais ligadas ao House (sobretudo ao Deep e ao Funky-Electronic-House) e ao Electro e derivados, pela mão dos DJs Safara e Sukik (Ex Jacklyn). Entramos, subimos a escadas, e deparamos ainda com um ambiente de começo de noite, e com sonoridades mais calmas. Com o progredir da noite, a casa foi animando cada vez mais, e as sonoridades a enveredarem para o Funky-Electroni-House e para o Electro e derivados, obviamente com uns quantos temas mais "acessíveis", para não alienar certas pessoas, como cenas dos Tiefschwarz, Tiga, Mylo, etc. A parte de cima esteve sempre composta, e quem lá estava, parecia estar a gostar das sonoridades ali ouvidas. Havia uma ou outra pessoas que, vindas da parte debaixo, ao chegar lá acima, ficavam um pouco surpreendidas com as sonoridades lá tocadas...Como diria o outro, habituem-se, porque agora vai ser sempre assim. E quem quiser música mais comercial, seja House mais "mainstream" ou até algum Tribal/Progressive, com uns temas de Hip-Hop/R n B á mistura, tem na parte de baixo do SpyClub o DJ Pedro Monchique, que, do pouco que ouvi, pareceu-me estar a fazer um bom trabalho.
Gostei bastante do que ouvi, o Safara e a Sukik portaram-se muito bem, e espero que os continuem a deixar fazer o bom trabalho que fizeram. Apenas tenho a apontar o seguinte: para além do outro porteiro que lá está á porta, deveria também estar outro que conheça melhor quem está mais inserido no circuito mais "underground" da noite setubalense, entregar uns cartões de consumo mais acessíveis (e não sei até que ponto não se deveria separar os 2 espaços...) e também fazer mais publicidade deste novo conceito de noite no SpyClub, em locais como o Baco, MXL, Bombar, etc...
Mas pronto, existe um novo espaço que aposta em sonoridades diferentes, e muito me congratulo com a coragem de quem está á frente do SpyClub para apostar em algo deste género. É de facto muito positivo, e é uma mais-valia para a noite de Setúbal. E espero que continue em força, que a malta agradece.
No sábado fui a um jantar de anos de um grande amigo meu, lá no Isidro (o do Hotel). Por lá tivemos uma conversa bastante interessante acerca do estado em que se encontram as diversas rádios nacionais, e concluímos que, de facto, o panorama continua muito mau...
De seguida fui ao Baco passar música,e , mais uma vez, uma noite ao rubro. O pessoal teve sempre a curtir o que estive a passar, e é sempre bom ver que as reacções em relação ao que é tocado são praticamente todas positivas. De Punk-Funk a Disco, de Electro e derivados a Chemical Brothers, foi uma noite divertida. Por lá também tiveram as sistas, sempre em grande forma, e também pessoal amigo como o Zye, o Marco, o Cid, etc. Também por lá apareceu o grande Safara, que teve lá a beber um café, antes de se dirigir para o Spy, para o que espero ter sido mais uma boa noite lá no SpyDeck...Mais uma vez um muito obrigado a quem me apoia e se diverte a ouvir-me passar som. E sabe sempre bem estarmos a passar uma coisa e virem-nos perguntar o que é que estamos a passar...
Acabada a noite no Baco (ao som de Strangelove dos Depeche Mode), eu mais o Zye dirigimo-nos para a festa de aniversário do Fred, numa quinta ali para os lados do Lau, perto do Poçeirão. Depois de termos andado um pouco ás voltas (quem manda esta malta fazer festas em sítios recônditos...eheheheh), lá chegámos ao nosso destino. Deparámos com uma espécie de pavilhão, donde saia o som. Entrámos, e deparamos com bastante gente a curtir as sonoridades passadas pelo Fred, com uma bolha de espelhos no tecto e algumas luzes, e com uma tela para onde eram projectadas imagens, ou seja, uma festa dentro do bom velho espírito "old-school". Depois do Fred passar som, foi a vez do Papa-Fruta, a seguir foi o Mário João, depois o Pedro Tiago, depois eu e depois o Zye, que depois foi alternando entre ele e o Fred. Foi muito gira a festa, gostei bastante, e é sempre agradável reviver este espírito muito "old school" de festas feitas no meio de nenhures, o pessoal sempre com boa-onda (quem lá está, está porque quer e está-se a divertir), e sem incomodar os outros. Muitos parabéns, Fred, que contes muitos mais, e venham mais festas destas, que a malta agradece.
De seguida, eu e o Zye fomos ao SpyClub, com intuito de assistirmos á estreia de um novo conceito naquela casa: o Kat Klub Project @ Roof/SpyDeck , onde se apostam em coordenadas sonoras mais ligadas ao House (sobretudo ao Deep e ao Funky-Electronic-House) e ao Electro e derivados, pela mão dos DJs Safara e Sukik (Ex Jacklyn). Entramos, subimos a escadas, e deparamos ainda com um ambiente de começo de noite, e com sonoridades mais calmas. Com o progredir da noite, a casa foi animando cada vez mais, e as sonoridades a enveredarem para o Funky-Electroni-House e para o Electro e derivados, obviamente com uns quantos temas mais "acessíveis", para não alienar certas pessoas, como cenas dos Tiefschwarz, Tiga, Mylo, etc. A parte de cima esteve sempre composta, e quem lá estava, parecia estar a gostar das sonoridades ali ouvidas. Havia uma ou outra pessoas que, vindas da parte debaixo, ao chegar lá acima, ficavam um pouco surpreendidas com as sonoridades lá tocadas...Como diria o outro, habituem-se, porque agora vai ser sempre assim. E quem quiser música mais comercial, seja House mais "mainstream" ou até algum Tribal/Progressive, com uns temas de Hip-Hop/R n B á mistura, tem na parte de baixo do SpyClub o DJ Pedro Monchique, que, do pouco que ouvi, pareceu-me estar a fazer um bom trabalho.
Gostei bastante do que ouvi, o Safara e a Sukik portaram-se muito bem, e espero que os continuem a deixar fazer o bom trabalho que fizeram. Apenas tenho a apontar o seguinte: para além do outro porteiro que lá está á porta, deveria também estar outro que conheça melhor quem está mais inserido no circuito mais "underground" da noite setubalense, entregar uns cartões de consumo mais acessíveis (e não sei até que ponto não se deveria separar os 2 espaços...) e também fazer mais publicidade deste novo conceito de noite no SpyClub, em locais como o Baco, MXL, Bombar, etc...
Mas pronto, existe um novo espaço que aposta em sonoridades diferentes, e muito me congratulo com a coragem de quem está á frente do SpyClub para apostar em algo deste género. É de facto muito positivo, e é uma mais-valia para a noite de Setúbal. E espero que continue em força, que a malta agradece.
No sábado fui a um jantar de anos de um grande amigo meu, lá no Isidro (o do Hotel). Por lá tivemos uma conversa bastante interessante acerca do estado em que se encontram as diversas rádios nacionais, e concluímos que, de facto, o panorama continua muito mau...
De seguida fui ao Baco passar música,e , mais uma vez, uma noite ao rubro. O pessoal teve sempre a curtir o que estive a passar, e é sempre bom ver que as reacções em relação ao que é tocado são praticamente todas positivas. De Punk-Funk a Disco, de Electro e derivados a Chemical Brothers, foi uma noite divertida. Por lá também tiveram as sistas, sempre em grande forma, e também pessoal amigo como o Zye, o Marco, o Cid, etc. Também por lá apareceu o grande Safara, que teve lá a beber um café, antes de se dirigir para o Spy, para o que espero ter sido mais uma boa noite lá no SpyDeck...Mais uma vez um muito obrigado a quem me apoia e se diverte a ouvir-me passar som. E sabe sempre bem estarmos a passar uma coisa e virem-nos perguntar o que é que estamos a passar...
Acabada a noite no Baco (ao som de Strangelove dos Depeche Mode), eu mais o Zye dirigimo-nos para a festa de aniversário do Fred, numa quinta ali para os lados do Lau, perto do Poçeirão. Depois de termos andado um pouco ás voltas (quem manda esta malta fazer festas em sítios recônditos...eheheheh), lá chegámos ao nosso destino. Deparámos com uma espécie de pavilhão, donde saia o som. Entrámos, e deparamos com bastante gente a curtir as sonoridades passadas pelo Fred, com uma bolha de espelhos no tecto e algumas luzes, e com uma tela para onde eram projectadas imagens, ou seja, uma festa dentro do bom velho espírito "old-school". Depois do Fred passar som, foi a vez do Papa-Fruta, a seguir foi o Mário João, depois o Pedro Tiago, depois eu e depois o Zye, que depois foi alternando entre ele e o Fred. Foi muito gira a festa, gostei bastante, e é sempre agradável reviver este espírito muito "old school" de festas feitas no meio de nenhures, o pessoal sempre com boa-onda (quem lá está, está porque quer e está-se a divertir), e sem incomodar os outros. Muitos parabéns, Fred, que contes muitos mais, e venham mais festas destas, que a malta agradece.
quinta-feira, setembro 29, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Sexta, dia 30 de Setembro:
-Pedro Viegas(Hot Hat/Journeys) & Rita Moreira @ ADN
-Safara & Sukik (ex-Jacklyn) @ Piso Superior do SpyClub (aka Spydeck)
Sábado, dia 1 de Outubro:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Baco
-Safara & Sukik @ Piso Superior do SpyClub (aka SpyDeck)
-Pedro Viegas(Hot Hat/Journeys) & Rita Moreira @ ADN
-Safara & Sukik (ex-Jacklyn) @ Piso Superior do SpyClub (aka Spydeck)
Sábado, dia 1 de Outubro:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Baco
-Safara & Sukik @ Piso Superior do SpyClub (aka SpyDeck)
segunda-feira, setembro 26, 2005
Crónicas Nocturnas # 40
No sábado lá fui ao Baco passar som, e, mais uma vez, uma noite ao rubro, e que superou as expectativas, tendo em conta que a festa do MXL no Castelo de S. Filipe também começava cedo...
Gosto sempre muito de ir passar som ao Baco, e acho que a noite correu-me bem, e vi o pessoal bastante animado e divertido. Por lá também apareceu montes de pessoal amigo, como o Mário João, o Miguel "Papa-Fruta", o Marco, o Daniel, a Elisa, etc...Comecei numa onda mais ligada ao Punk-Funk, Dub, Dubbed-Out Disco, passando por Depeche Mode (já comprei o bilhete para o concerto...eheheh), Cesária Évora remisturada por Carl Craig, e depois para ondas mais ligadas ao Electro-House e a algum Punk-Funk mais ritmado...na hora de ponta toquei coisas como a remistura de Soulwax ao Dare dos Gorillaz, a remistura de Jacques Lu Cont ao Lose Control da Missy Elliot, o Freakin`do Marc Romboy com Blake Baxter, o I Feel Space de Lindstrom ou a remistura de Tiga ao Washing Up do Tomas Andersson...Finalizei o set com o tema I Wanna Rock You de Giorgio Moroder. E mais uma vez, um muito obrigado a quem me apoia e a quem se diverte e gosta de ouvir a música que passo no Baco.
De seguida, decido deixar a minha mala dos cds á responsabilidade do Mário João, dado que ele não estava com vontade de ir a mais lado nenhum (Mário, muito obrigado, e nem imaginas o jeito que me deu...), e de seguida dirigi-me á praça de táxis, para ir apanhar um, para me transportar á festa do MXL, no Castelo. Chego ao táxi, e ao dizer o destino pretendido, diz-me logo o taxista que para ali não ia, porque o trânsito por lá estava muito confuso...Bem, lá me decidi a ir a pé, e de facto, não posso censurar o senhor taxista...aquilo de facto estava uma confusão medonha...Mas verdade seja dita, entre 10 a 15 minutos cheguei á porta de entrada (quando é para andar rápido, não me faço rogado).
Entro na festa, subo umas escadas, e deparo logo com a sala Chill-Out, onde tocava um Deep-House agradável, e estava bom ambiente. Mas não fiquei por lá muito tempo, subi as escadas que me levariam ao "dancefloor" principal, e mais uma vez me deparo com um excelente ambiente. Aí estava a tocar um bom tema de House vocalizado, e logo deparo com a Elisa e restante pessoal que a acompanhava, tudo malta boa-onda e conhecida lá do Baco. Mal chego ao pé deles, o registo musical muda para a versão do Hot In Herre feita pelo Tiga, e não resisto a começar logo ali a dançar, para só parar umas horas depois...Na cabine estavam os grandes Safara, Sukik (ex-Jacklyn) e Jonhy The Volk, que nos presentearam com boas sonoridades durante a noite inteira, acompanhados por um saxofonista e pelo João do Café Com Estória a tocar piano. O Safara e a Sukik(ex-Jacklyn) andaram sempre a passear por entre linguagens mais ligadas ao Electro e derivados e ao Funky-House Electrónico estilo Brett Johnson (estilos que para mim não são nada incompatíveis, bem antes pelo contrário...), e o Jonhy THe Volk também não fugiu muito deste registo, mas de vez em quando tocava cenas ou mais ligadas ao House vocal ou ao Progressive-House, mas cenas boas, dentro do estilo. Ouviram-se temas e/ou remisturas de Tiga, Tiefschwarz, Alter Ego, Brett Johnson, Vitalic, Del Costa & Pedro Goya (quando soaram os 1ºs acordes do #37 foi a loucura...), Joakim, Blackstrobe, Booka Shade ou Derrick L Carter (e ainda ouvi por lá uns temas bastantes bons e desconhecidos, o que é sempre bom...). Também ouvi por lá um tema que me pareceu ser uma remistura ao The Chase do Giorgio Moroder. E o pessoal a aderir bem a praticamente tudo o que era tocado. E eu, que até nem sou grande adepto de ouvir músicos a tocar por cima da música que está a ser passada, gostei de ouvir o saxofonista e o João, se bem que em cenas muito electrónicas destoa sempre um pouco...
Há já muito tempo que não ia a uma festa destas em Setúbal...em clubes já tenho, é, claro apanhado boas festas, sejam certas sextas-feiras no ADN ou festas que estejam ligadas á Dub-Delight, mas fora do circuito de clubes, há muito tempo que não apanhava uma noite assim tão mágica...Não há palavras para descrever a sensação de se estar a dançar a música de qualidade, ao ar livre, numa noite quente (?) de Verão (eu pelo menos não tive frio...), com uma paisagem magnífica, a olhar para o céu e ver a Lua e as estrelas, e ter o privilégio de estar bem acompanhado, e ver que o pessoal á volta está todo, sem excepção, a divertir-se (tanto, que por vezes lá davam encontrões na bancada onde estava a aparelhagem de som, e lá saltava o raio da agulha do gira-discos...). Só senti vibrações positivas durante o tempo que lá estive, e foi giro ver as diferentes tribos urbanas a divertirem-se e a conviverem de forma saudável, coisa que infelizmente não se vê tão frequentemente em Setúbal (se bem que nos últimos tempos, em sítios como o MXL, o Baco e até certas noite do ADN tem-se visto essa heterogeneidade de públicos...). É tal e qual como comentou o grande Calhotas, assim vale a pena sair á noite em Setúbal.
A festa acabou por volta das 6:30 da manhã, e acabou com chave de ouro...a remistura do Tiga ao Washing Up do Tomas Andersson...escusado será dizer que o extenso público estava ao rubro, e é um facto que os temas a que o Tiga está ligado são irresistíveis...vide o vídeo do novo single em http://www.tigayougonnawantme.com , que é outra bomba, e que já ouvi ser tocado no Lux. Foi o tema que faltou ontem, mas o single só é editado algures entre 10 e 17 de Outubro (já vi as duas datas anunciadas...), portanto...
Acabada a festa, lá vim para baixo na companhia dos meus amigos Papabolos e Raça. Ainda encontrei o Cláudio e o Zé Pescador do ADN, que me contaram que a noite do Simões, na sexta passada lá no ADN tinha sido muito boa (e já tinha ouvido outros comentários a confirmarem-no...). No caminho ainda encontrámos uns jovens e tivemos com eles uma pequena, mas saudável discussão acerca dos méritos do DJ Vibe...
Enfim, só posso dizer que foi uma grande noite, tanto no Baco, como no Castelo de S.Filipe, e que algo a que me tenho questionado bastante nos últimos tempos foi de certa forma respondido com esta festa do MXL, embora existam sempre certas variáveis a ponderar...Era a festa de aniversário do MXL, e como tal, a continuar assim, que o MXL tenha uma longa vida, que vá continuando a atrair públicos heterogêneos, e que vá continuando a fazer mais festas destas...a malta agradece! E é engraçado como não houve necessidade de trazer nenhum grande nome para atrair as pessoas...Pelos vistos o "selo" MXL é suficiente para tal, e o Safara, a Sukik (ex-Jacklyn) e o Jonhy The Volk souberam dar bem conta do recado...
Gosto sempre muito de ir passar som ao Baco, e acho que a noite correu-me bem, e vi o pessoal bastante animado e divertido. Por lá também apareceu montes de pessoal amigo, como o Mário João, o Miguel "Papa-Fruta", o Marco, o Daniel, a Elisa, etc...Comecei numa onda mais ligada ao Punk-Funk, Dub, Dubbed-Out Disco, passando por Depeche Mode (já comprei o bilhete para o concerto...eheheh), Cesária Évora remisturada por Carl Craig, e depois para ondas mais ligadas ao Electro-House e a algum Punk-Funk mais ritmado...na hora de ponta toquei coisas como a remistura de Soulwax ao Dare dos Gorillaz, a remistura de Jacques Lu Cont ao Lose Control da Missy Elliot, o Freakin`do Marc Romboy com Blake Baxter, o I Feel Space de Lindstrom ou a remistura de Tiga ao Washing Up do Tomas Andersson...Finalizei o set com o tema I Wanna Rock You de Giorgio Moroder. E mais uma vez, um muito obrigado a quem me apoia e a quem se diverte e gosta de ouvir a música que passo no Baco.
De seguida, decido deixar a minha mala dos cds á responsabilidade do Mário João, dado que ele não estava com vontade de ir a mais lado nenhum (Mário, muito obrigado, e nem imaginas o jeito que me deu...), e de seguida dirigi-me á praça de táxis, para ir apanhar um, para me transportar á festa do MXL, no Castelo. Chego ao táxi, e ao dizer o destino pretendido, diz-me logo o taxista que para ali não ia, porque o trânsito por lá estava muito confuso...Bem, lá me decidi a ir a pé, e de facto, não posso censurar o senhor taxista...aquilo de facto estava uma confusão medonha...Mas verdade seja dita, entre 10 a 15 minutos cheguei á porta de entrada (quando é para andar rápido, não me faço rogado).
Entro na festa, subo umas escadas, e deparo logo com a sala Chill-Out, onde tocava um Deep-House agradável, e estava bom ambiente. Mas não fiquei por lá muito tempo, subi as escadas que me levariam ao "dancefloor" principal, e mais uma vez me deparo com um excelente ambiente. Aí estava a tocar um bom tema de House vocalizado, e logo deparo com a Elisa e restante pessoal que a acompanhava, tudo malta boa-onda e conhecida lá do Baco. Mal chego ao pé deles, o registo musical muda para a versão do Hot In Herre feita pelo Tiga, e não resisto a começar logo ali a dançar, para só parar umas horas depois...Na cabine estavam os grandes Safara, Sukik (ex-Jacklyn) e Jonhy The Volk, que nos presentearam com boas sonoridades durante a noite inteira, acompanhados por um saxofonista e pelo João do Café Com Estória a tocar piano. O Safara e a Sukik(ex-Jacklyn) andaram sempre a passear por entre linguagens mais ligadas ao Electro e derivados e ao Funky-House Electrónico estilo Brett Johnson (estilos que para mim não são nada incompatíveis, bem antes pelo contrário...), e o Jonhy THe Volk também não fugiu muito deste registo, mas de vez em quando tocava cenas ou mais ligadas ao House vocal ou ao Progressive-House, mas cenas boas, dentro do estilo. Ouviram-se temas e/ou remisturas de Tiga, Tiefschwarz, Alter Ego, Brett Johnson, Vitalic, Del Costa & Pedro Goya (quando soaram os 1ºs acordes do #37 foi a loucura...), Joakim, Blackstrobe, Booka Shade ou Derrick L Carter (e ainda ouvi por lá uns temas bastantes bons e desconhecidos, o que é sempre bom...). Também ouvi por lá um tema que me pareceu ser uma remistura ao The Chase do Giorgio Moroder. E o pessoal a aderir bem a praticamente tudo o que era tocado. E eu, que até nem sou grande adepto de ouvir músicos a tocar por cima da música que está a ser passada, gostei de ouvir o saxofonista e o João, se bem que em cenas muito electrónicas destoa sempre um pouco...
Há já muito tempo que não ia a uma festa destas em Setúbal...em clubes já tenho, é, claro apanhado boas festas, sejam certas sextas-feiras no ADN ou festas que estejam ligadas á Dub-Delight, mas fora do circuito de clubes, há muito tempo que não apanhava uma noite assim tão mágica...Não há palavras para descrever a sensação de se estar a dançar a música de qualidade, ao ar livre, numa noite quente (?) de Verão (eu pelo menos não tive frio...), com uma paisagem magnífica, a olhar para o céu e ver a Lua e as estrelas, e ter o privilégio de estar bem acompanhado, e ver que o pessoal á volta está todo, sem excepção, a divertir-se (tanto, que por vezes lá davam encontrões na bancada onde estava a aparelhagem de som, e lá saltava o raio da agulha do gira-discos...). Só senti vibrações positivas durante o tempo que lá estive, e foi giro ver as diferentes tribos urbanas a divertirem-se e a conviverem de forma saudável, coisa que infelizmente não se vê tão frequentemente em Setúbal (se bem que nos últimos tempos, em sítios como o MXL, o Baco e até certas noite do ADN tem-se visto essa heterogeneidade de públicos...). É tal e qual como comentou o grande Calhotas, assim vale a pena sair á noite em Setúbal.
A festa acabou por volta das 6:30 da manhã, e acabou com chave de ouro...a remistura do Tiga ao Washing Up do Tomas Andersson...escusado será dizer que o extenso público estava ao rubro, e é um facto que os temas a que o Tiga está ligado são irresistíveis...vide o vídeo do novo single em http://www.tigayougonnawantme.com , que é outra bomba, e que já ouvi ser tocado no Lux. Foi o tema que faltou ontem, mas o single só é editado algures entre 10 e 17 de Outubro (já vi as duas datas anunciadas...), portanto...
Acabada a festa, lá vim para baixo na companhia dos meus amigos Papabolos e Raça. Ainda encontrei o Cláudio e o Zé Pescador do ADN, que me contaram que a noite do Simões, na sexta passada lá no ADN tinha sido muito boa (e já tinha ouvido outros comentários a confirmarem-no...). No caminho ainda encontrámos uns jovens e tivemos com eles uma pequena, mas saudável discussão acerca dos méritos do DJ Vibe...
Enfim, só posso dizer que foi uma grande noite, tanto no Baco, como no Castelo de S.Filipe, e que algo a que me tenho questionado bastante nos últimos tempos foi de certa forma respondido com esta festa do MXL, embora existam sempre certas variáveis a ponderar...Era a festa de aniversário do MXL, e como tal, a continuar assim, que o MXL tenha uma longa vida, que vá continuando a atrair públicos heterogêneos, e que vá continuando a fazer mais festas destas...a malta agradece! E é engraçado como não houve necessidade de trazer nenhum grande nome para atrair as pessoas...Pelos vistos o "selo" MXL é suficiente para tal, e o Safara, a Sukik (ex-Jacklyn) e o Jonhy The Volk souberam dar bem conta do recado...
quinta-feira, setembro 22, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Sexta, dia 23 de Setembro:
-Quase Quatro (concerto) + Mário João Camolas [Revolwers] (DJ Set) @ Caceteiros, Palmela
-Mr. Simon @ ADN, Setúbal
-DJ Paulo Leite @ VIP, Palmela
Sábado, dia 24 de Setembro:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Baco
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House & other funny stuff.
-Festa do bar MXL, Setúbal @ Castelo de S. Filipe, Setúbal
DJs:
Safara
Sukik (Ex-Jacklyn)
Jonhy The Volk
Rui Pedro (Sala Chill Out)
Os bilhetes comprados até sexta á noite são 10 euros, no próprio dia são 15 euros.
-Quase Quatro (concerto) + Mário João Camolas [Revolwers] (DJ Set) @ Caceteiros, Palmela
-Mr. Simon @ ADN, Setúbal
-DJ Paulo Leite @ VIP, Palmela
Sábado, dia 24 de Setembro:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Baco
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House & other funny stuff.
-Festa do bar MXL, Setúbal @ Castelo de S. Filipe, Setúbal
DJs:
Safara
Sukik (Ex-Jacklyn)
Jonhy The Volk
Rui Pedro (Sala Chill Out)
Os bilhetes comprados até sexta á noite são 10 euros, no próprio dia são 15 euros.
Encontros de Música Experimental-Setúbal/Palmela
22 Setembro
quinta-feira:P a l m e l a I g r e j a d e S a n t i a g o C a s t e l o d e P a l m e l a
21:30 > Phoebus + Stolen ImagesInc (visuais) [ Portugal]
22:30 > Draftank + PL [ Portugal ]
23 Setembro
sexta-feira:P a l m e l a I g r e j a d e S a n t i a g o C a s t e l o d e P a l m e l a
21:30 > Boca Raton [ Holanda ]
22:30 > F r e i b a n d [ Holanda ]
24 Setembro
sábado:P a l m e l a I g r e j a d e S a n t i a g o C a s t e l o d e P a l m e l a
21:30 > Stephan Mathieu [ Alemanha ]
22:30 > Stephan Mathieu + N:O -Naja Orchestra[ Alemanha, Portugal]
quinta-feira:P a l m e l a I g r e j a d e S a n t i a g o C a s t e l o d e P a l m e l a
21:30 > Phoebus + Stolen ImagesInc (visuais) [ Portugal]
22:30 > Draftank + PL [ Portugal ]
23 Setembro
sexta-feira:P a l m e l a I g r e j a d e S a n t i a g o C a s t e l o d e P a l m e l a
21:30 > Boca Raton [ Holanda ]
22:30 > F r e i b a n d [ Holanda ]
24 Setembro
sábado:P a l m e l a I g r e j a d e S a n t i a g o C a s t e l o d e P a l m e l a
21:30 > Stephan Mathieu [ Alemanha ]
22:30 > Stephan Mathieu + N:O -Naja Orchestra[ Alemanha, Portugal]
quarta-feira, setembro 21, 2005
Um clube de Electro...
Um dia destes pus como "nick" no meu MSN a seguinte frase "Para quando um clube de Electro em Setúbal?". Dado que sou grande fã de linguagens mais ligadas ao Electro e derivados e a tudo o que o rodeia (Techno Minimal estilo Kompakt, Punk-Funk, etc...), é normal este meu desejo...
Entretanto um amigo meu viu este meu "nick", e decidiu vir falar comigo. Ele acha que em Setúbal não existe, nem nunca existirá, público para uma casa desse género. Eu discordo dele. Acho que cada vez mais existe público para uma casa desse género. Pelo que me apercebo, em sítios como o Baco, ADN, La Bohémme e até no MXL encontro pessoas que gostam deste tipo de sonoridades. E quando vou a um sítio como o Lux encontro muitas pessoas de Setúbal e arredores, pessoas essas que não vejo nunca na noite de Setúbal. Há muita gente de Setúbal que não sai á noite em Setúbal, preferindo ir para Lisboa, porque é lá que encontram o que lhes mais agrada.
E é claro, ninguém está a pedir uma coisa do tamanho do Lux, temos que ser realistas...uma casa do tamanho ou de um Baco ou de um Maria Dos Copos chega perfeitamente...
Obviamente, a minha análise pode estar errada. E gostava que quem lê habitualmente este blog também desse a sua opinião em relação a esta questão, para que possamos discutir este assunto de uma forma saudável e construtiva.
Entretanto um amigo meu viu este meu "nick", e decidiu vir falar comigo. Ele acha que em Setúbal não existe, nem nunca existirá, público para uma casa desse género. Eu discordo dele. Acho que cada vez mais existe público para uma casa desse género. Pelo que me apercebo, em sítios como o Baco, ADN, La Bohémme e até no MXL encontro pessoas que gostam deste tipo de sonoridades. E quando vou a um sítio como o Lux encontro muitas pessoas de Setúbal e arredores, pessoas essas que não vejo nunca na noite de Setúbal. Há muita gente de Setúbal que não sai á noite em Setúbal, preferindo ir para Lisboa, porque é lá que encontram o que lhes mais agrada.
E é claro, ninguém está a pedir uma coisa do tamanho do Lux, temos que ser realistas...uma casa do tamanho ou de um Baco ou de um Maria Dos Copos chega perfeitamente...
Obviamente, a minha análise pode estar errada. E gostava que quem lê habitualmente este blog também desse a sua opinião em relação a esta questão, para que possamos discutir este assunto de uma forma saudável e construtiva.
domingo, setembro 18, 2005
Crónicas Nocturnas # 39
No sábado, após ter saído de um casamento, fui, em conjunto com os meus amigos Cid e Pedro Tiago passar som ao Café Com Estória. Iniciei eu o set, numa toada mais Disco, mas cedo evolui para um Electro-House mais calmo. Terminado o meu set, passei os comandos ao Cid, que continuou unam toada mais Deep-House, com algum Electro-House e Funky Electronic-House á mistura, e, de seguida, entrou o Pedro Tiago, para um set também virado para o Funky Electronic-House com alguns apontamentos Acid-House. A afluência do público não foi a esperada, mas a casa esteve sempre composta e o ambiente esteve sempre agradável, e gostámos muito de ter lá estado a passar som (dia 15 de Outubro estarei lá eu, mais o Fred, o Mário João e o Zye para mais um evento Fusion). Apareceu também por lá o grande Del Costa, que esteve por lá a beber um copo. Toda a gente que vai ao Estória concorda que o espaço é de facto muito bonito, mas falta criar ali uma maior dinâmica, de modo a que se consiga atrair mais gente lá. Esperemos que sim, o espaço merece. E quero aqui dar um grande abraço e agradecer publicamente ao meu grande amigo Marco Pereira...sem ele, dificilmente teria havido festa no Café Com Estória. Muito obrigado a ti, e um muito obrigado a todos os que nos foram apoiar e/ou divertirem-se lá ao Café Com Estória.
No fim de noite ainda apareceu por lá o Fred, que tinha estado a passar som no Baco, e que também esteve bom, segundo ele.
De seguida fui mais o Zye deixar as coisas a casa, e fomos também deixar o Fred e a namorada a casa, e seguimos para o Summer Moon Festival, na Quinta do Hilário (onder era também a abertura oficial de um novo site/fórum dedicado á noite de Setúbal, o In-spot... http://www.inspot.digitalarte.net ). Deparámos com um ambiente bastante animado, e com bastante gente. O Pete Kriven já tinha tocado, e, tendo em conta o que me disseram, foi um set do agrado de quase toda a gente, e dentro de linguagens mais viradas para o Electro-House.
Mas o mesmo não se podia dizer do set do gajo que lá estava, quando cheguei, um tal de Alex M, que estava a passar um som que não lembrava a ninguém, estilo House-Comercial-Carrinhos-De-Choque-Xunga, e que a pouco e pouco, infelizmente, foi vazando a pista (um amigo meu diz que é o DJ Pum-Pum-Pum-Vaza-Pistas). E ouvi umas quantas queixas em relação ao trabalho do Alex M...Espero que em futuras festas não o ponham a tocar...Quem lá estava, estava a detestar o som dele.
De seguida entrou o Paulo Nupi, (um dos principais motivos que me levou a ir á Quinta do Hilário) e, felizmente, mudou completamente o registo, mais virado para o Electro-House, e iniciou o set com a remistutra de Paper Faces (aka Jacques Lu Cont) ao Gem dos Zoot Woman e aí a pista voltou a ficar composta. Ouviram-se temas e/ou remisturas de Tiga, Depeche Mode, Etiénne de Crécy, Tiefschwarz e Roman Fluegel. Ouvi também o que me pareceu ser uma remistura ao tema Your Love de Frankie Knuckles e Jamie Principle. E até ao fim ouviu-se um bom set do Paulo Nupi.
E achei engraçado como, conhecendo eu a noite de Setúbal como a conheço, as pessoas que lá estavam estarem a aderir mais a linguagens ligadas ao Electro e derivados do que ao House-Mainstream-Carrinhos-De-Choque...Já não era sem tempo... A ver se voltam a trazer o Pete Kriven e o Paulo Nupi a Setúbal...E se para a próxima também convidam outras pessoas da zona com bem mais bom gosto e capacidade de leitura de pista que o tal Alex M...
Ah...no fim fui convidado a ver a cabine de som, e não havia nenhum leitor de CDs, apenas 3 pratos Technics, ou seja, não havia sequer possibilidade se tocar cds piratas..."vinyl only party".Gostei da atitude. Foram-me também apresentados o Paulo Nupi e o Pete Kriven, e pareceram-me malta impecável. Também lá estava como VJ o grande Akira, que está-me sempre a dar na cabeça que eu deveria esforçar-me muito mais para melhorar tecnicamente em termos de passar música...eu reconheço que podia estar muito mais á vontade em termos técnicos do que estou presentemente...mas não é nada que mais umas horas de treino não resolvam.
Por lá também encontrei o grande Safara, que me esteve a contar que as noites no MXL têm estado bastante boas e, que, ao que parece, a grande Jacklyn tem tocado por lá. E pelo que me disse, na festa do MXL, no próximo sábado, dia 24 de Setembro, no Castelo de São Filipe, em Setúbal, vai estar ele, a Jacklyn, o Jonhy The Volk e o Rui Pedro (na área Chill-Out) a passar som.
Também encontrei por lá os meus amigos Abel, Pantera e Bruno do ADN, que está de volta dos Algarves.
A ver se a pouco e pouco a malta começa a ouvir coisas diferentes do habitual...
No fim de noite ainda apareceu por lá o Fred, que tinha estado a passar som no Baco, e que também esteve bom, segundo ele.
De seguida fui mais o Zye deixar as coisas a casa, e fomos também deixar o Fred e a namorada a casa, e seguimos para o Summer Moon Festival, na Quinta do Hilário (onder era também a abertura oficial de um novo site/fórum dedicado á noite de Setúbal, o In-spot... http://www.inspot.digitalarte.net ). Deparámos com um ambiente bastante animado, e com bastante gente. O Pete Kriven já tinha tocado, e, tendo em conta o que me disseram, foi um set do agrado de quase toda a gente, e dentro de linguagens mais viradas para o Electro-House.
Mas o mesmo não se podia dizer do set do gajo que lá estava, quando cheguei, um tal de Alex M, que estava a passar um som que não lembrava a ninguém, estilo House-Comercial-Carrinhos-De-Choque-Xunga, e que a pouco e pouco, infelizmente, foi vazando a pista (um amigo meu diz que é o DJ Pum-Pum-Pum-Vaza-Pistas). E ouvi umas quantas queixas em relação ao trabalho do Alex M...Espero que em futuras festas não o ponham a tocar...Quem lá estava, estava a detestar o som dele.
De seguida entrou o Paulo Nupi, (um dos principais motivos que me levou a ir á Quinta do Hilário) e, felizmente, mudou completamente o registo, mais virado para o Electro-House, e iniciou o set com a remistutra de Paper Faces (aka Jacques Lu Cont) ao Gem dos Zoot Woman e aí a pista voltou a ficar composta. Ouviram-se temas e/ou remisturas de Tiga, Depeche Mode, Etiénne de Crécy, Tiefschwarz e Roman Fluegel. Ouvi também o que me pareceu ser uma remistura ao tema Your Love de Frankie Knuckles e Jamie Principle. E até ao fim ouviu-se um bom set do Paulo Nupi.
E achei engraçado como, conhecendo eu a noite de Setúbal como a conheço, as pessoas que lá estavam estarem a aderir mais a linguagens ligadas ao Electro e derivados do que ao House-Mainstream-Carrinhos-De-Choque...Já não era sem tempo... A ver se voltam a trazer o Pete Kriven e o Paulo Nupi a Setúbal...E se para a próxima também convidam outras pessoas da zona com bem mais bom gosto e capacidade de leitura de pista que o tal Alex M...
Ah...no fim fui convidado a ver a cabine de som, e não havia nenhum leitor de CDs, apenas 3 pratos Technics, ou seja, não havia sequer possibilidade se tocar cds piratas..."vinyl only party".Gostei da atitude. Foram-me também apresentados o Paulo Nupi e o Pete Kriven, e pareceram-me malta impecável. Também lá estava como VJ o grande Akira, que está-me sempre a dar na cabeça que eu deveria esforçar-me muito mais para melhorar tecnicamente em termos de passar música...eu reconheço que podia estar muito mais á vontade em termos técnicos do que estou presentemente...mas não é nada que mais umas horas de treino não resolvam.
Por lá também encontrei o grande Safara, que me esteve a contar que as noites no MXL têm estado bastante boas e, que, ao que parece, a grande Jacklyn tem tocado por lá. E pelo que me disse, na festa do MXL, no próximo sábado, dia 24 de Setembro, no Castelo de São Filipe, em Setúbal, vai estar ele, a Jacklyn, o Jonhy The Volk e o Rui Pedro (na área Chill-Out) a passar som.
Também encontrei por lá os meus amigos Abel, Pantera e Bruno do ADN, que está de volta dos Algarves.
A ver se a pouco e pouco a malta começa a ouvir coisas diferentes do habitual...
quinta-feira, setembro 15, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Quinta, dia 15 de Setembro:
Mathew Jonson (live-act) @ Lux , Lisboa
Sábado, dia 17 de Setembro:
-Galactic Sounds @ Café Com Estória, Setúbal (perto dos Belos aka Rodoviária)
CidJay
Pedro Tiago
Eduardo Martins (Revolwers/Fusion)
-Summer Moon Festival @ Quinta do Hilário
Pedro Monchique (Q.B./Lounge Caffé)
Pete Kriven
Paulo Nupi (Lux)
Espero que o Paulo Nupi não se assuste, e passe o bom som que sempre toca nas suas sessões no Lux...
Mathew Jonson (live-act) @ Lux , Lisboa
Sábado, dia 17 de Setembro:
-Galactic Sounds @ Café Com Estória, Setúbal (perto dos Belos aka Rodoviária)
CidJay
Pedro Tiago
Eduardo Martins (Revolwers/Fusion)
-Summer Moon Festival @ Quinta do Hilário
Pedro Monchique (Q.B./Lounge Caffé)
Pete Kriven
Paulo Nupi (Lux)
Espero que o Paulo Nupi não se assuste, e passe o bom som que sempre toca nas suas sessões no Lux...
quarta-feira, setembro 14, 2005
Setúbal tem novo Centro de Música
Acho que Setúbal já precisava de algo assim há bastante tempo...
"Setúbal tem novo Centro de Música - CulturaA LATI – Liga dos Amigos para a Terceira Idade, irá iniciar este ano a Educação/Formação Musical no seu Centro Comunitário du Bocage, em Setúbal, através do projecto “Toda a Gente vai à Música”.
O projecto “Toda a Gente vai à Música” tem como objectivo geral a vivência da Música como linguagem de expressão, aprendida em ambiente lúdico, não formal, através das mais actualizadas metodologias e técnicas da pedagogia musical e utilizando os mais modernos sistemas tecnológicos.
Abrangerá os utentes do Centro Comunitário du Bocage, nomeadamente da Creche, Jardim de Infância, ATL, Lar, Centro de Dia, Clube Jovem, trabalhando transversalmente a inter-geracionalidade e em conformidade com os projectos pedagógicos de cada uma destas valências.Dos 0 aos 99 anos, a educação/formação pela arte musical, ajudará a aprender a “ler”, a “escrever” e a criar, na perspectiva da criação de públicos e de compositores, interagindo responsável e solidariamente em grupo.
Através do seu Centro de Música du Bocage recentemente criado, a LATI disponibiliza também à Comunidade em geral a frequência dos seguintes cursos e actividades:
Classe 0-14 anos – “Música para Bebés”; “Expressão pelos Sons e Ritmo”; “Coral Bocage” e “A Minha Etapa Musical”.
Classe de Música – “Instrumento e Teoria”; “Canto e Expressão Vocal”; “Bateria e Ritmos”; “Curso Livre”; “Curso de Jovens Intérpretes”; “Curso 2” (p/ 2 pessoas); “Curso Individual”.
Classe Gerações – “Pais & Filhos”; “Avós & Netos”; “Viagem pelo Mundo da Música”.
Classe Produção – Destinado a Grupos, Bandas, Tunas, Filarmónicas, Novos Compositores - “Curso Conjunto”; “Composição”; “Produção Áudio”; “Introdução à Engenharia do Som”; “Produção Hip-Hop”.
Teoria Musical – Transversal a toda a aprendizagem de instrumento, trata-se de uma disciplina específica que inclui solfejo para os que, tendo prática instrumentista, sintam necessidade de ampliar os seus conhecimentos teóricos.Instrumentos disponíveis: Piano, Órgão, Canto, Guitarra Eléctrica, Guitarra Clássica, Violão, Guitarra Acústica, Baixo, Acordeão, Bateria, Violino, Saxofone, Trompete, Clarinete.Estúdios de Gravação: Estúdio Fixo, digital topo de gama, para apoio ao ensino integrado da Música e a diversos projectos musicais: bandas, cantores, fadistas, filarmónicas, tunas, poetas... e Estúdio Móvel que permitirá gravações ao vivo de eventos.
Auditório: Apoio a workshops, debates, apresentações, tertúlias, testemunhos, ensaios gerais e primeiras apresentações de trabalhos e digressões, gravações ao vivo.Periodicamente serão realizados diversos Ateliers e WorkShops, de acordo com as necessidades emergentes da Comunidade, estando já previstos os seguintes: Expressão e Interpretação Vocal – Produção Música Electrónica – Produção Drum & Bass – DJ e Produção DJ – Sampling – Home Recording – Harmonia & Improvisação – Música em Computador – MIDI – Composição – Novas Tecnologias de Gravação – Bateria & Percussão e outros ligados directa ou secundariamente à Música como Moda – Bandas Sonoras de Filmes – Design – Multimédia - Dança.
As informações e inscrições terão lugar no Centro Comunitário du Bocage, na Praceta da Solidariedade – Urbanização Jardins do Sado, Setúbal. "
"Setúbal tem novo Centro de Música - CulturaA LATI – Liga dos Amigos para a Terceira Idade, irá iniciar este ano a Educação/Formação Musical no seu Centro Comunitário du Bocage, em Setúbal, através do projecto “Toda a Gente vai à Música”.
O projecto “Toda a Gente vai à Música” tem como objectivo geral a vivência da Música como linguagem de expressão, aprendida em ambiente lúdico, não formal, através das mais actualizadas metodologias e técnicas da pedagogia musical e utilizando os mais modernos sistemas tecnológicos.
Abrangerá os utentes do Centro Comunitário du Bocage, nomeadamente da Creche, Jardim de Infância, ATL, Lar, Centro de Dia, Clube Jovem, trabalhando transversalmente a inter-geracionalidade e em conformidade com os projectos pedagógicos de cada uma destas valências.Dos 0 aos 99 anos, a educação/formação pela arte musical, ajudará a aprender a “ler”, a “escrever” e a criar, na perspectiva da criação de públicos e de compositores, interagindo responsável e solidariamente em grupo.
Através do seu Centro de Música du Bocage recentemente criado, a LATI disponibiliza também à Comunidade em geral a frequência dos seguintes cursos e actividades:
Classe 0-14 anos – “Música para Bebés”; “Expressão pelos Sons e Ritmo”; “Coral Bocage” e “A Minha Etapa Musical”.
Classe de Música – “Instrumento e Teoria”; “Canto e Expressão Vocal”; “Bateria e Ritmos”; “Curso Livre”; “Curso de Jovens Intérpretes”; “Curso 2” (p/ 2 pessoas); “Curso Individual”.
Classe Gerações – “Pais & Filhos”; “Avós & Netos”; “Viagem pelo Mundo da Música”.
Classe Produção – Destinado a Grupos, Bandas, Tunas, Filarmónicas, Novos Compositores - “Curso Conjunto”; “Composição”; “Produção Áudio”; “Introdução à Engenharia do Som”; “Produção Hip-Hop”.
Teoria Musical – Transversal a toda a aprendizagem de instrumento, trata-se de uma disciplina específica que inclui solfejo para os que, tendo prática instrumentista, sintam necessidade de ampliar os seus conhecimentos teóricos.Instrumentos disponíveis: Piano, Órgão, Canto, Guitarra Eléctrica, Guitarra Clássica, Violão, Guitarra Acústica, Baixo, Acordeão, Bateria, Violino, Saxofone, Trompete, Clarinete.Estúdios de Gravação: Estúdio Fixo, digital topo de gama, para apoio ao ensino integrado da Música e a diversos projectos musicais: bandas, cantores, fadistas, filarmónicas, tunas, poetas... e Estúdio Móvel que permitirá gravações ao vivo de eventos.
Auditório: Apoio a workshops, debates, apresentações, tertúlias, testemunhos, ensaios gerais e primeiras apresentações de trabalhos e digressões, gravações ao vivo.Periodicamente serão realizados diversos Ateliers e WorkShops, de acordo com as necessidades emergentes da Comunidade, estando já previstos os seguintes: Expressão e Interpretação Vocal – Produção Música Electrónica – Produção Drum & Bass – DJ e Produção DJ – Sampling – Home Recording – Harmonia & Improvisação – Música em Computador – MIDI – Composição – Novas Tecnologias de Gravação – Bateria & Percussão e outros ligados directa ou secundariamente à Música como Moda – Bandas Sonoras de Filmes – Design – Multimédia - Dança.
As informações e inscrições terão lugar no Centro Comunitário du Bocage, na Praceta da Solidariedade – Urbanização Jardins do Sado, Setúbal. "
segunda-feira, setembro 12, 2005
Crónicas Nocturnas # 38
Comecei a noite de sexta-feira no Café Com Estória, para deixar lá os cartazes alusivos á noite onde irei tocar em conjunto com o Cid e o Pedro, já no próximo sábado, dia 17. A banda sonora era boa, tocava o cd da Sharon Jones & The Dap Kings, ou seja, Funk do melhor...
De seguida fui, acompanhado pelo meu amigo Abel, ao Lux, para ver o Arthur Baker e o Trevor Jackson (Playgroup). Chegados ao bar do Lux, estava o Fernando aka Dexter a passar som, e como sempre, bom e variado...Who Made Who, Paperclip People aka Carl Craig, Black Leotard Front, entre outras pérolas...Havia quem não estivesse a ligar nenhuma, preferindo antes dormir no sofá/cama, mas fazia mal...Também encontrei lá o Mário João mais a namorada, a Ana, airmã e o cunhado dele, também tudo malta com muito bom gosto musical. Também por lá andavam o Del Costa, o Pedro Goya e o DJ Time...eheheh. Mais tarde encontrei na Discoteca o grande MP, já recuperado das noitadas no Porto...eheheheh .
De seguida entra Arthur Baker, e começou um set bastante eclético e cheio de coisas boas...no mesmo set ouviram-se coisas como Robert Owens-I´ll Be Your Friend, Joey Beltram-Energy Flash, Josh Wink-Higher State Of Consciousness, Tiefschwarz-Ghosttrack (Blackstrobe Mix), Primal Scream-Rocks, Rolling Stones-Satisfaction (tema que aliás fechou o set de Arthur Baker), uma versão marada de um tema dos Led Zeppellin...enfim...duas horas muito bem passadas. A seguir entrou Chris Cunningham, o conhecido realizador de vídeos, e entrou com temas estilo Aphex Twin, um pouco barulhentos...Decidimos ir para baixo.
Trevor Jackson já estava ao comando da cabine, para mais uma viagem sonora. Eu gostei bastante, apesar de não ter achado o set tão variado como o do ano passado...Já o meu amigo Abel não gostou muito...são gostos...eheheh. Ouviram-se coisas como Marc Romboy-Freakin`, Adamski-Killer, Cerrone-Supernature, Adonis-Rocking Down The House, Lifelike-Discopolis, Lindstrom-I Feel Space, uma versão instrumental do You Should Be Dancing dos Bee Gees e uma versão "toda fodida" do Voulez Vous dos Abba (que segundo as "más línguas" é uma coisa feita pelo Jesper Dahlback), permeadas por entre muita coisa mais virada para o Acid-House, Electro-House, Minimal Techno estilo Kompakt e algum Disco-Sound...A parte final foi um mano-a-mano entre Trevor Jackson e Oskar Melzer, onde cada um tocava uns 4 ou 5 discos cada...ouviram-se coisas como Nightcrawlers-Push The Feeling On (já não ouvia isto em discotecas há muito tempo...), a remistura de Carl Craig ao Angola da Cesária Évora ou o Can You Move dos Modern Romance...Mais uma noite excelente no Lux, cheia de gente, e completamente ao rubro. (o Abel só achou excelente a parte do Arthur Baker...eheheh).
No sábado, para contrastar, foi uma noite mais calma, pois fui ouvir o Abel ao La Bohémme, e, como sempre, o ecletismo de qualidade do costume. Ouvi também um tema feito por ele e por outro amigo nosso, que levou 10 anos a ser feito, uma coisa electrónico-ambiental um pouco influenciada por nomes como Brian Eno ou Pierre Boulez...gostei bastante. O La Bohémme costuma estar sempre animado, mas este sábado esteve mesmo muitíssimo animado! Encontrei também por lá o grande Simões, que foi lá deixar um cartaz para a festa que vai fazer no ADN, no dia 23 de Setembro, e como já não nos viamos há algum tempo, aproveitámos para pôr a conversa em dia. E parece que onde era o Marr vai abrir outro sítio que também vai apostar na qualidade...esperemos bem que sim.
De seguida fui, acompanhado pelo meu amigo Abel, ao Lux, para ver o Arthur Baker e o Trevor Jackson (Playgroup). Chegados ao bar do Lux, estava o Fernando aka Dexter a passar som, e como sempre, bom e variado...Who Made Who, Paperclip People aka Carl Craig, Black Leotard Front, entre outras pérolas...Havia quem não estivesse a ligar nenhuma, preferindo antes dormir no sofá/cama, mas fazia mal...Também encontrei lá o Mário João mais a namorada, a Ana, airmã e o cunhado dele, também tudo malta com muito bom gosto musical. Também por lá andavam o Del Costa, o Pedro Goya e o DJ Time...eheheh. Mais tarde encontrei na Discoteca o grande MP, já recuperado das noitadas no Porto...eheheheh .
De seguida entra Arthur Baker, e começou um set bastante eclético e cheio de coisas boas...no mesmo set ouviram-se coisas como Robert Owens-I´ll Be Your Friend, Joey Beltram-Energy Flash, Josh Wink-Higher State Of Consciousness, Tiefschwarz-Ghosttrack (Blackstrobe Mix), Primal Scream-Rocks, Rolling Stones-Satisfaction (tema que aliás fechou o set de Arthur Baker), uma versão marada de um tema dos Led Zeppellin...enfim...duas horas muito bem passadas. A seguir entrou Chris Cunningham, o conhecido realizador de vídeos, e entrou com temas estilo Aphex Twin, um pouco barulhentos...Decidimos ir para baixo.
Trevor Jackson já estava ao comando da cabine, para mais uma viagem sonora. Eu gostei bastante, apesar de não ter achado o set tão variado como o do ano passado...Já o meu amigo Abel não gostou muito...são gostos...eheheh. Ouviram-se coisas como Marc Romboy-Freakin`, Adamski-Killer, Cerrone-Supernature, Adonis-Rocking Down The House, Lifelike-Discopolis, Lindstrom-I Feel Space, uma versão instrumental do You Should Be Dancing dos Bee Gees e uma versão "toda fodida" do Voulez Vous dos Abba (que segundo as "más línguas" é uma coisa feita pelo Jesper Dahlback), permeadas por entre muita coisa mais virada para o Acid-House, Electro-House, Minimal Techno estilo Kompakt e algum Disco-Sound...A parte final foi um mano-a-mano entre Trevor Jackson e Oskar Melzer, onde cada um tocava uns 4 ou 5 discos cada...ouviram-se coisas como Nightcrawlers-Push The Feeling On (já não ouvia isto em discotecas há muito tempo...), a remistura de Carl Craig ao Angola da Cesária Évora ou o Can You Move dos Modern Romance...Mais uma noite excelente no Lux, cheia de gente, e completamente ao rubro. (o Abel só achou excelente a parte do Arthur Baker...eheheh).
No sábado, para contrastar, foi uma noite mais calma, pois fui ouvir o Abel ao La Bohémme, e, como sempre, o ecletismo de qualidade do costume. Ouvi também um tema feito por ele e por outro amigo nosso, que levou 10 anos a ser feito, uma coisa electrónico-ambiental um pouco influenciada por nomes como Brian Eno ou Pierre Boulez...gostei bastante. O La Bohémme costuma estar sempre animado, mas este sábado esteve mesmo muitíssimo animado! Encontrei também por lá o grande Simões, que foi lá deixar um cartaz para a festa que vai fazer no ADN, no dia 23 de Setembro, e como já não nos viamos há algum tempo, aproveitámos para pôr a conversa em dia. E parece que onde era o Marr vai abrir outro sítio que também vai apostar na qualidade...esperemos bem que sim.
sexta-feira, setembro 09, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Sexta, dia 9 de Setembro.
-Trevor Jackson, Arthur Baker, Chris Cunningham & Oskar Melzer present Return To New York @ Lux
Sábado, dia 10 de Setembro
-Abel Santos @ La Bohémme
Ecletic Grooves
-Lisboa Parade @ Docapesca, Algés
com: Ivan Smagghe, Brett Johnson, Kenny "Dope" Gonzalez, Del Costa & Pedro Goya, DJ Time, entre outros...
-Trevor Jackson, Arthur Baker, Chris Cunningham & Oskar Melzer present Return To New York @ Lux
Sábado, dia 10 de Setembro
-Abel Santos @ La Bohémme
Ecletic Grooves
-Lisboa Parade @ Docapesca, Algés
com: Ivan Smagghe, Brett Johnson, Kenny "Dope" Gonzalez, Del Costa & Pedro Goya, DJ Time, entre outros...
quarta-feira, setembro 07, 2005
Crónicas Nocturnas # 37
Na quinta-feira fui ao 1º dia da Festa das Vindimas...o habitual de sempre, ou seja, muita gente, muitas barracas a vender o belo do moscatel, e o Barril sempre cheio de gente...
A seguir fui á inauguração de uma nova discoteca em Palmela, a VIP, no local onde era o antigo Bar da Vila. Aquilo está completamente diferente, não tem mesmo nada a ver com o que era antigamente. A parte de cima está muito bem decorada, com bastantes assentos. A parte de baixo, a discoteca, também está bastante diferente. A música é que não é nada ao meu gosto...na parte de baixo, ou seja, na discoteca, predominam sonoridades mais ligadas ao House "mainstream", e na parte de cima temos, mais ao começo de noite, sonoridades Chill-Out, que com o avançar da noite começam a desaguar em Hip-Hop/R n B estilo MTV, Kizomba, Reggaeton e outros estilos comerciais. Pode ser que no futuro possam a vir ser tocadas por lá sonoridades diferentes...
Na sexta, após um jantar de anos, fui ao Baco, onde estava o meu amigo Fred_K a passar som dentro do que nos tem habituado, ou seja, Electro e derivados e algum Progressive-House de toada mais "funky". O Baco tava na boa-onda costumeira de sempre, um pouco mais fraco que o habitual, devido a eventos como a Festa das Vindimas ou o Avante...Entretanto o Abel foi lá ter comigo ao Baco, e também teve lá a ouvir um bocado as sonoridades debitadas pelo Fred.
De seguida fui com o Abel até ao ADN, onde iria estar ele ao comando da cabine de DJ. Por lá encontrei o grande Zé Pescador, e escusado será dizer que a acesa discussão acerca dos sets do Zé, que se viveu neste "blog", foi um dos temas principais da nossa conversa...devo esclarecer que nunca escondi ao Zé, e nem ao Cláudio e ao Bruno, a minha opinião acerca do que se passa aos sábados no ADN. Portanto o que eu tenho dito aqui no "blog" não é novidade nenhuma para nenhum deles...
Em relação ao set do Abel, foi eclético, como sempre. Indie-Rock, Punk-Funk, Electro e derivados, House, Metal...o gajo foi a todas...eheheheh. ADN bem composto, apesar da Festa das Vindimas e do Avante.
No sábado fui mais o Zye passar música no Baco, e correu bem...foi a 1ª vez que toquei no Baco com o Zye, e foi muito divertido. Após a meia-noite tive direito a que me fossem cantados os parabéns (pois é, já lá vão 31 aninhos...), e, como sempre, é daqueles momentos que me emocionam sempre...E Baco esteve sempre bom, com mais pessoal na esplanada do que exactamente lá dentro (não os censuro, se eu estivese como cliente também estava lá fora, que lá dentro estava um bocado para o quente...). Um muito obrigado ao Baco e a quem lá trabalha e o frequenta por me deixar entrar no meu dia de anos com o pé direito...eheheheh. Beijinhos também ás Sistas, que andam a gostar muito de LCD Soundsystem...
Acabada a sessão no Baco, fui ouvir o Cid e o Pedro Tiago ao Clube 56, e a casa tava composta, som agradável, dentro de uma linha mais virada para o Funky Electronic-House estilo Brett Johnson ou Derrick Carter, com algum Acid-House á mistura. Espero que voltem a apostar em mais noites destas brevemente...
No domingo foi o meu dia de anos, e houve festa ;).
Na terça, lá fui ao último dia da Festa das Vindimas, e lá fui, finalmente, ver o Mário João e o Miguel Marés aka Papafruta a passar som no Coreto do Largo do São João, em Palmela. A chuva que surgiu entretanto ia pondo em risco a actuação, mas, felizmente, acabou por não causar nenhum entrave de maior...Foram tocadas sonoridades mais ligadas ao Punk-Funk, ao Disco,ao Electro e derivados e a algum House mais ligado ás sonoridades de Chicago "circa" 1986/87/88. Foi muito giro, e pela 1ª vez soube o que era dançar á chuva...de facto, quando a música é boa, nada mais interessa, e coisas como o facto de se estar a apanhar uma molha tornam-se irrelevantes...não digo que o alcóol ingerido (Vindimas, já se sabe...) também não tenha ajudado...Estava muita gente a aderir, e segundo o que me foi dito, tanto sexta e sábado estiveram ao rubro...Pode ser que para o ano apostem com mais convicção num evento destes, em vez de se estar a ouvir "Jorges Nices"...Pena foi a determinada hora a GNR ter mandado cortar o som...Mas valeu a pena ouvir a última música tocada pelo Fred, que foi um final bastante giro para a sessão no Coreto. Pena foi o gajo a tocar ocasionalmente saxofone por cima das sonoridades debitadas...em cenas mais Disco ou Punk-Funk até nem destoava muito, mas em cenas mais Electro...caramba, são coisas que não têm mesmo nada a ver...Já as percussões ocasionais do Jean Vitre eram bem mais subtis, a até davam um andamento mais "disco-sound" á coisa, e ele até tinha o cuidado de as fazer em cima de músicas em que não destoavam...
Acaba o set, e poucos momentos depois cai uma forte chuvada, que me obrigou a mim e a muita gente a ir para debaixo de um pano que estava ao pé do palco principal. Achei graça que muito do pessoal começou a bater, espontaneamente, de forma percussiva no palco de madeira, o que quase criou uma espécie de ritual de índole tribal, uma quase "rave" feita unicamente com sons produzidos com uma mão a bater num objecto de madeira, prova que o espírito dos nossos antepassados mais primitivos vem ao de cima quase sem se dar por isso...
(Relativamente a isto, vejam as fotos que estão no site do Mário João... http://www.freewebs.com/disparo/imagem.htm )
p.s. De regresso ao Lux esta sexta...Trevor Jackson, responsável pela editora Output e mentor do projecto Playgroup...vem inserido numa noite Return To New York, e vem acompanhado pelo principal mentor destas noites, o conceituado DJ/Produtor Arthur Baker, o DJ Oskar Melzer, residente nas noites F.U.N. , em Berlim e também o realizador de vídeos Chris Cunningham, que aparentemente vem para um DJ set...mais uma noite a não perder no Lux.
Aqui fica a descrição que fiz do set do Trevor Jackson em Novembro passado:
"A seguir entrou um dos DJs mais esperados nos últimos tempos, Trevor Jackson, mentor dos Playgroup e dono da editora Output. Iniciou tb o set com sonoridades típicas de Chicago do final dos anos 80, mas cedo dispersou-se por outras sonoridades...Electro (tanto old school como new school), Disco-Sound, Punk-Funk, Detroit Techno clássico, New-Wave, Prince, David Bowie, Frankie Goes To Hollywood, Ellis Beggs & Howard e até o Self Control de R.A.F.(um clássico do Italo-Disco) , produções e remixes dele e temas editados pela Output...Gostei muito. Foi muito "dirty & sleazy", como o próprio gosta de dizer. Público completamente ao rubro..."
A seguir fui á inauguração de uma nova discoteca em Palmela, a VIP, no local onde era o antigo Bar da Vila. Aquilo está completamente diferente, não tem mesmo nada a ver com o que era antigamente. A parte de cima está muito bem decorada, com bastantes assentos. A parte de baixo, a discoteca, também está bastante diferente. A música é que não é nada ao meu gosto...na parte de baixo, ou seja, na discoteca, predominam sonoridades mais ligadas ao House "mainstream", e na parte de cima temos, mais ao começo de noite, sonoridades Chill-Out, que com o avançar da noite começam a desaguar em Hip-Hop/R n B estilo MTV, Kizomba, Reggaeton e outros estilos comerciais. Pode ser que no futuro possam a vir ser tocadas por lá sonoridades diferentes...
Na sexta, após um jantar de anos, fui ao Baco, onde estava o meu amigo Fred_K a passar som dentro do que nos tem habituado, ou seja, Electro e derivados e algum Progressive-House de toada mais "funky". O Baco tava na boa-onda costumeira de sempre, um pouco mais fraco que o habitual, devido a eventos como a Festa das Vindimas ou o Avante...Entretanto o Abel foi lá ter comigo ao Baco, e também teve lá a ouvir um bocado as sonoridades debitadas pelo Fred.
De seguida fui com o Abel até ao ADN, onde iria estar ele ao comando da cabine de DJ. Por lá encontrei o grande Zé Pescador, e escusado será dizer que a acesa discussão acerca dos sets do Zé, que se viveu neste "blog", foi um dos temas principais da nossa conversa...devo esclarecer que nunca escondi ao Zé, e nem ao Cláudio e ao Bruno, a minha opinião acerca do que se passa aos sábados no ADN. Portanto o que eu tenho dito aqui no "blog" não é novidade nenhuma para nenhum deles...
Em relação ao set do Abel, foi eclético, como sempre. Indie-Rock, Punk-Funk, Electro e derivados, House, Metal...o gajo foi a todas...eheheheh. ADN bem composto, apesar da Festa das Vindimas e do Avante.
No sábado fui mais o Zye passar música no Baco, e correu bem...foi a 1ª vez que toquei no Baco com o Zye, e foi muito divertido. Após a meia-noite tive direito a que me fossem cantados os parabéns (pois é, já lá vão 31 aninhos...), e, como sempre, é daqueles momentos que me emocionam sempre...E Baco esteve sempre bom, com mais pessoal na esplanada do que exactamente lá dentro (não os censuro, se eu estivese como cliente também estava lá fora, que lá dentro estava um bocado para o quente...). Um muito obrigado ao Baco e a quem lá trabalha e o frequenta por me deixar entrar no meu dia de anos com o pé direito...eheheheh. Beijinhos também ás Sistas, que andam a gostar muito de LCD Soundsystem...
Acabada a sessão no Baco, fui ouvir o Cid e o Pedro Tiago ao Clube 56, e a casa tava composta, som agradável, dentro de uma linha mais virada para o Funky Electronic-House estilo Brett Johnson ou Derrick Carter, com algum Acid-House á mistura. Espero que voltem a apostar em mais noites destas brevemente...
No domingo foi o meu dia de anos, e houve festa ;).
Na terça, lá fui ao último dia da Festa das Vindimas, e lá fui, finalmente, ver o Mário João e o Miguel Marés aka Papafruta a passar som no Coreto do Largo do São João, em Palmela. A chuva que surgiu entretanto ia pondo em risco a actuação, mas, felizmente, acabou por não causar nenhum entrave de maior...Foram tocadas sonoridades mais ligadas ao Punk-Funk, ao Disco,ao Electro e derivados e a algum House mais ligado ás sonoridades de Chicago "circa" 1986/87/88. Foi muito giro, e pela 1ª vez soube o que era dançar á chuva...de facto, quando a música é boa, nada mais interessa, e coisas como o facto de se estar a apanhar uma molha tornam-se irrelevantes...não digo que o alcóol ingerido (Vindimas, já se sabe...) também não tenha ajudado...Estava muita gente a aderir, e segundo o que me foi dito, tanto sexta e sábado estiveram ao rubro...Pode ser que para o ano apostem com mais convicção num evento destes, em vez de se estar a ouvir "Jorges Nices"...Pena foi a determinada hora a GNR ter mandado cortar o som...Mas valeu a pena ouvir a última música tocada pelo Fred, que foi um final bastante giro para a sessão no Coreto. Pena foi o gajo a tocar ocasionalmente saxofone por cima das sonoridades debitadas...em cenas mais Disco ou Punk-Funk até nem destoava muito, mas em cenas mais Electro...caramba, são coisas que não têm mesmo nada a ver...Já as percussões ocasionais do Jean Vitre eram bem mais subtis, a até davam um andamento mais "disco-sound" á coisa, e ele até tinha o cuidado de as fazer em cima de músicas em que não destoavam...
Acaba o set, e poucos momentos depois cai uma forte chuvada, que me obrigou a mim e a muita gente a ir para debaixo de um pano que estava ao pé do palco principal. Achei graça que muito do pessoal começou a bater, espontaneamente, de forma percussiva no palco de madeira, o que quase criou uma espécie de ritual de índole tribal, uma quase "rave" feita unicamente com sons produzidos com uma mão a bater num objecto de madeira, prova que o espírito dos nossos antepassados mais primitivos vem ao de cima quase sem se dar por isso...
(Relativamente a isto, vejam as fotos que estão no site do Mário João... http://www.freewebs.com/disparo/imagem.htm )
p.s. De regresso ao Lux esta sexta...Trevor Jackson, responsável pela editora Output e mentor do projecto Playgroup...vem inserido numa noite Return To New York, e vem acompanhado pelo principal mentor destas noites, o conceituado DJ/Produtor Arthur Baker, o DJ Oskar Melzer, residente nas noites F.U.N. , em Berlim e também o realizador de vídeos Chris Cunningham, que aparentemente vem para um DJ set...mais uma noite a não perder no Lux.
Aqui fica a descrição que fiz do set do Trevor Jackson em Novembro passado:
"A seguir entrou um dos DJs mais esperados nos últimos tempos, Trevor Jackson, mentor dos Playgroup e dono da editora Output. Iniciou tb o set com sonoridades típicas de Chicago do final dos anos 80, mas cedo dispersou-se por outras sonoridades...Electro (tanto old school como new school), Disco-Sound, Punk-Funk, Detroit Techno clássico, New-Wave, Prince, David Bowie, Frankie Goes To Hollywood, Ellis Beggs & Howard e até o Self Control de R.A.F.(um clássico do Italo-Disco) , produções e remixes dele e temas editados pela Output...Gostei muito. Foi muito "dirty & sleazy", como o próprio gosta de dizer. Público completamente ao rubro..."
terça-feira, setembro 06, 2005
DJ set @ Coreto do S.João, Festa das Vindimas, Palmela.
Pois é, sempre vai haver festa após o fogo de artifício...eheheheh
Selecção musical escolhida e misturada por:
DJ Miguel Marés aka Papafruta (Transistors)
&
Mário João Camolas (Revolwers)
Selecção musical escolhida e misturada por:
DJ Miguel Marés aka Papafruta (Transistors)
&
Mário João Camolas (Revolwers)
quarta-feira, agosto 31, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Sexta-Feira, dia 2 de Setembro:
-Fred_K (Fusion) @ Baco
Downtempo, Funk, Electro e derivados, Funky-Progressive-House and other butt-movin`stuff.
-Mário João Camolas (Revolwers) @ Coreto do S. João, Festa das Vindimas, Palmela
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco & Phucked-Up House (começa á 1 da manhã).
-Abel Santos @ ADN
Ecletic Grooves.
Sábado, dia 3 de Setembro:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) e Zye (Fusion) @ Baco
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House, Funky Electronic-House & other stuff.
-Mário João Camolas (Revolwers) @ Coreto do S. João, em Palmela-Festa Das Vindimas
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco & Phucked Up House.
-CidJay e Pedro Tiago @ Club 56 (antigo Kopus)
Funky-Electronic-House, Acid-House & other funky stuff to shake your strut.
Fim de semana Fusion no Baco...eheheh
-Fred_K (Fusion) @ Baco
Downtempo, Funk, Electro e derivados, Funky-Progressive-House and other butt-movin`stuff.
-Mário João Camolas (Revolwers) @ Coreto do S. João, Festa das Vindimas, Palmela
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco & Phucked-Up House (começa á 1 da manhã).
-Abel Santos @ ADN
Ecletic Grooves.
Sábado, dia 3 de Setembro:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) e Zye (Fusion) @ Baco
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House, Funky Electronic-House & other stuff.
-Mário João Camolas (Revolwers) @ Coreto do S. João, em Palmela-Festa Das Vindimas
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco & Phucked Up House.
-CidJay e Pedro Tiago @ Club 56 (antigo Kopus)
Funky-Electronic-House, Acid-House & other funky stuff to shake your strut.
Fim de semana Fusion no Baco...eheheh
domingo, agosto 28, 2005
Crónicas Nocturnas # 36
Na sexta fui fazer uma visita ao Café Com Estória, e até estava bastante animado. Encontrei por lá o Cid e o Pedro, eles foram lá combinar com a Patrícia para irem lá passa música, e convidaram-me também para ir tocar com eles nessa noite, que em princípio será a 17 de Setembro. Entretanto decidimos sair do Estória, e o Cid recebe um telefonema do responsável pelo Club 56 (antigo Kopus) a dizer que os "flyers" para a noite em que ele e o Pedro irão lá tocar (que será este sábado, dia 3 de Setembro) já estavam prontos.
Fomos então em direcção ao Club 56, fomos lá buscar os "flyers" e ainda bebemos por lá um copo. Aquilo tem uma decoração bem mais engraçada de que quando era Kopus, também mudaram a cabine de sítio...ficou com um ar mais de clube. É bom, para ver se quando agora lá fôr não me fazer lembrar muito aquela noite de má memória de quando aquilo era Kopus.
Entretanto saímos do Clube 56, e decidi ajudar o Cid e o Pedro a deixar os "flyers" nos diversos bares da avenida, e não só...Já há muito tempo que não visitava a zona pop e pseudo-fashion da noite setubalense, mas vejo que infelizmente continua na mesma...Todos os sítios pareciam tocar a mesma música, da esmagadora maioria das casas provinham sonoridades que andavam por entre Kuduro, Kizomba ou Reggaeton (que para mim basicamente é Kuduro cantado em espanhol...), e mesmo quando se ouviam sonoridades ligadas ao House, tinham uma cadência em tudo semelhante á dos Kuduros e derivados...Enfim...muito mau! E ainda por cima, no Extra-Café, não quiseram deixar o Cid entrar para poder pôr lá uns "flyers"...mais uma casa que tem á porta alguém que certamente estaria melhor á porta de um bar de alterne, e daqueles mesmo rascas...
A seguir fomos deixar "flyers" nos locais mais "underground", como o Baco ou o Bombar, onde as pessoas são mais abertas a coisas novas...
Depois fomos ao MXL, onde soava um Deep-House de qualidade, e um bom ambiente, que cada vez mais é heterogêneo e com boa-onda. E tenho a impressão que, á sua maneira, está a fazer evoluir certas mentalidades...Esperemos que continue a fazê-lo.
Acabámos a noite a distribuir "flyers" no ADN e no Tasco do Caneco, onde encontrei o Abel, que me disse que na próxima sexta, dia 2 de Setembro, irá tocar ao ADN. A seguir fui para casa...
No sábado comecei a noite na esplanada do Baco, muito sossegadinho, a beber uma garrafa de água e a ouvir o Moon Safari dos Air. Algum tempo depois telefonou-me uma amiga a perguntar se não queria ir com ela e outra amiga dela ao Lux. Eu disse que sim, e fui ter com elas ao MXL. Estivemos então um bocado no MXL, e depois fomos ter com outras pessoas ao Bombar, e de seguida...Lux.
Ao entrar no bar do Lux, estava a DJ Yen Sung a tocar sonoridades ligadas á Soul, ao R n B, ao Hip-Hop ou ao Broken Beat. Estava muito agradável, e deu para estar a falar calma e relaxadamente com as minhas amigas sobre vários assuntos. E gostei de ver o á-vontade de muitas pessoas, que aproveitam muito bem a mais recente decoração do Lux (da qual já falei aquando de ter ido ouvir o Tiga), em que os assentos são camas. As pessoas deitam-se, descalçam-se...enfim...estão como se estivessem em casa, e sabe bem estar num sítio em que as vibrações são muito positivas.
Com o avançar das horas, decidimos ir para a parte da discoteca, onde estava o Rui Vargas a iniciar o seu set. Começou numa toada Disco-Sound (coisas como Get Down Saturday Night do Olver Cheatham, por exemplo...), mudou depois para um Deep-House mais "electrificado", ouvi o que penso ser uma remistura (bastante boa) do Let`s Get Blown do Snoop Dogg numa toada "Deep-Electro-House" (esta inventei agora...)...Entretanto a pista estava a começar a encher, e Rui Vargas começou a tocar um Electro-House mais ritmado. Foi mais uma noite em que Rui Vargas provou ser um dos melhores DJs nacionais, tanto na selecção musical, que foi sempre excelente, como na capacidade de surpreender, e até de saber acalmar as hostes na altura certa...Ouviu-se Electro e derivados, Acid-House, Minimal Techno estilo Kompakt/Traum/Sender, o Home Computer dos Kraftwerk e até o Lose Control da Missy Elliot, que utiliza um "sample" do tema Clear, dos Cybotron, projecto a que estava ligado um, na altura, bastante jovem, Juan Atkins, que é um dos três grandes do Detroit Techno, em conjunto com Derrick May e Kevin Saunderson. (É obrigatório ouvir a antologia 20 Years Metroplex, com alguns dos trabalhos mais importantes de Juan Atkins que foi editada há poucos meses pela editora Tresor.).
Por lá encontrei os grandes Del Costa e Pedro Goya, e também outro pessoal amigo de Setúbal...não me surpreendi nada de os ver por lá, dado o estado calamitoso da noite setubalense. Mas pode ser que agora nos próximos tempos venham a existir surpresas agradáveis na noite setubalense e arredores...
Mais uma boa noite naquela que para mim é uma das melhores casas do país. E casa completamente á pinha, apesar de estarmos em pleno mês de Agosto...Se bem que estavam lá bastantes pessoas de outras nacionalidades...E a verdade é que o Rui Vargas é uma pessoa que cada vez mais atrai novos fãs...
p.s. Foi-me contado que, quase ao fim da noite de sexta, no ADN, o Zé Pescador tocou um tema qualquer que não foi do agrado das pessoas que lá estavam, e que foi fortemente vaiado, tendo ele desligado a música imediatamente...Só não sei é como é que isto ainda não tinha acontecido, dado as autênticas secas e muito habituais quebras de energia que um set do Zé Pescador provoca na maioria dos casos...Um amigo meu está sempre a dizer que o Zé Pescador é um corta-mocas, e de facto...
Fomos então em direcção ao Club 56, fomos lá buscar os "flyers" e ainda bebemos por lá um copo. Aquilo tem uma decoração bem mais engraçada de que quando era Kopus, também mudaram a cabine de sítio...ficou com um ar mais de clube. É bom, para ver se quando agora lá fôr não me fazer lembrar muito aquela noite de má memória de quando aquilo era Kopus.
Entretanto saímos do Clube 56, e decidi ajudar o Cid e o Pedro a deixar os "flyers" nos diversos bares da avenida, e não só...Já há muito tempo que não visitava a zona pop e pseudo-fashion da noite setubalense, mas vejo que infelizmente continua na mesma...Todos os sítios pareciam tocar a mesma música, da esmagadora maioria das casas provinham sonoridades que andavam por entre Kuduro, Kizomba ou Reggaeton (que para mim basicamente é Kuduro cantado em espanhol...), e mesmo quando se ouviam sonoridades ligadas ao House, tinham uma cadência em tudo semelhante á dos Kuduros e derivados...Enfim...muito mau! E ainda por cima, no Extra-Café, não quiseram deixar o Cid entrar para poder pôr lá uns "flyers"...mais uma casa que tem á porta alguém que certamente estaria melhor á porta de um bar de alterne, e daqueles mesmo rascas...
A seguir fomos deixar "flyers" nos locais mais "underground", como o Baco ou o Bombar, onde as pessoas são mais abertas a coisas novas...
Depois fomos ao MXL, onde soava um Deep-House de qualidade, e um bom ambiente, que cada vez mais é heterogêneo e com boa-onda. E tenho a impressão que, á sua maneira, está a fazer evoluir certas mentalidades...Esperemos que continue a fazê-lo.
Acabámos a noite a distribuir "flyers" no ADN e no Tasco do Caneco, onde encontrei o Abel, que me disse que na próxima sexta, dia 2 de Setembro, irá tocar ao ADN. A seguir fui para casa...
No sábado comecei a noite na esplanada do Baco, muito sossegadinho, a beber uma garrafa de água e a ouvir o Moon Safari dos Air. Algum tempo depois telefonou-me uma amiga a perguntar se não queria ir com ela e outra amiga dela ao Lux. Eu disse que sim, e fui ter com elas ao MXL. Estivemos então um bocado no MXL, e depois fomos ter com outras pessoas ao Bombar, e de seguida...Lux.
Ao entrar no bar do Lux, estava a DJ Yen Sung a tocar sonoridades ligadas á Soul, ao R n B, ao Hip-Hop ou ao Broken Beat. Estava muito agradável, e deu para estar a falar calma e relaxadamente com as minhas amigas sobre vários assuntos. E gostei de ver o á-vontade de muitas pessoas, que aproveitam muito bem a mais recente decoração do Lux (da qual já falei aquando de ter ido ouvir o Tiga), em que os assentos são camas. As pessoas deitam-se, descalçam-se...enfim...estão como se estivessem em casa, e sabe bem estar num sítio em que as vibrações são muito positivas.
Com o avançar das horas, decidimos ir para a parte da discoteca, onde estava o Rui Vargas a iniciar o seu set. Começou numa toada Disco-Sound (coisas como Get Down Saturday Night do Olver Cheatham, por exemplo...), mudou depois para um Deep-House mais "electrificado", ouvi o que penso ser uma remistura (bastante boa) do Let`s Get Blown do Snoop Dogg numa toada "Deep-Electro-House" (esta inventei agora...)...Entretanto a pista estava a começar a encher, e Rui Vargas começou a tocar um Electro-House mais ritmado. Foi mais uma noite em que Rui Vargas provou ser um dos melhores DJs nacionais, tanto na selecção musical, que foi sempre excelente, como na capacidade de surpreender, e até de saber acalmar as hostes na altura certa...Ouviu-se Electro e derivados, Acid-House, Minimal Techno estilo Kompakt/Traum/Sender, o Home Computer dos Kraftwerk e até o Lose Control da Missy Elliot, que utiliza um "sample" do tema Clear, dos Cybotron, projecto a que estava ligado um, na altura, bastante jovem, Juan Atkins, que é um dos três grandes do Detroit Techno, em conjunto com Derrick May e Kevin Saunderson. (É obrigatório ouvir a antologia 20 Years Metroplex, com alguns dos trabalhos mais importantes de Juan Atkins que foi editada há poucos meses pela editora Tresor.).
Por lá encontrei os grandes Del Costa e Pedro Goya, e também outro pessoal amigo de Setúbal...não me surpreendi nada de os ver por lá, dado o estado calamitoso da noite setubalense. Mas pode ser que agora nos próximos tempos venham a existir surpresas agradáveis na noite setubalense e arredores...
Mais uma boa noite naquela que para mim é uma das melhores casas do país. E casa completamente á pinha, apesar de estarmos em pleno mês de Agosto...Se bem que estavam lá bastantes pessoas de outras nacionalidades...E a verdade é que o Rui Vargas é uma pessoa que cada vez mais atrai novos fãs...
p.s. Foi-me contado que, quase ao fim da noite de sexta, no ADN, o Zé Pescador tocou um tema qualquer que não foi do agrado das pessoas que lá estavam, e que foi fortemente vaiado, tendo ele desligado a música imediatamente...Só não sei é como é que isto ainda não tinha acontecido, dado as autênticas secas e muito habituais quebras de energia que um set do Zé Pescador provoca na maioria dos casos...Um amigo meu está sempre a dizer que o Zé Pescador é um corta-mocas, e de facto...
sábado, agosto 27, 2005
Cardápio Nocturno para hoje, sábado.
-Mazgani @ Café com Estória (perto dos Belos, aka Rodoviária)
-Mr. Simon @ Marr (última noite em que o Marr vai estar aberto)
House, Electro & other stuff
-Roger Urb @ Lab (última noite em que o Lab vai estar aberto-hoje é a noite de liquidação total, bebidas a preços especiais)
Deep/Soulfull/Funky House
-Sasse aka Freestyle Man (Mood Music) @ Cais do Rio, Vila Real de Sto António, Algarve
Electro e derivados
-Mr. Simon @ Marr (última noite em que o Marr vai estar aberto)
House, Electro & other stuff
-Roger Urb @ Lab (última noite em que o Lab vai estar aberto-hoje é a noite de liquidação total, bebidas a preços especiais)
Deep/Soulfull/Funky House
-Sasse aka Freestyle Man (Mood Music) @ Cais do Rio, Vila Real de Sto António, Algarve
Electro e derivados
quinta-feira, agosto 25, 2005
Crónicas Nocturnas # 35
Na sexta fui mais uma vez ouvir o meu amigo Abel ao La Bohémme, e como sempre, um set muito eclético, onde o começo andou muito por linguagens mais ligadas ao Punk-Funk, á New Wave e a algum Electro mais "Old School", mas, como é habitaul, depois foi desaguar noutras paragens.
No sábado fui mais uma vez ao Baco passar som, e mais uma noite que correu bem, com o Baco sempre bastante animado, sobretudo na esplanada (pudera, com o calor que estava...eu como cliente também gosto mais de estar na esplanada nas noites quentes de Verão...eheh). Mais uma noite em que andei por entre o Punk-Funk, Disco, Electro e derivados, Acid-House e outras sonoridades dançáveis (tenho reparado que consigo enquadrar bem nos meus sets algum do chamado Filtered-Disco-House françês...cenas estilo Bob Sinclar, Demon, Fantom, Jess & Crabbe, Superfunk, e, claro, Daft Punk, se bem que estes últimos sempre os toquei...é preciso é que tenham uma cadência lenta...é tão bom estar-se a passar novamente por uma fase em que não é tabu misturar-se vários estilos diferentes...). A seguir fui obrigado a ir para o ADN...duas amigas minhas "raptaram-me" a mala dos CDs, e lá tive de ir...Exceptuando o facto de o Zé Pescador ter tocado o Yeah! dos LCD Soundsystem, a oeste nada de novo...Gosto muito do Zé, respeito-o imenso, mas já não tenho muita paciência para ouvir cassetes...Mas o ambiente tava agradável e festivo, ao menos isso.
p.s. Há bocado o meu amigo Fred_K contou-me que a música do Crazy Frog foi banida da MTV alemã, devido ao facto da esmagadora maioria dos espectadores da MTV alemã achar a música extremamente irritante...fico contente de ver que não sou só eu e o Fred que a achamos irritante...eheheheh. Não deverá ser alheio a isto o facto de muita da música electrónica/dançante actual que compro e consumo hoje em dia ser de origem alemã...Get Physical, Systematic, Kompakt, Playhouse, Gigolo, Trapez, MBF, Mood Music, Gomma anyone?
No sábado fui mais uma vez ao Baco passar som, e mais uma noite que correu bem, com o Baco sempre bastante animado, sobretudo na esplanada (pudera, com o calor que estava...eu como cliente também gosto mais de estar na esplanada nas noites quentes de Verão...eheh). Mais uma noite em que andei por entre o Punk-Funk, Disco, Electro e derivados, Acid-House e outras sonoridades dançáveis (tenho reparado que consigo enquadrar bem nos meus sets algum do chamado Filtered-Disco-House françês...cenas estilo Bob Sinclar, Demon, Fantom, Jess & Crabbe, Superfunk, e, claro, Daft Punk, se bem que estes últimos sempre os toquei...é preciso é que tenham uma cadência lenta...é tão bom estar-se a passar novamente por uma fase em que não é tabu misturar-se vários estilos diferentes...). A seguir fui obrigado a ir para o ADN...duas amigas minhas "raptaram-me" a mala dos CDs, e lá tive de ir...Exceptuando o facto de o Zé Pescador ter tocado o Yeah! dos LCD Soundsystem, a oeste nada de novo...Gosto muito do Zé, respeito-o imenso, mas já não tenho muita paciência para ouvir cassetes...Mas o ambiente tava agradável e festivo, ao menos isso.
p.s. Há bocado o meu amigo Fred_K contou-me que a música do Crazy Frog foi banida da MTV alemã, devido ao facto da esmagadora maioria dos espectadores da MTV alemã achar a música extremamente irritante...fico contente de ver que não sou só eu e o Fred que a achamos irritante...eheheheh. Não deverá ser alheio a isto o facto de muita da música electrónica/dançante actual que compro e consumo hoje em dia ser de origem alemã...Get Physical, Systematic, Kompakt, Playhouse, Gigolo, Trapez, MBF, Mood Music, Gomma anyone?
sexta-feira, agosto 19, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Hoje, sexta:
Manuel Calapez @ Lounge
Strawberry Force Fields Forever & Pink Boy @ Lux
Amanhã, sábado:
Eduardo Martins @ Baco
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House & other stuff...
Manuel Calapez @ Lounge
Strawberry Force Fields Forever & Pink Boy @ Lux
Amanhã, sábado:
Eduardo Martins @ Baco
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House & other stuff...
quinta-feira, agosto 18, 2005
Crónicas Nocturnas # 34
Na sexta fui ouvir o meu amigo Abel ao La Bohémme, e, como de costume, ouviu-se boa música dos mais diversos e variados estilos, o que é a imagem de marca do Abel. Também por lá estava a namorada dele, e estivemos os 3 a recordar muitas das nossas aventuras nos nossos tempos de escola primária e secundária.
No sábado fui ao casamento de um dos meus melhores amigos, e encontrei por lá muita malta amiga e/ou conhecida. Foi um casamento bastante divertido, pena é a música que habitualmente tem de se gramar nesta espécie de eventos...Na altura da refeição fomos presenteados com um cd a tocar músicas conhecidas (como a do filme Titanic...) em versão "pan pipes", e nem lá fora se podia escapar, porque em todo o lado deve de existir colunas naquele sítio...Vá lá que quando começou o "bailarico" só deixaram estar o som na parte de dentro, mas só se ouviram coisas execráveis...Apita o Comboio, Crazy Frog, Shakira, músicas das coreografias, etc...E também tivemos direito a uns momentos de "karaoke" (até o meu irmão, já um bocado "alegre", cantou...enfim...). O que vale é que estava bem disposto e levei tudo para a paródia, e no fim tivemos direito a música a sério, com o meu amigo Henri a passar som, coadjuvado por outros amigos meus...inclusivé o noivo, eheheheheh.
No domingo fui ao La Bohémme passar som, e enveredei por uma onda mais Punk-Funk, Dubbed Out Disco, Electro e cenas dos 70s & 80s...Teve-se bastante bem, casa composta. A seguir ainda fui mais o Paulo e o Abel a casa de um amigo meu, e tivemos a assistir a material inédito dos Pink Floyd que esse meu amigo tinha arranjado á pouco tempo em DVD. Foi um fim de noite diferente, mas muito agradável.
p.s. Todos os anos têm de existir temas que são os denominados "hits del verano", que geralmente são coisas horríveis, sem ponta por onde se lhe peguem...nos últimos anos temos gramado com coisas horríveis como o Aserere, os O-Zone ou o Papi Chulo, e sempre que pensamos que não pode aparecer nada pior, "voilá", eis que aparece algo ainda pior do que se ouviu nos últimos tempos...Este ano é o Crazy Frog e um tema que dizem os especialistas ser Reggaeton, mas que a mim soa mais como Kuduro cantado em espanhol, o inenarrável Gasolina, coisas do mais assombroso mau gosto que já tive o azar de ouvir. No caso do Crazy Frog custa-me ver o tema Axel F, do Harold Faltermeyer (que é o tema do filme Caça-Polícias, com o Eddie Murphy) ser tão horrivelmente vilipendiado, a transformar um engraçado tema de Electro "Old School" numa horrorosidade Eurodance...já não bastavam os execráveis Eiffel 65?. Já não há respeito pelas nossas memórias...
No sábado fui ao casamento de um dos meus melhores amigos, e encontrei por lá muita malta amiga e/ou conhecida. Foi um casamento bastante divertido, pena é a música que habitualmente tem de se gramar nesta espécie de eventos...Na altura da refeição fomos presenteados com um cd a tocar músicas conhecidas (como a do filme Titanic...) em versão "pan pipes", e nem lá fora se podia escapar, porque em todo o lado deve de existir colunas naquele sítio...Vá lá que quando começou o "bailarico" só deixaram estar o som na parte de dentro, mas só se ouviram coisas execráveis...Apita o Comboio, Crazy Frog, Shakira, músicas das coreografias, etc...E também tivemos direito a uns momentos de "karaoke" (até o meu irmão, já um bocado "alegre", cantou...enfim...). O que vale é que estava bem disposto e levei tudo para a paródia, e no fim tivemos direito a música a sério, com o meu amigo Henri a passar som, coadjuvado por outros amigos meus...inclusivé o noivo, eheheheheh.
No domingo fui ao La Bohémme passar som, e enveredei por uma onda mais Punk-Funk, Dubbed Out Disco, Electro e cenas dos 70s & 80s...Teve-se bastante bem, casa composta. A seguir ainda fui mais o Paulo e o Abel a casa de um amigo meu, e tivemos a assistir a material inédito dos Pink Floyd que esse meu amigo tinha arranjado á pouco tempo em DVD. Foi um fim de noite diferente, mas muito agradável.
p.s. Todos os anos têm de existir temas que são os denominados "hits del verano", que geralmente são coisas horríveis, sem ponta por onde se lhe peguem...nos últimos anos temos gramado com coisas horríveis como o Aserere, os O-Zone ou o Papi Chulo, e sempre que pensamos que não pode aparecer nada pior, "voilá", eis que aparece algo ainda pior do que se ouviu nos últimos tempos...Este ano é o Crazy Frog e um tema que dizem os especialistas ser Reggaeton, mas que a mim soa mais como Kuduro cantado em espanhol, o inenarrável Gasolina, coisas do mais assombroso mau gosto que já tive o azar de ouvir. No caso do Crazy Frog custa-me ver o tema Axel F, do Harold Faltermeyer (que é o tema do filme Caça-Polícias, com o Eddie Murphy) ser tão horrivelmente vilipendiado, a transformar um engraçado tema de Electro "Old School" numa horrorosidade Eurodance...já não bastavam os execráveis Eiffel 65?. Já não há respeito pelas nossas memórias...
domingo, agosto 14, 2005
Hoje à noite em Setúbal
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ La Bohémme
Electro e derivados, Punk-Funk, Dubbed-Out Disco, etc...
No Amo-te Setúbal uma festa ligada ao bar MXL, com Roger Urb (Lab), Safara, Rui & Jonhy The Volk.
Do que conheço do Roger Urb e do Safara, o som será bom...
Electro e derivados, Punk-Funk, Dubbed-Out Disco, etc...
No Amo-te Setúbal uma festa ligada ao bar MXL, com Roger Urb (Lab), Safara, Rui & Jonhy The Volk.
Do que conheço do Roger Urb e do Safara, o som será bom...
segunda-feira, agosto 08, 2005
Sexta-Feira DFA - Sudoeste
Era mesmo este ano que eu não ia. Mais uma vez…fui. O Palco Planeta Sudoeste foi o principal responsável, a oportunidade de ver ao vivo quase todos os artistas (só faltaram os The Rapture) da editora nova-iorquina DFA (leia-se Death From Above) era quase única este ano, apenas uma deslocação a Benicassim seria capaz de compensar. O cartaz estava assim alinhado:
Lcd Soundsytem
Black Dice
The Juan Maclean
Hot Chip
Delia Gonzalez & Gavin Russom
+
James Murphy (Dj Set)
Marcus Lambkin (Dj Set)
Tim Sweeney (Dj Set)
A ordem dos concertos não estava muito clara e foram muitos os que pensaram que o primeiro concerto seria de Delia & Gavin. Foi precisamente o inverso, após o electrizante concerto dos Maximo Park, foram os Lcd a iniciar o check sound enquanto o Tim Sweeney montava pratos, mesa de mistura e ligações afins.
Quem esteve no Lux ou em Paredes de Coura 2004 sabia bem o que estava prestes a acontecer. Os Lcd em palco arrasam qualquer plateia [ quer dizer…isto faz-me lembrar uma cassete Beta dos New Order que tenho aqui – PFD 177 (Pumped Full os Drugs) – onde num quase home-video, pelos próprios, é filmado um concerto em Shinjuku (Japão) em 1985. Isto tudo para explicar a diferença entre públicos; aqui a audiência japonesa (da altura frise-se) ficou em silêncio absoluto quando a banda entrou em palco. Com a excepção de 2 ou 3 “úhu!” ou “yaaaahhh!” não se ouviu absolutamente nada. Bernard Summer diz: “Confusion”, toda gente bate palmas repentinamente e 3 segundos depois param e a música começa. ]. O concerto preencheu as expectativas apenas pecando por pouco, era um showcase e cada banda teve direito a 30 minutos cada. Desta vez o destaque de James Murphy foi para o baterista, o Pat (escolhe um membro por concerto). Fica o registo que o pessoal “mandou-se” ao ar com todas as músicas, sendo talvez o “Yeah!” a mais bem acolhida. O som pareceu-me melhor que no Lux, mais limpo; em Lisboa gravei bocados das músicas com a câmara e ficou tudo distorcido, aqui não.
Enquanto os Black Dice preparavam a actuação foi Tim Sweney quem se encarregou de manter o ritmo. Pouca gente (suponho) em Portugal ouviu falar dele, no entanto há uns meses descobri através do site da DFA o endereço www.beatsinspace.com, é um programa de rádio que pode ser ouvido na WKNYU ( a rádio universitária de Nova York ) da autoria do Tim. Começou em 1999 e todas as quintas-feiras tem dj sets de 2 horas e tal transmitidos ao vivo, da sua autoria ou com convidados – Trevor Jackson, Kaos, Optimo, Damien Lazarus, In Flagranti, Prins Thomas & Lindstrom, são alguns deles – estes ficam disponíveis on-line um dia depois. Aconselho a fazerem o download de alguns (eu já tenho o meu iPod cheio deles). As escolhas musicais foram eclécticas mas nunca fugindo ao Electro & Derivados, com incursões ao Neo-Italo, Disco e Acid House. Como lhe tinha enviado um mail com informações sobre o festival, acabei por falar com ele uns minutos acerca de música, da cena portuguesa e nova orquina. Espero reencontrá-lo por cá brevemente a pôr som.
Os Black Dice foram um desafio. Se a tenda ficou sempre composta durante a maior parte da noite, durante este concerto devo dizer que também eu fui dar uma volta pelo recinto. O nível de “noise” foi intenso e para os menos habituados ao experimentalismo electrónico foi um convite ao passeio.
O intervalo para The Juan Maclean foi animado pelo dj Set do James Murphy, mas foi nessa altura que estive de conversa com o Tim por isso não estava com muita atenção e um bocado longe da tenda para ouvir com detalhe, mas não fugiu à toada punk-funk, Electro & Derivados.
A actuação de The Juan Maclean conseguiu recuperar muitos dos refugiados da batalha electrónica dos Black Dice, tocando os temas do novo álbum onde se incluem as faixas previamente lançadas em 12”. Gostei bastante da postura do Juan com um tecladozito infatil ao pescoço (que tocava com atitude) e a boa interacção com os outros 2 elementos do grupo, um na percussão e o outro nas máquinas, teclados e theremin.
O dj Set que se seguiu foi o de Markus Lambkin, não conhecia e fiquei muito bem impressionado, criou um ambiente mais Club dentro da tenda talvez derivado do facto de se ter mudado de Nova Iorque para Berlim; o som foi mais pesado, uma espécie de house-todo-fodido, que o público recebeu bastante bem.
Já chegavam às 4 da manhã quando os Hot Chip entraram em palco. Conhecia apenas algumas músicas, e após o concerto fico a pensar porque é que não comprei o álbum. Andei a ler que eles gravam tudo de um modo caseiro, têm alguma aversão a estúdios, mas ao vivo isso não se nota. Com uma postura espevitada, o vocalista só me fazia lembrar o gajo dos DEVO. As músicas tiveram uma boa receptividade do público e provaram que podemos ter um banda muito boa mesmo com ar de cromos/nerds.
O último dj Set foi repartido entre James, Tim e o baixista dos Lcd Soundsystem, foi um set mais relaxado num tom descontraído com bootlegs ao vivo como planet rock vs. Around the world. O ambiente era excelente e apesar de serem quase 5 da manhã ainda estava muita gente para Delia & Gavin.
Bem, esta última actuação aproximou-se dos Black Dice, mas com mais um pouco de ordem. Ouvi e não sei se gostei ou não, talvez ainda não esteja preparado para apreciar. Pareceu-me uma espécie de divagação sonora dentro do “noise”, mas mais sistematizada. Quase estáticos em palco, durante a actuação de meia hora não houve qualquer momento de silêncio, sendo o ruído a ponte para cada faixa.
Com isto eram 5 e 30 da manhã e ainda tinha que fazer cento e tal km para norte, no entanto a viagem fez-se bem porque a noite correu como previsto. Excelente.
Uma nota para a camaradagem entre bandas, não foi só o público festivaleiro que assistiu aos concertos, as bandas da editora assistiram todas aos espectáculos dos companheiros DFA, sendo James Murphy o mais efusivo gesticulando, saltado e gritando como uma espécie de professor louco agradado com o resultado de uma experiência sua.
www.dfarecords.com
Mário João Camolas
Lcd Soundsytem
Black Dice
The Juan Maclean
Hot Chip
Delia Gonzalez & Gavin Russom
+
James Murphy (Dj Set)
Marcus Lambkin (Dj Set)
Tim Sweeney (Dj Set)
A ordem dos concertos não estava muito clara e foram muitos os que pensaram que o primeiro concerto seria de Delia & Gavin. Foi precisamente o inverso, após o electrizante concerto dos Maximo Park, foram os Lcd a iniciar o check sound enquanto o Tim Sweeney montava pratos, mesa de mistura e ligações afins.
Quem esteve no Lux ou em Paredes de Coura 2004 sabia bem o que estava prestes a acontecer. Os Lcd em palco arrasam qualquer plateia [ quer dizer…isto faz-me lembrar uma cassete Beta dos New Order que tenho aqui – PFD 177 (Pumped Full os Drugs) – onde num quase home-video, pelos próprios, é filmado um concerto em Shinjuku (Japão) em 1985. Isto tudo para explicar a diferença entre públicos; aqui a audiência japonesa (da altura frise-se) ficou em silêncio absoluto quando a banda entrou em palco. Com a excepção de 2 ou 3 “úhu!” ou “yaaaahhh!” não se ouviu absolutamente nada. Bernard Summer diz: “Confusion”, toda gente bate palmas repentinamente e 3 segundos depois param e a música começa. ]. O concerto preencheu as expectativas apenas pecando por pouco, era um showcase e cada banda teve direito a 30 minutos cada. Desta vez o destaque de James Murphy foi para o baterista, o Pat (escolhe um membro por concerto). Fica o registo que o pessoal “mandou-se” ao ar com todas as músicas, sendo talvez o “Yeah!” a mais bem acolhida. O som pareceu-me melhor que no Lux, mais limpo; em Lisboa gravei bocados das músicas com a câmara e ficou tudo distorcido, aqui não.
Enquanto os Black Dice preparavam a actuação foi Tim Sweney quem se encarregou de manter o ritmo. Pouca gente (suponho) em Portugal ouviu falar dele, no entanto há uns meses descobri através do site da DFA o endereço www.beatsinspace.com, é um programa de rádio que pode ser ouvido na WKNYU ( a rádio universitária de Nova York ) da autoria do Tim. Começou em 1999 e todas as quintas-feiras tem dj sets de 2 horas e tal transmitidos ao vivo, da sua autoria ou com convidados – Trevor Jackson, Kaos, Optimo, Damien Lazarus, In Flagranti, Prins Thomas & Lindstrom, são alguns deles – estes ficam disponíveis on-line um dia depois. Aconselho a fazerem o download de alguns (eu já tenho o meu iPod cheio deles). As escolhas musicais foram eclécticas mas nunca fugindo ao Electro & Derivados, com incursões ao Neo-Italo, Disco e Acid House. Como lhe tinha enviado um mail com informações sobre o festival, acabei por falar com ele uns minutos acerca de música, da cena portuguesa e nova orquina. Espero reencontrá-lo por cá brevemente a pôr som.
Os Black Dice foram um desafio. Se a tenda ficou sempre composta durante a maior parte da noite, durante este concerto devo dizer que também eu fui dar uma volta pelo recinto. O nível de “noise” foi intenso e para os menos habituados ao experimentalismo electrónico foi um convite ao passeio.
O intervalo para The Juan Maclean foi animado pelo dj Set do James Murphy, mas foi nessa altura que estive de conversa com o Tim por isso não estava com muita atenção e um bocado longe da tenda para ouvir com detalhe, mas não fugiu à toada punk-funk, Electro & Derivados.
A actuação de The Juan Maclean conseguiu recuperar muitos dos refugiados da batalha electrónica dos Black Dice, tocando os temas do novo álbum onde se incluem as faixas previamente lançadas em 12”. Gostei bastante da postura do Juan com um tecladozito infatil ao pescoço (que tocava com atitude) e a boa interacção com os outros 2 elementos do grupo, um na percussão e o outro nas máquinas, teclados e theremin.
O dj Set que se seguiu foi o de Markus Lambkin, não conhecia e fiquei muito bem impressionado, criou um ambiente mais Club dentro da tenda talvez derivado do facto de se ter mudado de Nova Iorque para Berlim; o som foi mais pesado, uma espécie de house-todo-fodido, que o público recebeu bastante bem.
Já chegavam às 4 da manhã quando os Hot Chip entraram em palco. Conhecia apenas algumas músicas, e após o concerto fico a pensar porque é que não comprei o álbum. Andei a ler que eles gravam tudo de um modo caseiro, têm alguma aversão a estúdios, mas ao vivo isso não se nota. Com uma postura espevitada, o vocalista só me fazia lembrar o gajo dos DEVO. As músicas tiveram uma boa receptividade do público e provaram que podemos ter um banda muito boa mesmo com ar de cromos/nerds.
O último dj Set foi repartido entre James, Tim e o baixista dos Lcd Soundsystem, foi um set mais relaxado num tom descontraído com bootlegs ao vivo como planet rock vs. Around the world. O ambiente era excelente e apesar de serem quase 5 da manhã ainda estava muita gente para Delia & Gavin.
Bem, esta última actuação aproximou-se dos Black Dice, mas com mais um pouco de ordem. Ouvi e não sei se gostei ou não, talvez ainda não esteja preparado para apreciar. Pareceu-me uma espécie de divagação sonora dentro do “noise”, mas mais sistematizada. Quase estáticos em palco, durante a actuação de meia hora não houve qualquer momento de silêncio, sendo o ruído a ponte para cada faixa.
Com isto eram 5 e 30 da manhã e ainda tinha que fazer cento e tal km para norte, no entanto a viagem fez-se bem porque a noite correu como previsto. Excelente.
Uma nota para a camaradagem entre bandas, não foi só o público festivaleiro que assistiu aos concertos, as bandas da editora assistiram todas aos espectáculos dos companheiros DFA, sendo James Murphy o mais efusivo gesticulando, saltado e gritando como uma espécie de professor louco agradado com o resultado de uma experiência sua.
www.dfarecords.com
Mário João Camolas
domingo, agosto 07, 2005
Crónicas Nocturnas # 33
Na sexta, após um jantar de aniversário, fui ver o meu amigo Abel ao La Bohémme, e pronto, foi o ecletismo de qualidade a que ele já nos habituou.
De seguida fui ao Tasco do Kaneco, onde estava o meu amigo Pedro Lontro a passar som, numa toada mais Jazzy e Bossa-Nova. E a seguir fui para casa...
No sábado fui ao Baco passar som, e era a festa de aniversário do Baco...Já lá vão 9 anos desde que o Baco abriu, o que é de louvar, e é a prova viva de que as casas que vivem para a qualidade musical, para uma maneira de estar mais alternativa, e que não se preocupam com as futilidades tão habituais na esmagadora maioria dos estabelecimentos nocturnos setubalenses, são as que mais tempo e melhor sobrevivem...
E foi uma noite de festa, apesar de coincidir com festivais como o Sudoeste ou o Andanças, eventos que se sabe de antemão que atraiem muitos dos clientes habituais do Baco e de outros sítios de teor mais alternativo. Esteve bastante gente no Baco a divertir-se com as sonoridades que eu por lá toquei, e por lá passaram também as Sistas ou o meu amigo Marco, que foram também festejar o aniversário de um dos bares favoritos deles...Até os parabéns se cantaram ao Baco...e espero cantá-los muitas mais vezes...E, escusado será dizer, o Calhotas e o Maré estavam muito contentes e eufóricos com isto tudo...E, para o ano, se tudo correr bem, o Baco fará 10 anos de existência, e espero que venham a ser festejados com a pompa e força que merecem...
De seguida fui ao Tasco do Kaneco, onde estava o meu amigo Pedro Lontro a passar som, numa toada mais Jazzy e Bossa-Nova. E a seguir fui para casa...
No sábado fui ao Baco passar som, e era a festa de aniversário do Baco...Já lá vão 9 anos desde que o Baco abriu, o que é de louvar, e é a prova viva de que as casas que vivem para a qualidade musical, para uma maneira de estar mais alternativa, e que não se preocupam com as futilidades tão habituais na esmagadora maioria dos estabelecimentos nocturnos setubalenses, são as que mais tempo e melhor sobrevivem...
E foi uma noite de festa, apesar de coincidir com festivais como o Sudoeste ou o Andanças, eventos que se sabe de antemão que atraiem muitos dos clientes habituais do Baco e de outros sítios de teor mais alternativo. Esteve bastante gente no Baco a divertir-se com as sonoridades que eu por lá toquei, e por lá passaram também as Sistas ou o meu amigo Marco, que foram também festejar o aniversário de um dos bares favoritos deles...Até os parabéns se cantaram ao Baco...e espero cantá-los muitas mais vezes...E, escusado será dizer, o Calhotas e o Maré estavam muito contentes e eufóricos com isto tudo...E, para o ano, se tudo correr bem, o Baco fará 10 anos de existência, e espero que venham a ser festejados com a pompa e força que merecem...
sexta-feira, agosto 05, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Hoje, Sexta, dia 5 de Agosto:
- Abel Santos @ La Bohémme
Ecletic Grooves
-DFA @ Sudoeste
LCD Soundsystem, Juan Mc Lean, Black Dice, etc...
Amanhã, Sábado, dia 6 de Agosto:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Baco
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid House & other stuff...
-Zye (Fusion) @ La Bohémme
Downtempo, Electro, 80s & Funky Electronic House
- Abel Santos @ La Bohémme
Ecletic Grooves
-DFA @ Sudoeste
LCD Soundsystem, Juan Mc Lean, Black Dice, etc...
Amanhã, Sábado, dia 6 de Agosto:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Baco
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid House & other stuff...
-Zye (Fusion) @ La Bohémme
Downtempo, Electro, 80s & Funky Electronic House
terça-feira, agosto 02, 2005
Pump Up The Volume
Pump Up The Volume, um documentário sobre a evolução da música de dança/electrónica, mas numa perspectiva britânica. Gosto mais das partes 1 e metade da 2, que falam muito sobre o House de Chicago, mas no geral achei o documentário bastante interessante...Não sei se já o tinham visto...Divirtam-se...Convém fazer o "download" dos "rams"...
http://www.music-101.com/images/pictures/pumpupthevolume.ram
http://www.music-101.com/images/pictures/pumpupthevolume2.ram
http://www.music-101.com/images/pictures/pumpupthevolume3.ram
http://www.music-101.com/images/pictures/pumpupthevolume.ram
http://www.music-101.com/images/pictures/pumpupthevolume2.ram
http://www.music-101.com/images/pictures/pumpupthevolume3.ram
segunda-feira, agosto 01, 2005
Crónicas Nocturnas # 32
Na sexta fui ao jantar de despedida de solteiro de um dos meus melhores amigos. O jantar foi agradável, e, de seguida, fomos a um bar que penso que se chama Caseiras...
O espaço, embora tenha um aspecto um bocado rústico, e fique um bocado fora de mão, é engraçado, e não sei se não seria um espaço engraçado para se fazer lá uma festazita...
De seguida fui para casa, pois para onde o restante pessoal queria ir, eu não tinha vontade nenhuma de ir...
No sábado fui a mais um jantar, desta vez de anos, do Marco, um dos meus habituais companheiros de noitadas. Também foi um jantar bastante agradável.
De seguida, fomos a um bar em Palmela ao qual eu já não ia há uns tempos, a Taverna...e devo de dizer que continua igual ao que sempre foi...O mesmo ambiente, as mesmas caras, enfim...
A seguir fomos para o Baco, onde se esteve bem. O DJ de serviço era um holandês amigo dos donos (que são os grandes Maré e Calhotas). Passou um somzito porreiro, se bem que houve uma ou outra malha que não gostei tanto...Por lá vi também uma das minhas amigas Sistas que já há algum tempo não via por estas andanças...a grande Belasista.
Depois, fomos ao ADN. Estava lá o Zé Pescador a passar som, como habitual, e ao começo da noite até esteve bem, mas depois enveredou por aquela "cassete" alternativa que tanto me irrita (não é a qualidade das músicas que está em questão, mas a sequência e a repetição "ad nauseaum" das mesmas...). Não fosse a Belasista a pedir Chemical Brothers e essa parte da noite teria sido bem mais chata do que foi (e o Don´t Leave Me This Way cantado pelos Communards, quase ao fim da noite também foi engraçado...).Ao menos o aniversariante estava a divertir-se, e isso é que interessa...Pena também foi os comportamentos pouco edificantes a que assisti aquando do fecho do ADN...enfim...há pessoas que não sabem estar...
p.s. Há certos sítios onde não se pode ir comer...Qualquer um dos restaurantes a que fui esteve-se bem em termos de serviço e comida, mas a conta ao fim...jesus...praticamente 20 euros em qualquer um dos restaurantes a que fui...Assim não há carteira que aguente...
E o ADN aos sábados é quase sempre uma grande seca...Tenho um enorme respeito pelo Zé Pescador, mas assim não dá...o ADN é um sítio onde se pode arriscar e inovar á vontade, e custa-me ver que quem está mais vezes á frente da cabine raramente o faça...É preciso estar sempre a ouvir os mesmos temas, e quase sempre na mesma sequência? O ADN assim quase parece uma casa pop e (pseudo) fashion, mas versão música alternativa...Ao menos ás sextas aposta-se em coisas diferentes, mas acho que aos sábados também se devia fazer o mesmo mais vezes...
O espaço, embora tenha um aspecto um bocado rústico, e fique um bocado fora de mão, é engraçado, e não sei se não seria um espaço engraçado para se fazer lá uma festazita...
De seguida fui para casa, pois para onde o restante pessoal queria ir, eu não tinha vontade nenhuma de ir...
No sábado fui a mais um jantar, desta vez de anos, do Marco, um dos meus habituais companheiros de noitadas. Também foi um jantar bastante agradável.
De seguida, fomos a um bar em Palmela ao qual eu já não ia há uns tempos, a Taverna...e devo de dizer que continua igual ao que sempre foi...O mesmo ambiente, as mesmas caras, enfim...
A seguir fomos para o Baco, onde se esteve bem. O DJ de serviço era um holandês amigo dos donos (que são os grandes Maré e Calhotas). Passou um somzito porreiro, se bem que houve uma ou outra malha que não gostei tanto...Por lá vi também uma das minhas amigas Sistas que já há algum tempo não via por estas andanças...a grande Belasista.
Depois, fomos ao ADN. Estava lá o Zé Pescador a passar som, como habitual, e ao começo da noite até esteve bem, mas depois enveredou por aquela "cassete" alternativa que tanto me irrita (não é a qualidade das músicas que está em questão, mas a sequência e a repetição "ad nauseaum" das mesmas...). Não fosse a Belasista a pedir Chemical Brothers e essa parte da noite teria sido bem mais chata do que foi (e o Don´t Leave Me This Way cantado pelos Communards, quase ao fim da noite também foi engraçado...).Ao menos o aniversariante estava a divertir-se, e isso é que interessa...Pena também foi os comportamentos pouco edificantes a que assisti aquando do fecho do ADN...enfim...há pessoas que não sabem estar...
p.s. Há certos sítios onde não se pode ir comer...Qualquer um dos restaurantes a que fui esteve-se bem em termos de serviço e comida, mas a conta ao fim...jesus...praticamente 20 euros em qualquer um dos restaurantes a que fui...Assim não há carteira que aguente...
E o ADN aos sábados é quase sempre uma grande seca...Tenho um enorme respeito pelo Zé Pescador, mas assim não dá...o ADN é um sítio onde se pode arriscar e inovar á vontade, e custa-me ver que quem está mais vezes á frente da cabine raramente o faça...É preciso estar sempre a ouvir os mesmos temas, e quase sempre na mesma sequência? O ADN assim quase parece uma casa pop e (pseudo) fashion, mas versão música alternativa...Ao menos ás sextas aposta-se em coisas diferentes, mas acho que aos sábados também se devia fazer o mesmo mais vezes...
sexta-feira, julho 29, 2005
quarta-feira, julho 27, 2005
Crónicas Nocturnas # 31
Na sexta fui mais o Zye ao Baco, para ouvirmos o nosso amigo Fred_K a passar som. Mais uma vez foi uma boa sessão por parte do Fred, tendo começado numa toada mais Dub, depois enveredou por linguagens mais ligadas ao Electro e derivados, e acabou a sessão com sonoridades mais Progressive. Baco á pinha e com um final de sessão ao rubro... Gostei bastante, apesar de não ser grande adepto de Progressive, mas o Fred não toca aquele Progressive que se ouve habitualmente noutros sítios...Como sempre, a boa-onda costumeira do Baco, que permite a quem lá passa música arriscar...
Acabada a sessão no Baco, fomos ver o nosso amigo Abel ao ADN...era suposto ele dividir a noite com o Zé Pescador, mas devido a problemas pessoais, não pôde comparecer...Mas o Abel sabe-se desenrascar sozinho...eheheheh. Muito eclético como sempre, diverso estilos musicais (o Abel diz que no geral acha chato tocar mais do que 3 ou 4 músicas seguidas do mesmo estilo...)...mais uma boa sessão do Abel, e ADN também ao rubro.
No sábado, fui mais o meu amigo Mário João tocar ao Estória, e correu bem...Tivemos sempre a casa bem composta, e tocámos o que quisémos sem qualquer espécie de pressão. Começámos numa toada mais Disco e Punk-Funk, e depois evoluímos para sonoridades mais ligadas ao Electro-House e a algum Acid-House, mas nada de muito "puxado". Já tinha saudades de passar música em conjunto com o Mário João, já há uns mesitos que não tocávamos em conjunto como Revolwers, e espero que a próxima seja o mais breve possível. (E Fred, se leres isto, um muito obrigado pelas tuas colunas JBL...deram-nos cá um jeitaço...eheheheh). Soube que o Zye também teve uma noite porreira lá no Baco...De seguida, fui para casa...
p.s. Ouvi dizer que na sexta-feira vários espaços mais ligados ao que eu aqui no fórum designo como "pop e (pseudo) fashion" foram fiscalizados, e que foram apreendidos uns quantos cds piratas ( parece que um dos DJs de uma das casas foi apanhado com 117 cds piratas...ui!). Em Setúbal, por volta de 2001, começou a surgir um agrupamento de DJs (mais ligados ao locais mais "mainstream", embora também os haja ligado a meios mais "underground"...) que começaram a sacar músicas através de programas como o Audiogalaxy, o E-Mule, o Kazaa ou o Soulseek, e de ganharem dinheiro dessa forma...ou seja, ganham dinheiro, mas não o investem para comprar os originais ( e segundo a lógica deles, porque haveriam de comprar, se está ali de borla na internet?). É claro que isto é um roubo, o artista, por maior ou menor qualidade que tenha sua música, merece ser ressarcido pelo seu trabalho...sejam os Tiefschwarz ou o Tiga, seja a Shakira ou o Quim Barreiros. Outra das consequências que isto traz é a diminuição dos "cachets" de que um DJ normalmente deveria usufruir, porque existem certos meninos que sacam tudo da internet, e tocam a preços quase simbólicos, e quem compra os originais por vezes tem dificuldade em passar som e receber o mínimo indispensável para pagar o investimento, porque os donos das casas pensam (e estão no direito deles...) "porque hei-de pagar 50 euros a este gajo se pago 20 ao outro que saca tudo da internet e que até passa a mesma coisa e tal..."E muitos destes meninos são DJs porque está na moda, geralmente até nem têm grande cultura musical, têm quase sempre tendência a nivelar os gostos das pessoas por baixo, e acham que ser DJ atrai garinas e tal...enfim, são o que eu designo como "wannabe DJs" ou "DJ Mp3".
Por estas duas razões concordo em absoluto que existam fiscalizações, e quantas mais existirem, mais depressa esta era do "wannabe DJ" chegará ao fim...quando começarem a chegar a casa sem os cds com as músicas que sacaram da internet, com uma multa pesada para pagar e com a eventual possibilidade de terem ir a tribunal esclarecer tudo (e, segundo a lei, pode-se punir o infractor até 3 anos por este tipo de crime...), hão-de pensar duas vezes em meterem-se nestas andanças...Ou então comecem a aplicar o que ganham na compra de originais...
Obviamente excluo deste lote quem tem os originais, seja em cd ou em vinil, em casa, e não os leva apenas para preservar o espólio já adquirido, ou devido a não haver pratos para se tocar vinil, e ver-se obrigado a passar o que tem em vinil para cd...e este é uma questão que a lei deve de resolver o mais rápido possível...
Acabada a sessão no Baco, fomos ver o nosso amigo Abel ao ADN...era suposto ele dividir a noite com o Zé Pescador, mas devido a problemas pessoais, não pôde comparecer...Mas o Abel sabe-se desenrascar sozinho...eheheheh. Muito eclético como sempre, diverso estilos musicais (o Abel diz que no geral acha chato tocar mais do que 3 ou 4 músicas seguidas do mesmo estilo...)...mais uma boa sessão do Abel, e ADN também ao rubro.
No sábado, fui mais o meu amigo Mário João tocar ao Estória, e correu bem...Tivemos sempre a casa bem composta, e tocámos o que quisémos sem qualquer espécie de pressão. Começámos numa toada mais Disco e Punk-Funk, e depois evoluímos para sonoridades mais ligadas ao Electro-House e a algum Acid-House, mas nada de muito "puxado". Já tinha saudades de passar música em conjunto com o Mário João, já há uns mesitos que não tocávamos em conjunto como Revolwers, e espero que a próxima seja o mais breve possível. (E Fred, se leres isto, um muito obrigado pelas tuas colunas JBL...deram-nos cá um jeitaço...eheheheh). Soube que o Zye também teve uma noite porreira lá no Baco...De seguida, fui para casa...
p.s. Ouvi dizer que na sexta-feira vários espaços mais ligados ao que eu aqui no fórum designo como "pop e (pseudo) fashion" foram fiscalizados, e que foram apreendidos uns quantos cds piratas ( parece que um dos DJs de uma das casas foi apanhado com 117 cds piratas...ui!). Em Setúbal, por volta de 2001, começou a surgir um agrupamento de DJs (mais ligados ao locais mais "mainstream", embora também os haja ligado a meios mais "underground"...) que começaram a sacar músicas através de programas como o Audiogalaxy, o E-Mule, o Kazaa ou o Soulseek, e de ganharem dinheiro dessa forma...ou seja, ganham dinheiro, mas não o investem para comprar os originais ( e segundo a lógica deles, porque haveriam de comprar, se está ali de borla na internet?). É claro que isto é um roubo, o artista, por maior ou menor qualidade que tenha sua música, merece ser ressarcido pelo seu trabalho...sejam os Tiefschwarz ou o Tiga, seja a Shakira ou o Quim Barreiros. Outra das consequências que isto traz é a diminuição dos "cachets" de que um DJ normalmente deveria usufruir, porque existem certos meninos que sacam tudo da internet, e tocam a preços quase simbólicos, e quem compra os originais por vezes tem dificuldade em passar som e receber o mínimo indispensável para pagar o investimento, porque os donos das casas pensam (e estão no direito deles...) "porque hei-de pagar 50 euros a este gajo se pago 20 ao outro que saca tudo da internet e que até passa a mesma coisa e tal..."E muitos destes meninos são DJs porque está na moda, geralmente até nem têm grande cultura musical, têm quase sempre tendência a nivelar os gostos das pessoas por baixo, e acham que ser DJ atrai garinas e tal...enfim, são o que eu designo como "wannabe DJs" ou "DJ Mp3".
Por estas duas razões concordo em absoluto que existam fiscalizações, e quantas mais existirem, mais depressa esta era do "wannabe DJ" chegará ao fim...quando começarem a chegar a casa sem os cds com as músicas que sacaram da internet, com uma multa pesada para pagar e com a eventual possibilidade de terem ir a tribunal esclarecer tudo (e, segundo a lei, pode-se punir o infractor até 3 anos por este tipo de crime...), hão-de pensar duas vezes em meterem-se nestas andanças...Ou então comecem a aplicar o que ganham na compra de originais...
Obviamente excluo deste lote quem tem os originais, seja em cd ou em vinil, em casa, e não os leva apenas para preservar o espólio já adquirido, ou devido a não haver pratos para se tocar vinil, e ver-se obrigado a passar o que tem em vinil para cd...e este é uma questão que a lei deve de resolver o mais rápido possível...
quarta-feira, julho 20, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Sexta:
-Fred_K (Fusion) @ Baco
Funk, Electro e derivados, Progressive, etc...
-Quarteto de Jazz @ Café Com Estória
-Abel Santos & Zé Pescador @ ADN
Ecletic and Alternative Grooves
Sábado:
-Revolwers @ Café Com Estória
Revolwers are:
Mário João Camolas & Eduardo Martins (Fusion)
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco & Fucked-Up House
-Zye (Fusion) @ Baco
Lounge, Electro e derivados, Funky Electronic-House
-Abel Santos @ Tasco do Kaneco
Ecletic Grooves
-Fred_K (Fusion) @ Baco
Funk, Electro e derivados, Progressive, etc...
-Quarteto de Jazz @ Café Com Estória
-Abel Santos & Zé Pescador @ ADN
Ecletic and Alternative Grooves
Sábado:
-Revolwers @ Café Com Estória
Revolwers are:
Mário João Camolas & Eduardo Martins (Fusion)
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco & Fucked-Up House
-Zye (Fusion) @ Baco
Lounge, Electro e derivados, Funky Electronic-House
-Abel Santos @ Tasco do Kaneco
Ecletic Grooves
domingo, julho 17, 2005
No meio das Serras
A saudável discussão que se desenvolveu neste Blog acerca da tentativa de “criar movida” aqui na zona Palmela-Setúbal, levou-me a pôr em causa a possibilidade de fazer uma “noite diferente” num estabelecimento nocturno virado para sonoridades mais “comerciais”.
Neste fim-de-semana tive a oportunidade, juntamente com um amigo, de fazer uma noite no Big P, na Sertã. A temática musical seria mistura de Mash-ups, House-todo-fodido - ao estilo Get physical/Kompakt – Electro-House e derivados ( punk funk, etc.). À partida estava receoso, porque já tive experiências desagradáveis numas noites em casas ditas de som comercial em que literalmente senti (sentimos, não é Eduardo?) o ódio da pista de dança na minha direcção. Ora, estas minhas dúvidas não se confirmaram de todo, olhando umas horas para trás só posso dizer que correu tudo muito bem. Começámos por volta da 1h e às 2.30 a discoteca estava à pinha. Ao olhar para a caras e corpos reparava numa espécie de apreensão / ambientação ao som, como se quisessem avançar mas com cautela. Aconteceu, por uma meia hora, aquele fenómeno estranho (não sei se característico de Portugal) em que todos ficam no limiar da pista de dança a olhar para esta, mas ninguém avança, como se estivesse uma fogueira gigante lá no meio e todos tivessem medo de se queimar. Foi aqui que percebi para que é que servem os fumos que se mandam lá para o meio para “abrir a pista”; servem para encobrir os mais destemidos. ex. Não está ninguém na pista – pfffffffffffffffffffffffffffffff – epá…já lá está gente!.
Bem, o que se passou deita por terra a teoria do “tens de pôr uma musiquinha que o pessoal conheça para isto arrancar…algo…assim…comercial”. Toda a gente arrancou com Michael Mayer e a partir daí nunca mais pararam: Tiga, Dj Hell, Mylo, Alter-Ego, Tiefschwarz, Chemical Brothers, Dj Naughty, Felix the Housecat, Patric Baumel, Dj T., Thomas Andersson, Vitalic…tudo resultou.
É óbvio que nem toda a gente gostou, há sempre os resistentes do vira do disco e toca o mesmo, mas o que interessa verdadeiramente foi que a maioria aderiu com som que não estavam habituados a ouvir.
Fez-se uma noite “diferente” com sucesso pleno. Acabei o meu set por volta das 5h15 e passei os pratos ao residente para a hora final, aconteceu assim porque quis que quem lá estivesse acabasse por ouvir algo novo e saísse com a sensação de bem-estar de quando vamos para casa com um noite em cheio. Devo dizer que não houve uma passagem bruta para uma música tipo “a do Simão em versão Kizomba” (Gisco) …manteve-se a onda, nada de foleirices.
Que conclusões podem ser tiradas?
A Sertã, como muitas outras Terras em Portugal, está um pouco isolada, logo a absorção da novidade é muito mais rápida do que num local constantemente bombardeado com informação. Como não existem ideias pré-definidas ou grupos de pressão não existe tanta resistência. Na minha opinião são estes os grupos que mais prejudicam a diversidade. A eles estão associados pessoas com poucos interesses à parte de fazer dinheiro – falo aqui de empresários ou gerentes – e outras com um certo ar snobe, orgulhosas em ser mais um no rebanho do mainstream, sempre ávidos de novas modas em que se possam copiar uns aos outros, para todas estas a música não passa de um acessório.
Ao Fred K, ao Eduardo, ao Zé, ao MP, ao Gisco e ao Bionic (e a quem quiser): comentem s.f.f.
Mário João
Neste fim-de-semana tive a oportunidade, juntamente com um amigo, de fazer uma noite no Big P, na Sertã. A temática musical seria mistura de Mash-ups, House-todo-fodido - ao estilo Get physical/Kompakt – Electro-House e derivados ( punk funk, etc.). À partida estava receoso, porque já tive experiências desagradáveis numas noites em casas ditas de som comercial em que literalmente senti (sentimos, não é Eduardo?) o ódio da pista de dança na minha direcção. Ora, estas minhas dúvidas não se confirmaram de todo, olhando umas horas para trás só posso dizer que correu tudo muito bem. Começámos por volta da 1h e às 2.30 a discoteca estava à pinha. Ao olhar para a caras e corpos reparava numa espécie de apreensão / ambientação ao som, como se quisessem avançar mas com cautela. Aconteceu, por uma meia hora, aquele fenómeno estranho (não sei se característico de Portugal) em que todos ficam no limiar da pista de dança a olhar para esta, mas ninguém avança, como se estivesse uma fogueira gigante lá no meio e todos tivessem medo de se queimar. Foi aqui que percebi para que é que servem os fumos que se mandam lá para o meio para “abrir a pista”; servem para encobrir os mais destemidos. ex. Não está ninguém na pista – pfffffffffffffffffffffffffffffff – epá…já lá está gente!.
Bem, o que se passou deita por terra a teoria do “tens de pôr uma musiquinha que o pessoal conheça para isto arrancar…algo…assim…comercial”. Toda a gente arrancou com Michael Mayer e a partir daí nunca mais pararam: Tiga, Dj Hell, Mylo, Alter-Ego, Tiefschwarz, Chemical Brothers, Dj Naughty, Felix the Housecat, Patric Baumel, Dj T., Thomas Andersson, Vitalic…tudo resultou.
É óbvio que nem toda a gente gostou, há sempre os resistentes do vira do disco e toca o mesmo, mas o que interessa verdadeiramente foi que a maioria aderiu com som que não estavam habituados a ouvir.
Fez-se uma noite “diferente” com sucesso pleno. Acabei o meu set por volta das 5h15 e passei os pratos ao residente para a hora final, aconteceu assim porque quis que quem lá estivesse acabasse por ouvir algo novo e saísse com a sensação de bem-estar de quando vamos para casa com um noite em cheio. Devo dizer que não houve uma passagem bruta para uma música tipo “a do Simão em versão Kizomba” (Gisco) …manteve-se a onda, nada de foleirices.
Que conclusões podem ser tiradas?
A Sertã, como muitas outras Terras em Portugal, está um pouco isolada, logo a absorção da novidade é muito mais rápida do que num local constantemente bombardeado com informação. Como não existem ideias pré-definidas ou grupos de pressão não existe tanta resistência. Na minha opinião são estes os grupos que mais prejudicam a diversidade. A eles estão associados pessoas com poucos interesses à parte de fazer dinheiro – falo aqui de empresários ou gerentes – e outras com um certo ar snobe, orgulhosas em ser mais um no rebanho do mainstream, sempre ávidos de novas modas em que se possam copiar uns aos outros, para todas estas a música não passa de um acessório.
Ao Fred K, ao Eduardo, ao Zé, ao MP, ao Gisco e ao Bionic (e a quem quiser): comentem s.f.f.
Mário João
Crónicas Nocturnas # 30
Na quarta fui dar uma pequena volta a Setúbal, pois fui ter com o meu grande amigo Daniel Costa, que está, desde há pouco tempo, a passar som ás terças e quartas no Apache, um bar que fica por detrás da rua que vai dar ás traseiras do infame SpyClub. O ambiente estava composto, e o som que o Daniel tocava era bastante agradável, dentro de uma onda mais ligada ao Deep/Soulfull/Funky House. Já há uns tempos que não estava com ele, e deu para pôr-mos a conversa em dia. Mais uma boa opção para se ouvir bom House...também no Spy, na parte de cima, ás 3ªs feiras, o DJ Pedro Monchique tocará Deep-House, a começar já esta terça...
Na quinta, iniciei a minha noite no Café Com Estória, e estive lá a dar uns dedos de conversa com as minhas amigas Patrícia e Gisela. A seguir pus-me a caminho de Lisboa, mais exactamente a caminho do Lux, pois nessa noite iria lá estar o DJ/Produtor, e patrão da Turbo Records, o canadiano Tiga. Ao entrar no Lux, já o Tiago Miranda se encontrava ao comando da cabine do Bar do Lux. Deparei com uma decoração diferente desde a última vez que lá estive...Uma onda muito "Fetiche", com camas a fazerem de assento, e uma enorme gaiola ao pé do bar que está por baixo da cabine de som, e com alguns ecrãns a transmitirem imagens muito sugestivas...Gostei!.
O Tiago Miranda estava a tocar Funk, e continuou nesse estilo durante algum tempo, e a seguir começou a enveredar por sonoridades mais ligadas ao Punk-Funk, ao Rock, a algum Electro e derivados. Entretanto encontrei por lá o Fernando aka Dexter da Flur (e contei-lhe a aventura no Arrábida Klub Kaffé...)e também o meu amigo MP, o "dono" do blog Yeah Yeah Yeah, recentemente regressado de terras de Sua Majestade (infelizmente assoladas recentemente por um acto execrável de terrorismo...). Ficámos calmamente a conversar na parte de cima, até verificarmos que a parte da Discoteca já tinha sido aberta, e lá fomos para baixo...Já se encontrava o Pink Boy aka Nuno Rosa na cabine, e enquanto lá esteve, passou um excelente som. Ficámos na parte de cima, e assistimos á chegada do Tiga á cabine, e consegui arranjar coragem para ir ter com ele e apertar-lhe a mão...felizmente não é daquelas pessoas arrogantes, pareceu-me bastante simpático, e até me pareceu um pouco tímido...é bom quando alguém que respeitamos muito é uma pessoa, de certa forma, acessível.
Por volta das 3:10, Tiga inicia o seu set, com muitos aplausos...a pista do Lux estava completamente cheia, e Tiga iniciou assim uma viagem que me levou muitas vezes ao rubro. Tocou temas dele, como o Pleasure From The Bass, o Louder Than A Bomb, o Move My Body (que deverá ser o novo "single", e que já apareceu na última compilação da Bugged Out, que foi misturada por Erol Alkan), entre 3 ou 4 temas que ou eram temas novos dele, ou seriam vocalizados por ele...Também a remistura dele ao Washing Up do Tomas Andersson levou muita gente ao delírio completo, e também se ouviu por lá uma remistura ou bootleg do Hollaback Girl da Gwen Stefani (pelo menos usava um excerto do Ich Und Elaine dos 2raumwohnung), o The Big Fake de Traffic Signs aka Steve Bug, o Another Excuse (que é basicamente um remake dos DFA ao NY Excuse dos Soulwax)...o set andou sempre por sonoridades mais ligadas ao Electro-House, Electro-Techno, algum Electro mais puro e algum Acid-House, mas sempre com aquela atitude um pouco "Pop" que Tiga injecta quase sempre nos seus sets...Tocou também muita coisa desconhecida (coisa que eu gosto muito em DJs, que é mostrar coisas novas...). Enfim, gostei muito, e penso que o meu amigo MP também...O set do Tiga acabou por volta das 6:40 da manhã, e ao sair da cabine, apertei-lhe a mão novamente, disse-lhe que tinha gostado muito do set dele, e que esperava que ele voltasse muito brevemente...O Nuno Rosa voltou a pegar nos pratos, e re-iniciou com uma remistura ao Driving You Slow do The Gift, que me pareceu bastante engraçada...Mas tive de me ir embora, pois o cansaço já não perdoava...Tive pena de não ouvir o Dominique Keegan, mas o Tiga nunca mo permitiu...eheheheheh.
Na sexta fui ouvir o Zye ao Café Com Estória, e teve-se bastante bem, apesar de a noite ter estado um pouco calma. Ainda fui, com a Gisela, dar um "giro" pelos sítios mais "underground" de SEtúbal, para ajudar a distribuir uns "flyers" que publicitavam o evento do dia a seguir lá no Estória. Fomos ao La Bohémme, ao Baco (onde se encontrava o Cid a passar um bom House) e ao Bombar. Depois lá voltámos ao Estória, e lá ficámos, até a casa fechar. A seguir fomos para o ADN, onde estava uma nova dupla de DJs setubalense, os Dance Pop Trashers (é este o nome, se não estou em erro...se estiver, corrijam-me...), num set em que se misturou Electro e derivados com Punk-Funk, algum Techno e algum Indie-Rock...foi muito agradável...ouviu-se Vitalic, Underworld, Chemical Brothers, Bloc Party, !!!, Pixies, etc...Espero voltar a ouvi-los mais vezes...
No sábado, lá fui ao Café Com Estória, para iniciar a noite festiva que se viveu por lá...Fui eu que abri, por assim dizer, as "hostilidades". Comecei o set numa toada mais Dub, e pouco e pouco comecei a entrar numa onda mais virada para o Dubbed-Out Disco, Punk-Funk e coisas como o Angel Eyes dos Roxy Music, ou o White Horse dos Laidback, e comecei a evoluir, conforme a casa ia enchendo, para uma onda mais virada para o Electro-House. Aí continuei, até á chegada dos Teenage Fuckfest, que é o projecto em conjunto do Pedro Viegas com o guitarrista China, onde o China toca guitarra eléctrica por cima dos discos tocados pelo Pedro Viegas...começaram a actuação deles numa toada se calhar um pouco lenta demais para a hora que era, mas cedo enveredaram por coisas mais dançáveis...ora numa toada mais House, ora numa toada mais Breakbeat...foi bom. A seguir, e a terminar a noite, o Fred, que tocou um set entre o Electro e derivados e Progressive-House, e que também foi bom. Foi uma noite espectacular, em que me diverti muito, e sei que os responsáveis pelo Café Com Estória também gostaram muito. Desde já um muito obrigado a quem passou pelo Estória nessa noite e pelo consequente apoio a este evento, espero que se tenham divertido bastante, e esperemos que venham a existir mais eventos deste género por lá, dado que se viu que, desde que as coisas sejam bem organizadas e publicitadas, as coisas correm bem.
p.s.Parece que a noite lá na Big P, na Sertã, com o meu amigo e companheiro dos Revolwers, também correu bastante bem.
Na quinta, iniciei a minha noite no Café Com Estória, e estive lá a dar uns dedos de conversa com as minhas amigas Patrícia e Gisela. A seguir pus-me a caminho de Lisboa, mais exactamente a caminho do Lux, pois nessa noite iria lá estar o DJ/Produtor, e patrão da Turbo Records, o canadiano Tiga. Ao entrar no Lux, já o Tiago Miranda se encontrava ao comando da cabine do Bar do Lux. Deparei com uma decoração diferente desde a última vez que lá estive...Uma onda muito "Fetiche", com camas a fazerem de assento, e uma enorme gaiola ao pé do bar que está por baixo da cabine de som, e com alguns ecrãns a transmitirem imagens muito sugestivas...Gostei!.
O Tiago Miranda estava a tocar Funk, e continuou nesse estilo durante algum tempo, e a seguir começou a enveredar por sonoridades mais ligadas ao Punk-Funk, ao Rock, a algum Electro e derivados. Entretanto encontrei por lá o Fernando aka Dexter da Flur (e contei-lhe a aventura no Arrábida Klub Kaffé...)e também o meu amigo MP, o "dono" do blog Yeah Yeah Yeah, recentemente regressado de terras de Sua Majestade (infelizmente assoladas recentemente por um acto execrável de terrorismo...). Ficámos calmamente a conversar na parte de cima, até verificarmos que a parte da Discoteca já tinha sido aberta, e lá fomos para baixo...Já se encontrava o Pink Boy aka Nuno Rosa na cabine, e enquanto lá esteve, passou um excelente som. Ficámos na parte de cima, e assistimos á chegada do Tiga á cabine, e consegui arranjar coragem para ir ter com ele e apertar-lhe a mão...felizmente não é daquelas pessoas arrogantes, pareceu-me bastante simpático, e até me pareceu um pouco tímido...é bom quando alguém que respeitamos muito é uma pessoa, de certa forma, acessível.
Por volta das 3:10, Tiga inicia o seu set, com muitos aplausos...a pista do Lux estava completamente cheia, e Tiga iniciou assim uma viagem que me levou muitas vezes ao rubro. Tocou temas dele, como o Pleasure From The Bass, o Louder Than A Bomb, o Move My Body (que deverá ser o novo "single", e que já apareceu na última compilação da Bugged Out, que foi misturada por Erol Alkan), entre 3 ou 4 temas que ou eram temas novos dele, ou seriam vocalizados por ele...Também a remistura dele ao Washing Up do Tomas Andersson levou muita gente ao delírio completo, e também se ouviu por lá uma remistura ou bootleg do Hollaback Girl da Gwen Stefani (pelo menos usava um excerto do Ich Und Elaine dos 2raumwohnung), o The Big Fake de Traffic Signs aka Steve Bug, o Another Excuse (que é basicamente um remake dos DFA ao NY Excuse dos Soulwax)...o set andou sempre por sonoridades mais ligadas ao Electro-House, Electro-Techno, algum Electro mais puro e algum Acid-House, mas sempre com aquela atitude um pouco "Pop" que Tiga injecta quase sempre nos seus sets...Tocou também muita coisa desconhecida (coisa que eu gosto muito em DJs, que é mostrar coisas novas...). Enfim, gostei muito, e penso que o meu amigo MP também...O set do Tiga acabou por volta das 6:40 da manhã, e ao sair da cabine, apertei-lhe a mão novamente, disse-lhe que tinha gostado muito do set dele, e que esperava que ele voltasse muito brevemente...O Nuno Rosa voltou a pegar nos pratos, e re-iniciou com uma remistura ao Driving You Slow do The Gift, que me pareceu bastante engraçada...Mas tive de me ir embora, pois o cansaço já não perdoava...Tive pena de não ouvir o Dominique Keegan, mas o Tiga nunca mo permitiu...eheheheheh.
Na sexta fui ouvir o Zye ao Café Com Estória, e teve-se bastante bem, apesar de a noite ter estado um pouco calma. Ainda fui, com a Gisela, dar um "giro" pelos sítios mais "underground" de SEtúbal, para ajudar a distribuir uns "flyers" que publicitavam o evento do dia a seguir lá no Estória. Fomos ao La Bohémme, ao Baco (onde se encontrava o Cid a passar um bom House) e ao Bombar. Depois lá voltámos ao Estória, e lá ficámos, até a casa fechar. A seguir fomos para o ADN, onde estava uma nova dupla de DJs setubalense, os Dance Pop Trashers (é este o nome, se não estou em erro...se estiver, corrijam-me...), num set em que se misturou Electro e derivados com Punk-Funk, algum Techno e algum Indie-Rock...foi muito agradável...ouviu-se Vitalic, Underworld, Chemical Brothers, Bloc Party, !!!, Pixies, etc...Espero voltar a ouvi-los mais vezes...
No sábado, lá fui ao Café Com Estória, para iniciar a noite festiva que se viveu por lá...Fui eu que abri, por assim dizer, as "hostilidades". Comecei o set numa toada mais Dub, e pouco e pouco comecei a entrar numa onda mais virada para o Dubbed-Out Disco, Punk-Funk e coisas como o Angel Eyes dos Roxy Music, ou o White Horse dos Laidback, e comecei a evoluir, conforme a casa ia enchendo, para uma onda mais virada para o Electro-House. Aí continuei, até á chegada dos Teenage Fuckfest, que é o projecto em conjunto do Pedro Viegas com o guitarrista China, onde o China toca guitarra eléctrica por cima dos discos tocados pelo Pedro Viegas...começaram a actuação deles numa toada se calhar um pouco lenta demais para a hora que era, mas cedo enveredaram por coisas mais dançáveis...ora numa toada mais House, ora numa toada mais Breakbeat...foi bom. A seguir, e a terminar a noite, o Fred, que tocou um set entre o Electro e derivados e Progressive-House, e que também foi bom. Foi uma noite espectacular, em que me diverti muito, e sei que os responsáveis pelo Café Com Estória também gostaram muito. Desde já um muito obrigado a quem passou pelo Estória nessa noite e pelo consequente apoio a este evento, espero que se tenham divertido bastante, e esperemos que venham a existir mais eventos deste género por lá, dado que se viu que, desde que as coisas sejam bem organizadas e publicitadas, as coisas correm bem.
p.s.Parece que a noite lá na Big P, na Sertã, com o meu amigo e companheiro dos Revolwers, também correu bastante bem.
terça-feira, julho 12, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Quinta-Feira, dia 14 de Julho:
-Tiga & Dominique Keegan @ Lux
Sexta-Feira, dia 15 de Julho:
-Zye (Fusion) @ Café Com Estória (perto da Rodoviária aka Belos).
-CidJay @ Baco
Sábado, dia 16 de Julho:
-Teenage Fuckfast (com Pedro Viegas e Escaravelho Pscicadélico), Fred_K (Fusion) e Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Café Com Estória.
-D Solve + Revolwer (aka Mário João Camolas, o meu parceiro nos Revolwers... na Big P, na Sertã.
-Midnight Pool Party com DJ Heather (www.ilovedjheather.com | Chicago USA), Del Costa & Pedro Goya (Classic | MFF | Dubdelight) e DJ Time (Dubdelight - Special Birthday Set) @ Tróia Beach Caffe, SolTroia
-Tiga & Dominique Keegan @ Lux
Sexta-Feira, dia 15 de Julho:
-Zye (Fusion) @ Café Com Estória (perto da Rodoviária aka Belos).
-CidJay @ Baco
Sábado, dia 16 de Julho:
-Teenage Fuckfast (com Pedro Viegas e Escaravelho Pscicadélico), Fred_K (Fusion) e Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Café Com Estória.
-D Solve + Revolwer (aka Mário João Camolas, o meu parceiro nos Revolwers... na Big P, na Sertã.
-Midnight Pool Party com DJ Heather (www.ilovedjheather.com | Chicago USA), Del Costa & Pedro Goya (Classic | MFF | Dubdelight) e DJ Time (Dubdelight - Special Birthday Set) @ Tróia Beach Caffe, SolTroia
domingo, julho 10, 2005
Crónicas Nocturnas # 29
Saí na segunda-feira á noite, para ter uma reunião conjunta, de modo a preparar as coisas para a festa que vai haver no Café Com Estória, no dia 16 de Julho, em que irei estar eu, o Fred, o Pedro Viegas e o China (com o projecto Teenage Fuckfast) a passar som. Fizemos a reunião num bar que fica perto da casa do Fred, o Arrábida Klub Kaffé, um espaço bastante engraçado. Conhecemos nessa noite o simpatíquissimo dono do estabelecimento, e ficou acordado que no sábado eu e o Fred lá iríamos passar som...Ao começo da noite estaria lá alguém a passar uma sonoridade mais ligada ao que eles definem como "Chill-House" (que eu defino como Deep-House...).
Na quinta, eu mais o Zye decidimos sair, e começámos por ir ao recém-aberto Lounge Caffé (espaço onde era o antigo Design), e a pessoa que o está a gerir está a ser co-adjuvada pelo grande Pedro Monchique. Decoração muito gira, sóbria, o ambiente estava giro, e estava a ser tocado uma onda mais Lounge/Chill-Out/Downtempo bastante agradável. O Pedro Monchique disse-me que aos fins-de-semana têm de tocar umas coisas mais "acessíveis", mas fiquei bem impressionado com o espaço...Quem quiser ouvir sonoridades mais calmas durante a semana, já sabe onde pode ir...
De seguida fomos visitar outro bar também recentemente aberto, o Very-Light, e de facto é um espaço com muita luminosidade...Tanta, de facto, que parece que é prejudicial à saúde certas pessoas, pois causa-lhes amnésias...Á porta, estava um dos casais que é dono do bar, e o DJ residente. O Zye tinha estado na inauguração do Bar, e nessa noite ele havia sido apresentado ao elemento feminino desse casal que estava nessa altura á porta do bar, e tinha ficado em aberto a possibilidade de o Zye ir lá passar som numa quinta-feira (mas isso entretanto ficou em "águas de bacalhau", e não duvido que o DJ residente tenha tido algo a haver com isso...). O Zye, como pessoa bem educada e formada que é, foi cumprimentar a senhora em questão, mas ao fazê-lo, a tal senhora emite a seguinte declaração: "Mas eu conheço-o?". Obviamente, o Zye ficou um bocado surpreendido, e referiu que haviam sido apresentados na semana anterior, e que ele tinha ficado de um dia destes lá ir passar som, mas ela argumentou que já não se recordava de tal...enfim...a senhora, coitada, deve de sofrer de amnésia...se calhar convém ir visitar o médico de família o quanto antes, porque ter amnésia deve de ser chato...uma pesoa esquece-se das coisas e tal...Enfim...Em relação ao espaço em si, a decoração não é nada sóbria, é muito pseudo-fashion, com as cores amarela, verde-alface e branca a predominarem, e com demasiada iluminação para o meu gosto. O atendimento também não era dos melhores, o gajo que estava no bar parecia que se estava a "cagar" para os clientes, parecia mais preocupado em falar com os amigos. E o ambiente...parecia o "cabaret da coxa"...só lá faltavam uns gajos fardados de marinheiro para compôr ainda mais o ambiente...A música que lá tocava também não lembrava a ninguém (excepto um tema de Moloko que deve de ter sido tocado por acidente...), e escusado será dizer que não ficámos por lá muito tempo...ficámos com medo que tanta luz e cor berrante nos causasse também amnésia...
De seguida fomos ao Baco, que estava, como sempre, na boa-onda do costume, e por lá estivémos um bocado a conversar com pessoal amigo.
Depois fomos fazer uma visita ao La Bohémme, que já tínhamos saudades de lá ir, e também tava tudo porreiro, "as usual". E a seguir...vale dos lençois...
Na sexta o Zye foi tocar ao Baco, e estive a ouvi-lo um bocado antes de ir para o ADN, onde iria tocar com o grande Daniel Lopes aka Benny Bagassi. O Baco estava bastante animado, e o Zye tava a passar som porreiro.
Entretanto eu e o Daniel fomos para o ADN, com o intuito de começar a nosa sessão. Começámos a sessão com sonoridades mais ligadas ao Big Beat, estilo de sonoridade que o Daniel gosta muito, e eu também já tinha saudades de tocar uns discos dentro dessa onda...Wiseguys, Freddy Fresh, Norman Cook, Freestylers, Deejay Punk-Roc, etc...Conforme a casa foi enchendo, começámos pouco a pouco a enveredar por uma linha mais ligada ao Electro e derivados, e acabámos a noite já a tocar sonoridades mais ligadas ao Electro-Techno (Vitalic, Alter Ego, etc). Foi mais uma noite completamente ao rubro no ADN, parecia uma noite de sábado, e para quem passa música, é muito agradável verificar que as pessoas estão a gostar e a divertirem-se com as sonoridades que se estão a tocar...E da minha parte, e da do Daniel, agredecemos imenso o apoio que nos deram durante a noite inteira, e só espero que possamos lá voltar o mais breve possível, e que se tenham divertido tanto ou mais quanto nós nos divertimos a passar música.
No sábado, fui mais o Fred ao Arrábida Klub Kaffé, conforme o combinado com o simpatiquíssimo dono. Ao chegarmos lá, foi-nos dito que teríamos de ser nós a começar a noite, o que nos deixou um pouco atrapalhados, porque não vínhamos exactamente com as sonoridades mais "chill-house" pretendidas, mas lá nos desenrascámos...Entretanto, durante essa parte da nossa sessão, o dono diz que por volta das 11:30, Meia-Noite, tem que entrar para passar sonoridades mais comerciais, porque era esse o esquema habitual lá da casa...Entretanto, um dos cds com que estávamos a tocar não tinha o "pitch" a funcionar, e o outro de vez em quando embirrava e não lia determinados cds (os cds eram originais...), e só havia quatro colunas no espaço em questão...duas no chão, e duas penduradas no tecto...Entretanto o dono chega, para tocar música mais "comercial", e diz para lá irmos ter com ele á cabine para aí uma hora e meia depois para voltarmos a tocar(e assim que ele começou a tocar, a aderência foi instantânea...enfim...)...Assim fizemos, e decidimos ir para a parte da esplanada...a noite estava quente, e não se ouvia aquela música horrorosa. Por lá ficámos, em conjunto com outros amigo nossos em amena cavaqueira, até ser mais ou menos horas de voltarmos...Ao voltarmos, deparamo-nos com uma das coisas mais surreais que já vi. Estava o pessoal a dançar, mas ao mesmo tempo que estava o pessoal a dançar, aparecem dois gajos a montar colunas e a montar um equipamento novo na cabine...ou seja, de 4 colunas passou-se a ter umas 12, e a meio do set mudaram-se os leitores de cds...Obviamente com interrupções no som, com paragens de música (vulgo "brancas"), e equalizações de som ali a meio do set...E o mais impressionante é que ninguém protestava!!!Se fosse em qualquer outra casa , "underground" ou "comercial", aquilo seria considerado inadmissível, e os protestos ouvir-se-iam imediatamente...Talvez o facto de o dono ser daquelas pessoas que de facto é muito acessível e simpática, e fazer questão de conhecer pelo nome a esmagadora maioria dos frequentadores da casa ajude a esse facto...Por volta da uma e tal voltámos e entrar na cabine para ir passar música, e desta vez já com leitores de cds porreiros, e com bem mais som...Tocámos temas mais acessíveis, tendo em conta o público em questão (Tiga, Mylo, Tiefschwarz, Marc Romboy, etc..), mas mesmo assim pouca gente aderiu ás sonoridades que tocámos...Estava a noite a chegar ao fim, e chegou lá um moço que penso ser o DJ residente da casa, a dizer que o dono tinha-lhe pedido para ser ele a acabar a noite. Lá começou ele, e tocou daqueles "Slows" de Kizomba para a malta poder dançar toda agarradinha...enfim...Parece que em certos sítios os "Slows" estão a voltar novamente...pena não ser com certos temas dos anos 70 e 80...E no fim da noite, á saída do bar, houve uma cena de pancadaria á antiga portuguesa...Mas isso até em sítios supostamente mais "jet-set" como o Coconuts acontece...
Enfim...um sábado á noite bastante surrealista...
De referir que tanto o dono, como quem trabalha no Arrábida Klub Kaffé, é tudo de uma simpatia extrema, tudo muito bem educado e prestável, e o espaço em si também é muito giro, muito agradável (o Zye diz que faz-lhe lembrar certos bares no Algarve), e é um sítio que também pode ser frequentado de dia...se puderem visitar, não hesitem, serão bem tratados...pena é a música...que é horripilante...Sinceramente, não faço grandes tenções de lá voltar a tocar, mas para lá ir beber um copo com amigos não é, de todo, mau sítio (sobretudo na esplanada...).
Na quinta, eu mais o Zye decidimos sair, e começámos por ir ao recém-aberto Lounge Caffé (espaço onde era o antigo Design), e a pessoa que o está a gerir está a ser co-adjuvada pelo grande Pedro Monchique. Decoração muito gira, sóbria, o ambiente estava giro, e estava a ser tocado uma onda mais Lounge/Chill-Out/Downtempo bastante agradável. O Pedro Monchique disse-me que aos fins-de-semana têm de tocar umas coisas mais "acessíveis", mas fiquei bem impressionado com o espaço...Quem quiser ouvir sonoridades mais calmas durante a semana, já sabe onde pode ir...
De seguida fomos visitar outro bar também recentemente aberto, o Very-Light, e de facto é um espaço com muita luminosidade...Tanta, de facto, que parece que é prejudicial à saúde certas pessoas, pois causa-lhes amnésias...Á porta, estava um dos casais que é dono do bar, e o DJ residente. O Zye tinha estado na inauguração do Bar, e nessa noite ele havia sido apresentado ao elemento feminino desse casal que estava nessa altura á porta do bar, e tinha ficado em aberto a possibilidade de o Zye ir lá passar som numa quinta-feira (mas isso entretanto ficou em "águas de bacalhau", e não duvido que o DJ residente tenha tido algo a haver com isso...). O Zye, como pessoa bem educada e formada que é, foi cumprimentar a senhora em questão, mas ao fazê-lo, a tal senhora emite a seguinte declaração: "Mas eu conheço-o?". Obviamente, o Zye ficou um bocado surpreendido, e referiu que haviam sido apresentados na semana anterior, e que ele tinha ficado de um dia destes lá ir passar som, mas ela argumentou que já não se recordava de tal...enfim...a senhora, coitada, deve de sofrer de amnésia...se calhar convém ir visitar o médico de família o quanto antes, porque ter amnésia deve de ser chato...uma pesoa esquece-se das coisas e tal...Enfim...Em relação ao espaço em si, a decoração não é nada sóbria, é muito pseudo-fashion, com as cores amarela, verde-alface e branca a predominarem, e com demasiada iluminação para o meu gosto. O atendimento também não era dos melhores, o gajo que estava no bar parecia que se estava a "cagar" para os clientes, parecia mais preocupado em falar com os amigos. E o ambiente...parecia o "cabaret da coxa"...só lá faltavam uns gajos fardados de marinheiro para compôr ainda mais o ambiente...A música que lá tocava também não lembrava a ninguém (excepto um tema de Moloko que deve de ter sido tocado por acidente...), e escusado será dizer que não ficámos por lá muito tempo...ficámos com medo que tanta luz e cor berrante nos causasse também amnésia...
De seguida fomos ao Baco, que estava, como sempre, na boa-onda do costume, e por lá estivémos um bocado a conversar com pessoal amigo.
Depois fomos fazer uma visita ao La Bohémme, que já tínhamos saudades de lá ir, e também tava tudo porreiro, "as usual". E a seguir...vale dos lençois...
Na sexta o Zye foi tocar ao Baco, e estive a ouvi-lo um bocado antes de ir para o ADN, onde iria tocar com o grande Daniel Lopes aka Benny Bagassi. O Baco estava bastante animado, e o Zye tava a passar som porreiro.
Entretanto eu e o Daniel fomos para o ADN, com o intuito de começar a nosa sessão. Começámos a sessão com sonoridades mais ligadas ao Big Beat, estilo de sonoridade que o Daniel gosta muito, e eu também já tinha saudades de tocar uns discos dentro dessa onda...Wiseguys, Freddy Fresh, Norman Cook, Freestylers, Deejay Punk-Roc, etc...Conforme a casa foi enchendo, começámos pouco a pouco a enveredar por uma linha mais ligada ao Electro e derivados, e acabámos a noite já a tocar sonoridades mais ligadas ao Electro-Techno (Vitalic, Alter Ego, etc). Foi mais uma noite completamente ao rubro no ADN, parecia uma noite de sábado, e para quem passa música, é muito agradável verificar que as pessoas estão a gostar e a divertirem-se com as sonoridades que se estão a tocar...E da minha parte, e da do Daniel, agredecemos imenso o apoio que nos deram durante a noite inteira, e só espero que possamos lá voltar o mais breve possível, e que se tenham divertido tanto ou mais quanto nós nos divertimos a passar música.
No sábado, fui mais o Fred ao Arrábida Klub Kaffé, conforme o combinado com o simpatiquíssimo dono. Ao chegarmos lá, foi-nos dito que teríamos de ser nós a começar a noite, o que nos deixou um pouco atrapalhados, porque não vínhamos exactamente com as sonoridades mais "chill-house" pretendidas, mas lá nos desenrascámos...Entretanto, durante essa parte da nossa sessão, o dono diz que por volta das 11:30, Meia-Noite, tem que entrar para passar sonoridades mais comerciais, porque era esse o esquema habitual lá da casa...Entretanto, um dos cds com que estávamos a tocar não tinha o "pitch" a funcionar, e o outro de vez em quando embirrava e não lia determinados cds (os cds eram originais...), e só havia quatro colunas no espaço em questão...duas no chão, e duas penduradas no tecto...Entretanto o dono chega, para tocar música mais "comercial", e diz para lá irmos ter com ele á cabine para aí uma hora e meia depois para voltarmos a tocar(e assim que ele começou a tocar, a aderência foi instantânea...enfim...)...Assim fizemos, e decidimos ir para a parte da esplanada...a noite estava quente, e não se ouvia aquela música horrorosa. Por lá ficámos, em conjunto com outros amigo nossos em amena cavaqueira, até ser mais ou menos horas de voltarmos...Ao voltarmos, deparamo-nos com uma das coisas mais surreais que já vi. Estava o pessoal a dançar, mas ao mesmo tempo que estava o pessoal a dançar, aparecem dois gajos a montar colunas e a montar um equipamento novo na cabine...ou seja, de 4 colunas passou-se a ter umas 12, e a meio do set mudaram-se os leitores de cds...Obviamente com interrupções no som, com paragens de música (vulgo "brancas"), e equalizações de som ali a meio do set...E o mais impressionante é que ninguém protestava!!!Se fosse em qualquer outra casa , "underground" ou "comercial", aquilo seria considerado inadmissível, e os protestos ouvir-se-iam imediatamente...Talvez o facto de o dono ser daquelas pessoas que de facto é muito acessível e simpática, e fazer questão de conhecer pelo nome a esmagadora maioria dos frequentadores da casa ajude a esse facto...Por volta da uma e tal voltámos e entrar na cabine para ir passar música, e desta vez já com leitores de cds porreiros, e com bem mais som...Tocámos temas mais acessíveis, tendo em conta o público em questão (Tiga, Mylo, Tiefschwarz, Marc Romboy, etc..), mas mesmo assim pouca gente aderiu ás sonoridades que tocámos...Estava a noite a chegar ao fim, e chegou lá um moço que penso ser o DJ residente da casa, a dizer que o dono tinha-lhe pedido para ser ele a acabar a noite. Lá começou ele, e tocou daqueles "Slows" de Kizomba para a malta poder dançar toda agarradinha...enfim...Parece que em certos sítios os "Slows" estão a voltar novamente...pena não ser com certos temas dos anos 70 e 80...E no fim da noite, á saída do bar, houve uma cena de pancadaria á antiga portuguesa...Mas isso até em sítios supostamente mais "jet-set" como o Coconuts acontece...
Enfim...um sábado á noite bastante surrealista...
De referir que tanto o dono, como quem trabalha no Arrábida Klub Kaffé, é tudo de uma simpatia extrema, tudo muito bem educado e prestável, e o espaço em si também é muito giro, muito agradável (o Zye diz que faz-lhe lembrar certos bares no Algarve), e é um sítio que também pode ser frequentado de dia...se puderem visitar, não hesitem, serão bem tratados...pena é a música...que é horripilante...Sinceramente, não faço grandes tenções de lá voltar a tocar, mas para lá ir beber um copo com amigos não é, de todo, mau sítio (sobretudo na esplanada...).
sexta-feira, julho 08, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Sexta, dia 8 de Junho:
-No ADN, Setúbal:
Daniel Lopes (Transistors)
Eduardo Martins (Revolwers/Fusion)
Big Beat meets Electro
-Zye @ Baco, Setúbal
Electro e derivados e Funky Electronic-House
Sábado, dia 9 de Julho:
-No Arrábida Klub Kaffé, Quinta do Anjo
Fred_K (Fusion)
Eduardo Martins (Revolwers/Fusion)
Electro-House
-Hype @ Lisboa
Chemical Brothers, Spektrum, DJ Dolores, The Gift, Dezperados, entre outros...
- Molhe @ Madeira
Del Costa e Pedro Goya
-No ADN, Setúbal:
Daniel Lopes (Transistors)
Eduardo Martins (Revolwers/Fusion)
Big Beat meets Electro
-Zye @ Baco, Setúbal
Electro e derivados e Funky Electronic-House
Sábado, dia 9 de Julho:
-No Arrábida Klub Kaffé, Quinta do Anjo
Fred_K (Fusion)
Eduardo Martins (Revolwers/Fusion)
Electro-House
-Hype @ Lisboa
Chemical Brothers, Spektrum, DJ Dolores, The Gift, Dezperados, entre outros...
- Molhe @ Madeira
Del Costa e Pedro Goya
quarta-feira, julho 06, 2005
Crónicas Nocturnas # 28
Na sexta fui ao Baco passar som, e, mais uma vez, tive uma noite fantástica lá, com o pessoal a aderir bem ás sonoridades em que tenho apostado mais por lá, como o Electro e derivados, o Punk-Funk, o chamado Dubbed-Out Disco e o Acid-House. Nessa noite conheci pessoalmente o B.Q. Design, também conhecido por +1, que é amigo do João da Concorrência, que é uma das cabeças pensantes que está por detrás do blog Eurosom, dos VEC (Volante Euro Continental) e à Ástato. Entregou-me também uma cópia do tema Hi! Love To Dance, dos VEC, com duas remisturas, uma do próprio +1, outra da Ana. Gostei do tema e das remisturas, e até toquei a do +1. Pareceu-me um moço 5 estrelas :) . Mais uma vez Baco ao rubro.
De seguida fui com pessoal amigo ao ADN, onde estava o projecto conjunto entre o Pedro Viegas e o China, os Teenage Fuckfest, onde aos temas mais virados para o Breakbeat, Punk-Funk, House, etc que o Viegas toca, se junta a guitarra com efeitos do China, criando um efeito deveras engraçado...muita vez até parece que a guitarra faz mesmo parte do que está a ser tocado...Gostei.(no dia 16 de Julho, no Café Com Estória, irei lá estar a passar som, em conjunto com este mesmo projecto do Viegas e do China, e com o Fred_K).
No sábado fui, em conjunto com o Zye, ao Baco, e por lá encontrei montes de pessoal amigo, inclusivé as minhas amigas Sistas, que já não via há uns 2 meses...Ficaram bastante surpreendidas ao verem-me, porque me acharam mais magro (é sinal que a dieta está a resultar...eheheh). Aos comandos da cabine do Baco estava nessa noite a grande DJ Joana, sempre com som de qualidade. Começou a noite com umas sonoridades mais Downtempo, evoluiu para um Deep-House, e acabou já a noite com Electro e derivados e cenas estilo Daft Punk e Chemical Brothers. Muito boa onda, e com o público ao rubro.
A seguir fomos á festa que estava a decorrer no MXL...estava um ambiente engraçado, com um Deep-House agradável, e com muita gente que normalmente estaria no ADN...e que antes estava também no Baco...
De seguida fui com pessoal amigo ao ADN, onde estava o projecto conjunto entre o Pedro Viegas e o China, os Teenage Fuckfest, onde aos temas mais virados para o Breakbeat, Punk-Funk, House, etc que o Viegas toca, se junta a guitarra com efeitos do China, criando um efeito deveras engraçado...muita vez até parece que a guitarra faz mesmo parte do que está a ser tocado...Gostei.(no dia 16 de Julho, no Café Com Estória, irei lá estar a passar som, em conjunto com este mesmo projecto do Viegas e do China, e com o Fred_K).
No sábado fui, em conjunto com o Zye, ao Baco, e por lá encontrei montes de pessoal amigo, inclusivé as minhas amigas Sistas, que já não via há uns 2 meses...Ficaram bastante surpreendidas ao verem-me, porque me acharam mais magro (é sinal que a dieta está a resultar...eheheh). Aos comandos da cabine do Baco estava nessa noite a grande DJ Joana, sempre com som de qualidade. Começou a noite com umas sonoridades mais Downtempo, evoluiu para um Deep-House, e acabou já a noite com Electro e derivados e cenas estilo Daft Punk e Chemical Brothers. Muito boa onda, e com o público ao rubro.
A seguir fomos á festa que estava a decorrer no MXL...estava um ambiente engraçado, com um Deep-House agradável, e com muita gente que normalmente estaria no ADN...e que antes estava também no Baco...
domingo, julho 03, 2005
Kasualydades 3
Porque será que continuam a abrir novos bares pop & pseudo fashion, iguais aos seus vizinhos do lado?
Para quando um bar temático?
Visto sair música nova (de qualidade) todas as semanas, porque continuam a massacrar temas do mais banal possível?
Quando é que os novos donos das novas casas, se apercebem que dificilmente alguém deixará de frequentar o seu sítio "habitual" se continuarem a fazer as coisas iguais aos restantes?
Quando é que se verá inovação na noite setubalense?
Jacque Nylv em Kasualydades
Para quando um bar temático?
Visto sair música nova (de qualidade) todas as semanas, porque continuam a massacrar temas do mais banal possível?
Quando é que os novos donos das novas casas, se apercebem que dificilmente alguém deixará de frequentar o seu sítio "habitual" se continuarem a fazer as coisas iguais aos restantes?
Quando é que se verá inovação na noite setubalense?
Jacque Nylv em Kasualydades
sábado, julho 02, 2005
Cardápio Nocturno para hoje, sábado.
-Abel Santos @ Tasco do Kaneco, Setúbal
Ecletic Grooves
-Miguel Santiago @ La Bohémme, Setúbal
Lounge/Downtempo/Alternative
- Joana @ Baco, Setúbal
Downtempo, Broken Beat, House, Electro...
-Concerto de Jazz @ Café Com Estória, Setúbal (perto dos Belos, aka Rodoviária).
-Amo-te Setúbal com DJ Jacklyn.
-Strawberry Force Fields Forever @ Passos Manuel, Porto
Acid-House, Shefield & Minimal Techno.
-DJ Time & Pedro Cazanova @ After no Garage, Lisboa
House, Electro e derivados, Acid-House...
Ecletic Grooves
-Miguel Santiago @ La Bohémme, Setúbal
Lounge/Downtempo/Alternative
- Joana @ Baco, Setúbal
Downtempo, Broken Beat, House, Electro...
-Concerto de Jazz @ Café Com Estória, Setúbal (perto dos Belos, aka Rodoviária).
-Amo-te Setúbal com DJ Jacklyn.
-Strawberry Force Fields Forever @ Passos Manuel, Porto
Acid-House, Shefield & Minimal Techno.
-DJ Time & Pedro Cazanova @ After no Garage, Lisboa
House, Electro e derivados, Acid-House...
sexta-feira, julho 01, 2005
Cardápio Nocturno para hoje.
Hoje, sexta-feira, dia 1 de Julho:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Baco, Setúbal
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House e mais outras coisitas...
-Abel Santos @ Tasco do Kaneco, Setúbal
Ecletic Grooves
-Gin & Juice Night @ Lab, Setúbal (agora no antigo Tapa Buracos, para quem ainda não foi...)
Roger Urb é o DJ resident...Deep/Soulfull/Funky House
-Pedro Viegas (Hot-Hat/Journeys) @ ADN, Setúbal
Funk, House, Electro, Breakbeat...
-Amo-te Setúbal (antigo Clubíssimo/.Club)
DJ residente-Jacklyn...Deep/Funky/Electro House
-Henri Sanrame @ XII-A (aka Bar do Gustavo) @ Barreiro
Deep/Electro/Funky/Progressive House.
-Infusion @ Opart, Lisboa
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Baco, Setúbal
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House e mais outras coisitas...
-Abel Santos @ Tasco do Kaneco, Setúbal
Ecletic Grooves
-Gin & Juice Night @ Lab, Setúbal (agora no antigo Tapa Buracos, para quem ainda não foi...)
Roger Urb é o DJ resident...Deep/Soulfull/Funky House
-Pedro Viegas (Hot-Hat/Journeys) @ ADN, Setúbal
Funk, House, Electro, Breakbeat...
-Amo-te Setúbal (antigo Clubíssimo/.Club)
DJ residente-Jacklyn...Deep/Funky/Electro House
-Henri Sanrame @ XII-A (aka Bar do Gustavo) @ Barreiro
Deep/Electro/Funky/Progressive House.
-Infusion @ Opart, Lisboa
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