Na sexta, eu e o Zye começámos a noite no Café Com Estória, onde estava o DJ Magau a passar sonoridades mais dentro de um "downtempo jazzy". Ambiente agradável.
De seguida fomos ao Baco, onde estava o americano DJ Eric a tocar sonoridades ligadas ao Rockabilly e Rock n Roll dos anos 50, e também estava bastante agradável, e a malta pareceu-me que estava a aderir bem, até porque não é muito usual ouvir-se esse estilo de ondas aqui por Setúbal.
Depois fomos ao La Bohémme, onde estava o Abel a passar som, e estava bastante agradável, e o som sempre muito eclético, como é habitual no Abel.
De seguida fomos ao ADN, onde estava o Zé António Moura da Flur, aka Major Eléctrico, a passar som conjuntamente com o Mr. Simon. Se fechássemos os olhos, até parecia que estávamos no bar do Lux a ouvir música. O set a meias entre o Zé António Moura e o Mr. Simon foi bastante eclético...Electro, Disco, Italo-Disco, Acid-House, Punk-Funk, Punk-Rock, etc...até o Supernature do Cerrone se ouviu, também se ouviram versões maradas do Billie Jean do Michael Jackson, do Drop It Like It`s Hot do Snoop Dogg & Pharrel e do Kiss do Prince...O pessoal gostou bastante, ADN ao rubro, excelente selecção musical...esperemos que se volte a repetir o mais brevemente possível. E é de louvar que tanto o Mr. Simon como o Pedro Viegas apostem quase sempre em trazer convidados com eles, o que tem criado uma dinâmica muito especial a certas noites de sexta-feira no ADN...era giro ver também algo deste género a certos sábados no ADN, mas já tenho visto passos nesse sentido nos últimos tempos...
Acabada a excelente sessão no ADN, eu, o Zye, o Abel e o Marco decidimos ir dar uma olhada no que se passava em redor da festa de inauguração do Amo-te Setúbal (onde era o antigo Clubíssimo), mas sem grandes pretensões de entrar na casa. Chegados lá, deparamo-nos com o seguinte espectáculo perto da porta de entrada...duas gajas á porrada uma com a outra (é sempre giro ver duas gajas à porrada...eheheh), e por pouco não descalçavam as sandálias de salto alto que usavam para se agredirem com ainda mais eficácia...enfim...Dava para ver que a casa estava cheia, mas ouvia muita gente a queixar-se do tempo que perdeu a pagar cartões e coisas do género...mas quando é que deixam de lado este método dos cartões, que é tão chato...porque não fazem como no Lux, em que existe uma bilheteira à porta, onde se compra um bilhete que tem 12 senhas no valor de 1 euro, e assim compra-se o bilhete, gastam-se as senhas, e depois quem quiser ir embora, vai-se...sem que tenha de estar a gramar com filas idiotas...
No sábado fui ao Estória passar som, e gostei bastante de lá ter ido. Foi uma onda mais calma do que no Baco, e o espaço é acolhedor...Toquei maioritariamente Dubbed-Out Disco, Electro-Pop, Electro Old School, Italo-Disco (novo e velho), Deep Electro House e Punk-Funk...Foi uma excelente oportunidade para tocar coisas que por vezes em outros sítios não tenho oportunidade de as tocar. O ambiente esteve sempre muito agradável e composto.
Acabada a sessão, ainda dei um salto ao Baco, para ver se apanhava ainda o Zye por lá a passar som, mas quando cheguei, já a música estava desligada, mas ainda deu para estar na conversa com o pessoal lá do Baco.
A seguir fomos ao ADN, e gostei bastante. Há já muito tempo que não apanhava uma noite tão inspirada do Zé Pescador, e gostei de praticamente tudo o que ele tocou (menos de um daqueles temas estilo Kusturica, mas também foi a única coisa...). De resto foi bastante equilibrado nos clássicos e nas novidades...Pulp-Common People, Blur-Girls & Boys, Depeche Mode-Enjoy The Silence, Sex Pistols-Anarchy In The UK, David Bowie-Let`s Dance, Chemical Brothers-Believe & Galvanize, The Killers-Somebody Told Me... Quase ao fim (foi a antepnúltima música...), Duran Duran-Save a Prayer...se tivesse acabado ali o set, teria sido com chave de ouro (mas acabou com Sérgio Godinho, que também soube bem). Espero que a inspiração lhe venha mais vezes...
quinta-feira, junho 30, 2005
sexta-feira, junho 24, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Sexta:
-Abel Santos @ La Bohémme, Setúbal
Ecletic Grooves.
-Eric and the Doowoop 60`s @ Baco, Setúbal
Rockabilly, Rock n Roll, Doowoop, 50s/60s Soul.
-Major Eléctrico & Mr. Simon @ ADN, Setúbal
House, Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House...
-Jacklyn @ Xcêntriko, Setúbal
Deep-House,Funky Electronic-House, Electro-House.
-Inauguração do Amo-te Setúbal, no espaço onde era o Clubíssimo e/ou .Club.
-Captain Comatose & Freeform Five @ Lux, Lisboa.
Sábado:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Café Com Estória, Setúbal (perto dos Belos aka Rodoviária)
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House e outras coisas dançáveis.
-Zye @ Baco, Setúbal
Electro e derivados e Funky Electronic-House.
p.s. Ouvi por aí uns "zuns-zuns" de que a Jacklyn irá ser a residente do Amo-te Setúbal...a ser verdade fico muito contente, por ver que finalmente alguém aposta na qualidade. Já chega de se apostar em conceitos que já estão à beira da ruptura.
-Abel Santos @ La Bohémme, Setúbal
Ecletic Grooves.
-Eric and the Doowoop 60`s @ Baco, Setúbal
Rockabilly, Rock n Roll, Doowoop, 50s/60s Soul.
-Major Eléctrico & Mr. Simon @ ADN, Setúbal
House, Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House...
-Jacklyn @ Xcêntriko, Setúbal
Deep-House,Funky Electronic-House, Electro-House.
-Inauguração do Amo-te Setúbal, no espaço onde era o Clubíssimo e/ou .Club.
-Captain Comatose & Freeform Five @ Lux, Lisboa.
Sábado:
-Eduardo Martins (Revolwers/Fusion) @ Café Com Estória, Setúbal (perto dos Belos aka Rodoviária)
Electro e derivados, Punk-Funk, Disco, Acid-House e outras coisas dançáveis.
-Zye @ Baco, Setúbal
Electro e derivados e Funky Electronic-House.
p.s. Ouvi por aí uns "zuns-zuns" de que a Jacklyn irá ser a residente do Amo-te Setúbal...a ser verdade fico muito contente, por ver que finalmente alguém aposta na qualidade. Já chega de se apostar em conceitos que já estão à beira da ruptura.
quinta-feira, junho 23, 2005
Alexandre Frota no Garage...A Quinta das Celebridades chega ao "after"...
Há sítios onde nós gostamos de ir, em que quase temos a certeza que tudo o que lá iremos encontrar será do nosso agrado...a música, as pessoas, os DJs, o ambiente...
Os "afters" no Paradise Garage são um sítio desses, em que à partida sabemos que iremos ouvir boa música, que nos é dada por bons DJs, como o Del Costa, o Pedro Goya, o Dj Time e até DJs de renome internacional como o Rob Mello ou o Brett Johnson...ou pelo menos era...
Fiquei a saber que este domingo irá lá estar, a passar música, num "after", o Alexandre Frota...sim, voçês estão a ler bem...o tal Alexandre Frota que desistiu de ser actor de telenovelas, e que se dedicou a ser actor e até realizador e produtor de filmes pornográficos, e que até há pouco tempo participou naquele programa horrível, pimbalhoso e nojento que dava pelo nome de Quinta das Celebridades, onde se via o quão baixo certas pessoas desciam, apenas com o intuito de serem famosos por 5 minutos ou ganhar dinheiro a qualquer custo, para não falar da completa atrasadice mental que qualquer conversa ouvida por lá revelava...A televisão pimba que a TVI nos quer impôr no seu "esplendor total".
A seguir a esse indivíduo ter saído do "quintal dos ranhosos", veio-se a descobrir que ele também tinha a mania que era DJ, e houve discotecas que, no afã de rentabilizar a "popularidade" que esse senhor supostamente ganhou, o contrataram para ir passar música a essas discotecas. Obviamente, eram discotecas que vivem à custa do circuito que eu aqui chamo "pop e (pseudo) fashion", e nesse circuito é habitual que coisas como estas sejam até bem recebidas e dêem algum lucro à casa em questão.
Entretanto, soube-se que o "pornógrafo" abordou quem de direito para sondar acerca de uma possível "actuação" num dos famosos "afters" do Garage. E, para choque de muita gente, a sugestão dele foi aceite. Ao que parece nesse domingo era suposto os DJs serem o Del Costa, o Pedro Goya e o Pedro Tabuada, mas parece que os dois primeiros recusaram-se terminantemente a tocar com tal "personagem", e parece que o Pedro Tabuada ainda não sabe do que se passa...
Ora, isto, na minha humilde opinião, é muito grave. Quem vai ao "after" à espera de ir ouvir DJs e consequente música de qualidade, e deparar com um actorzeco de filmes pornográficos ao comando da cabine a tocar sabe-se lá o quê, vai decerto ficar confuso, e desiludido com a noite em questão, e provavelmente com muitas pessoas que, numa sessão normal, nunca lá iriam estar. Porque é que numas sessões que sempre apostaram na qualidade, e onde sempre houve um esforço para a dar a quem dela queria usufruir, vem-se agora pôr tudo em causa com a contratação de alguém que nunca fez nada de relevante pela música de dança, seja cá em Portugal, seja no Brasil, e que surge como que uma afronta a quem já tanto contribuiu para a "Dance Scene" nacional e que sempre a apoiou, e que sempre tentou representar o melhor que pôde o nosso país...E tantos talentos que nós temos por cá que mereciam muito mais estar nessa cabine do que esse "pornógrafo". A única coisa de relevante que esse indivíduo terá feito é ter dado origem umas quantas sessões de "esgalhanço do pessegueiro" por parte de quem assiste às "obras de arte" dele...
Penso que se incorre num erro gravíssimo, pois o que tanto custou a conquistar nestes anos todos poderá ir de repente por àgua abaixo, só porque se cedeu ao mínimo denominador comum, e penso que isto poderá alienar quem sempre gostou de frequentar os "afters" do Garage. Depois desta aventura "pornográfica", será que os "afters" no Garage não ficarão a perder? Valerá a pena apostar em algo deste género, num frenesim de lucro imediato, para depois se verificar que se calhar as coisas nunca mais voltarão a ser o que eram? Valerá mesmo a pena destruir algo que tanto tempo demorou a contruir, só para se ter um "after" à pinha com o intuito de ver um qualquer gajo que, só porque participou num merdoso programa de televisão, conjuntamente com "fake jet set" português tem direito a estar numa cabine que, supostamente, não deveria estar acessível a qualquer um, mas sim a quem fez das tripas coração por merecer lá estar. E depois? After the "after", what will it be?
E isto tudo revela o que, infelizmente, há de mais mesquinho em Portugal, que é o não se saber nunca reconhecer o valor de quem realmente tem mérito e luta arduamente para conseguir o quer, e, com isso, tentar melhorar a vida de quem o rodeia(existem umas honrosas excepções a isto, mas infelizmente não passam disso mesmo...excepções), e também consequente aposta em tudo o que não tem qualidade, aposta-se em tudo o que é de consumo imediato, o que é efémero...Entristece-me muito ver um sítio que gostava de frequentar transformado numa "quinta das celebridades", um sítio que sempre apostou na qualidade a render-se ao que não tem qualidade, com o intuito de capitalizar a "celebridade" que uma certa pessoa adquiriu à custa de um qualquer programa de televisão feito por uma estação que não interessa nem ao Menino Jesus...
É de facto muito triste...
Os "afters" no Paradise Garage são um sítio desses, em que à partida sabemos que iremos ouvir boa música, que nos é dada por bons DJs, como o Del Costa, o Pedro Goya, o Dj Time e até DJs de renome internacional como o Rob Mello ou o Brett Johnson...ou pelo menos era...
Fiquei a saber que este domingo irá lá estar, a passar música, num "after", o Alexandre Frota...sim, voçês estão a ler bem...o tal Alexandre Frota que desistiu de ser actor de telenovelas, e que se dedicou a ser actor e até realizador e produtor de filmes pornográficos, e que até há pouco tempo participou naquele programa horrível, pimbalhoso e nojento que dava pelo nome de Quinta das Celebridades, onde se via o quão baixo certas pessoas desciam, apenas com o intuito de serem famosos por 5 minutos ou ganhar dinheiro a qualquer custo, para não falar da completa atrasadice mental que qualquer conversa ouvida por lá revelava...A televisão pimba que a TVI nos quer impôr no seu "esplendor total".
A seguir a esse indivíduo ter saído do "quintal dos ranhosos", veio-se a descobrir que ele também tinha a mania que era DJ, e houve discotecas que, no afã de rentabilizar a "popularidade" que esse senhor supostamente ganhou, o contrataram para ir passar música a essas discotecas. Obviamente, eram discotecas que vivem à custa do circuito que eu aqui chamo "pop e (pseudo) fashion", e nesse circuito é habitual que coisas como estas sejam até bem recebidas e dêem algum lucro à casa em questão.
Entretanto, soube-se que o "pornógrafo" abordou quem de direito para sondar acerca de uma possível "actuação" num dos famosos "afters" do Garage. E, para choque de muita gente, a sugestão dele foi aceite. Ao que parece nesse domingo era suposto os DJs serem o Del Costa, o Pedro Goya e o Pedro Tabuada, mas parece que os dois primeiros recusaram-se terminantemente a tocar com tal "personagem", e parece que o Pedro Tabuada ainda não sabe do que se passa...
Ora, isto, na minha humilde opinião, é muito grave. Quem vai ao "after" à espera de ir ouvir DJs e consequente música de qualidade, e deparar com um actorzeco de filmes pornográficos ao comando da cabine a tocar sabe-se lá o quê, vai decerto ficar confuso, e desiludido com a noite em questão, e provavelmente com muitas pessoas que, numa sessão normal, nunca lá iriam estar. Porque é que numas sessões que sempre apostaram na qualidade, e onde sempre houve um esforço para a dar a quem dela queria usufruir, vem-se agora pôr tudo em causa com a contratação de alguém que nunca fez nada de relevante pela música de dança, seja cá em Portugal, seja no Brasil, e que surge como que uma afronta a quem já tanto contribuiu para a "Dance Scene" nacional e que sempre a apoiou, e que sempre tentou representar o melhor que pôde o nosso país...E tantos talentos que nós temos por cá que mereciam muito mais estar nessa cabine do que esse "pornógrafo". A única coisa de relevante que esse indivíduo terá feito é ter dado origem umas quantas sessões de "esgalhanço do pessegueiro" por parte de quem assiste às "obras de arte" dele...
Penso que se incorre num erro gravíssimo, pois o que tanto custou a conquistar nestes anos todos poderá ir de repente por àgua abaixo, só porque se cedeu ao mínimo denominador comum, e penso que isto poderá alienar quem sempre gostou de frequentar os "afters" do Garage. Depois desta aventura "pornográfica", será que os "afters" no Garage não ficarão a perder? Valerá a pena apostar em algo deste género, num frenesim de lucro imediato, para depois se verificar que se calhar as coisas nunca mais voltarão a ser o que eram? Valerá mesmo a pena destruir algo que tanto tempo demorou a contruir, só para se ter um "after" à pinha com o intuito de ver um qualquer gajo que, só porque participou num merdoso programa de televisão, conjuntamente com "fake jet set" português tem direito a estar numa cabine que, supostamente, não deveria estar acessível a qualquer um, mas sim a quem fez das tripas coração por merecer lá estar. E depois? After the "after", what will it be?
E isto tudo revela o que, infelizmente, há de mais mesquinho em Portugal, que é o não se saber nunca reconhecer o valor de quem realmente tem mérito e luta arduamente para conseguir o quer, e, com isso, tentar melhorar a vida de quem o rodeia(existem umas honrosas excepções a isto, mas infelizmente não passam disso mesmo...excepções), e também consequente aposta em tudo o que não tem qualidade, aposta-se em tudo o que é de consumo imediato, o que é efémero...Entristece-me muito ver um sítio que gostava de frequentar transformado numa "quinta das celebridades", um sítio que sempre apostou na qualidade a render-se ao que não tem qualidade, com o intuito de capitalizar a "celebridade" que uma certa pessoa adquiriu à custa de um qualquer programa de televisão feito por uma estação que não interessa nem ao Menino Jesus...
É de facto muito triste...
Crónicas Nocturnas # 26
Na sexta comecei a minha noite no La Bohémme, onde o Zye, passado algum tempo, veio ter comigo. Como sempre, estava bastante agradável, e lá metemos a conversa em dia com o Paulo.
A seguir fomos ao Baco, e tava uma também bastante agradável, estava o Zé a passar música, dentro de uma toada mais Dub/Reggae, com uns apontamentos de World Music pelo meio.
A seguir fomos à reabertura do Café Com Estória, que fica perto dos Belos (aka Rodoviária de Setúbal). Tocou lá uma banda de Jazz, os 4 por 4, e no intervalo, e após a actuação, passou música o meu parceiro nos Revolwers, o Mário João, dentro de uma onda mais virada para o Electro e derivados e o Punk-Funk, com algumas incursões por outros estilos dançantes de qualidade. Casa bastante composta, um espaço muito agradável e mais um sítio que recomendo vivamente na noite setubalense, que tem estado tão pobre em termos de novos sítios de teor mais alternativo...
Após o fecho do Estória, fomos ainda ao Tasco do Kaneco, onde estava o Abel a passar som durante os intervalos da actuação de uma banda de Flamenco, cujo nome agora não me recordo...
A seguir fomos acabar a noite no ADN, onde passaram música em conjunto o Pedro Lontro (residente do Tasco do Kaneco) e o Zé Pescador, e parece que o Zé Pescador se esmera mais quando toca em conjunto com alguém. Foi uma sessão bastante agradável, onde o Pop/Rock Alternativo conviveu com o Punk-Funk, o Big Beat, o Funk, etc...Uma sessão bastante eclética e de bom gosto.
No sábado eu e o Zye começámos a noite no Estória, onde mais uma vez esteve o Mário João a passar som, dentro da onda mais Electro e derivados, Punk-Funk, algum Acid-House e algum Pop/Rock alternativo dançável estilo BRMC ou Franz Ferdinand. Como sempre, muito boa onda, e com a casa bastante composta.
A seguir fomos ao Baco, onde estava o Fred K, o responsável pela Fusion, e ouviu-se bom Electro e derivados e algum Progressive-House. E mais uma vez, o Baco ao rubro e em ambiente de festa.
Depois do Baco, fomos ainda ao Tasco do Kaneco, onde estava, mais uma vez, o Abel a passar som. Chegámos quase em cima da hora do fecho, mas mesmo assim ouviu-se Soul, Jazz e Bossa Nova da melhor safra.
E a seguir, lá fomos para o "vale dos lençois"...eheheh.
A seguir fomos ao Baco, e tava uma também bastante agradável, estava o Zé a passar música, dentro de uma toada mais Dub/Reggae, com uns apontamentos de World Music pelo meio.
A seguir fomos à reabertura do Café Com Estória, que fica perto dos Belos (aka Rodoviária de Setúbal). Tocou lá uma banda de Jazz, os 4 por 4, e no intervalo, e após a actuação, passou música o meu parceiro nos Revolwers, o Mário João, dentro de uma onda mais virada para o Electro e derivados e o Punk-Funk, com algumas incursões por outros estilos dançantes de qualidade. Casa bastante composta, um espaço muito agradável e mais um sítio que recomendo vivamente na noite setubalense, que tem estado tão pobre em termos de novos sítios de teor mais alternativo...
Após o fecho do Estória, fomos ainda ao Tasco do Kaneco, onde estava o Abel a passar som durante os intervalos da actuação de uma banda de Flamenco, cujo nome agora não me recordo...
A seguir fomos acabar a noite no ADN, onde passaram música em conjunto o Pedro Lontro (residente do Tasco do Kaneco) e o Zé Pescador, e parece que o Zé Pescador se esmera mais quando toca em conjunto com alguém. Foi uma sessão bastante agradável, onde o Pop/Rock Alternativo conviveu com o Punk-Funk, o Big Beat, o Funk, etc...Uma sessão bastante eclética e de bom gosto.
No sábado eu e o Zye começámos a noite no Estória, onde mais uma vez esteve o Mário João a passar som, dentro da onda mais Electro e derivados, Punk-Funk, algum Acid-House e algum Pop/Rock alternativo dançável estilo BRMC ou Franz Ferdinand. Como sempre, muito boa onda, e com a casa bastante composta.
A seguir fomos ao Baco, onde estava o Fred K, o responsável pela Fusion, e ouviu-se bom Electro e derivados e algum Progressive-House. E mais uma vez, o Baco ao rubro e em ambiente de festa.
Depois do Baco, fomos ainda ao Tasco do Kaneco, onde estava, mais uma vez, o Abel a passar som. Chegámos quase em cima da hora do fecho, mas mesmo assim ouviu-se Soul, Jazz e Bossa Nova da melhor safra.
E a seguir, lá fomos para o "vale dos lençois"...eheheh.
sexta-feira, junho 17, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana.
Sexta:
-Mário João Camolas (Revolwers) @ Café Com História (perto dos Belos aka Rodoviária),Setúbal
Electro e derivados, Punk-Funk e outras coisas dançáveis.
-Pedro Lontro e Zé Pescador @ ADN, Setúbal
Pop/Rock Alternativo, Punk-Funk, Big Beat, etc.
-Em Lisboa, no Lux, o DJ/Produtor de origem germânica Phonique (Poker Flat, Dessous, Crosstown Rebels, etc).
Sábado:
-Mário João Camolas (Revolwers) @ Café Com Estória (perto dos Belos aka Rodoviária), Setúbal
Electro e derivados, Punk-Funk e outras coisas dançáveis.
-Fred K (Fusion) @ Baco, Setúbal
Funk,Electro e derivados, Punk-Funk & Progressive.
-Abel Santos @ Tasco do Kaneco
Ecletic Grooves
-Mr. Simon @ Marr
Funk,House, Electro...
-Mário João Camolas (Revolwers) @ Café Com História (perto dos Belos aka Rodoviária),Setúbal
Electro e derivados, Punk-Funk e outras coisas dançáveis.
-Pedro Lontro e Zé Pescador @ ADN, Setúbal
Pop/Rock Alternativo, Punk-Funk, Big Beat, etc.
-Em Lisboa, no Lux, o DJ/Produtor de origem germânica Phonique (Poker Flat, Dessous, Crosstown Rebels, etc).
Sábado:
-Mário João Camolas (Revolwers) @ Café Com Estória (perto dos Belos aka Rodoviária), Setúbal
Electro e derivados, Punk-Funk e outras coisas dançáveis.
-Fred K (Fusion) @ Baco, Setúbal
Funk,Electro e derivados, Punk-Funk & Progressive.
-Abel Santos @ Tasco do Kaneco
Ecletic Grooves
-Mr. Simon @ Marr
Funk,House, Electro...
quinta-feira, junho 16, 2005
Crónicas Nocturnas # 25
Na quinta fui, em conjunto com o Zye, tocar no La Bohémme. Noite calma, som calmo,dentro do Funky Electronic House e de um Electro-Deep-House, e ainda tivémos por lá a companhia do DJ Time e do meu amigo Papabolos.
Na sexta, o Zye foi tocar ao Baco, e fui lá vê-lo. Foi mais uma noite de boa onda e de bom som, por entre o Electro e derivados e o Funky Electronic House. Quem lá esteve divertiu-se.
No sábado foi a minha vez de ir ao Baco passar som. Mas antes estive no jantar de anos do grande Bordeira, um dos "barmans" maravilha do Baco.Que contes muitos, e eu vá vendo ;). No Baco a noite começou de forma calma, e até pensei que se iria manter assim. Mas por volta da meia-noite e pouco começou a entrar bastante gente, e a esplanda estava completamente cheia (noites de Verão...). E mais uma vez voltei a ter o Baco ao rubro. Por volta da minha última hora e meia de set apagaram-se as luzes, e pôs-se a funcionar um mini-"strobe" que o Bordeira trouxe para o Baco (e já na noite em que o Zye lá esteve também o puseram a funcionar..).E deixem que vos diga, criou um efeito de uma daquelas noites "old school", em que se faziam festas num qualquer sítio apenas com boa música e um strobe a "bombar", um ambiente muito propício a que se toque sonoridades mais ligadas ao Acid-House (tanto o antigo como o novo), que foi o que fiz...e assim se ouviu Adonis, Bam Bam, Swag, Tomboy, Jesper Dahlback, Farley "Jackmaster" Funk, KIko, Josh Wink, Lil Louis, etc...E mais uma vez um muito obrigado pelo apoio e carinho que tenho sentido no Baco nestes últimos tempos...
A seguir, como estava bem disposto, decidi ir ao ADN, e até se teve bem, e, para minha surpresa (e felicidade), o Zé Pescador decidiu convidar o Abel para passar uns temas a meias com ele. Gostei muito da atitude do Zé Pescador, e espero que de vez em quando vá convidando mais malta para dividir, por pouco tempo que seja, o espaço com ele.
E assim se passou esse fim-de-semana prolongado...
p.s. Pelo que tenho ouvido dizer, parece que nestes próximos 2 fins-de-semana vão abrir ou reabrir mais espaços nocturnos novos em Setúbal...só posso desejar que pelo menos algum desses espaços tenha coragem e/ou abertura para fazer algo diferente do que se tem feito até agora. Acho que já chega de casas que se copiam umas às outras, sem qualquer espécie de inovação, sobretudo em termos musicais. Não vou voltar a repetir o que tenho dito noutro "posts" acerca dos problemas, que, na minha opinião, afectam a noite setubalense, pois quem lê o blog com alguma regularidade já sabe o que eu e o Jacque pensamos acerca disso...a ver vamos o que o futuro reserva.
p.s.2 Mete-me nojo as trocas e baldrocas que têm feito em relação à data destinada a que a Jacklyn toque no Xcêntriko...primeiro era para ser dia 3 de Junho, depois passou para 17, e agora para 24...Ainda por cima até parece que é de propósito, dado que no dia 24 vão acontecer umas quantas inaugurações e re-inaugurações. Muito estranho, de facto...Acho que a Jacklyn merecia mais respeito por parte de quem faz a programação musical da casa...
Na sexta, o Zye foi tocar ao Baco, e fui lá vê-lo. Foi mais uma noite de boa onda e de bom som, por entre o Electro e derivados e o Funky Electronic House. Quem lá esteve divertiu-se.
No sábado foi a minha vez de ir ao Baco passar som. Mas antes estive no jantar de anos do grande Bordeira, um dos "barmans" maravilha do Baco.Que contes muitos, e eu vá vendo ;). No Baco a noite começou de forma calma, e até pensei que se iria manter assim. Mas por volta da meia-noite e pouco começou a entrar bastante gente, e a esplanda estava completamente cheia (noites de Verão...). E mais uma vez voltei a ter o Baco ao rubro. Por volta da minha última hora e meia de set apagaram-se as luzes, e pôs-se a funcionar um mini-"strobe" que o Bordeira trouxe para o Baco (e já na noite em que o Zye lá esteve também o puseram a funcionar..).E deixem que vos diga, criou um efeito de uma daquelas noites "old school", em que se faziam festas num qualquer sítio apenas com boa música e um strobe a "bombar", um ambiente muito propício a que se toque sonoridades mais ligadas ao Acid-House (tanto o antigo como o novo), que foi o que fiz...e assim se ouviu Adonis, Bam Bam, Swag, Tomboy, Jesper Dahlback, Farley "Jackmaster" Funk, KIko, Josh Wink, Lil Louis, etc...E mais uma vez um muito obrigado pelo apoio e carinho que tenho sentido no Baco nestes últimos tempos...
A seguir, como estava bem disposto, decidi ir ao ADN, e até se teve bem, e, para minha surpresa (e felicidade), o Zé Pescador decidiu convidar o Abel para passar uns temas a meias com ele. Gostei muito da atitude do Zé Pescador, e espero que de vez em quando vá convidando mais malta para dividir, por pouco tempo que seja, o espaço com ele.
E assim se passou esse fim-de-semana prolongado...
p.s. Pelo que tenho ouvido dizer, parece que nestes próximos 2 fins-de-semana vão abrir ou reabrir mais espaços nocturnos novos em Setúbal...só posso desejar que pelo menos algum desses espaços tenha coragem e/ou abertura para fazer algo diferente do que se tem feito até agora. Acho que já chega de casas que se copiam umas às outras, sem qualquer espécie de inovação, sobretudo em termos musicais. Não vou voltar a repetir o que tenho dito noutro "posts" acerca dos problemas, que, na minha opinião, afectam a noite setubalense, pois quem lê o blog com alguma regularidade já sabe o que eu e o Jacque pensamos acerca disso...a ver vamos o que o futuro reserva.
p.s.2 Mete-me nojo as trocas e baldrocas que têm feito em relação à data destinada a que a Jacklyn toque no Xcêntriko...primeiro era para ser dia 3 de Junho, depois passou para 17, e agora para 24...Ainda por cima até parece que é de propósito, dado que no dia 24 vão acontecer umas quantas inaugurações e re-inaugurações. Muito estranho, de facto...Acho que a Jacklyn merecia mais respeito por parte de quem faz a programação musical da casa...
sexta-feira, junho 10, 2005
Cardápio Nocturno
Hoje irá estar no Baco, em Setúbal para uma sessão de Electro e derivados e Funky Electronic-House, o Zye.
No novo Lab (onde era o Tapa Buracos), o Dj Roger Urb, com sonoridades entre o Deep/Soulfull/Funky House.
Em Lisboa, no Santiago Alquimista, o aniversário da loja Dark Fashion, com passagem de modelos e DJ sets de Abel Santos e Fernando Ribeiro dos Moonspell.
Também em Lisboa, mas no Lux, Strawberry Force Fields Forever (aka Dexter e Zé António Moura da Flur), apresentam a noite Acid-Can You Jack?.
Aqui vai o "press release" relativo a essa noite no Lux:
"Esta era a altura (meados dos anos 80) em que ron hardy, dj no music box de chicago, não tinha discos de house suficientes para um set completo, e então tocava-os juntamente com disco e funk.como os lfo em sheffield, em chicago eram marshall jefferson e dj pierre que passavam as fitas ou test-pressings ao dj para experimentar na pista de dança.
Jefferson, que nunca tinha ouvido coisas da salsoul e ouvia fundamentalmente rock, produz «go wild rhythm track» ainda sem saber muito bem a importância que viria a ter como produtor,mas o seu primeiro highlight foi «i've lost control» com sleezy d: "«i've lost control» veio do rock. Tentei utilizar um pouco de jimi hendrix na equação." «i've lost control» é o «star spangled banner» da house."
A primeira encarnação da house de chicago era uma experiência em progresso. Os temas eram compostos com o objectivo funcional de fazer dançar, utilizando para tal pouco mais do que uma caixa-de-ritmos.no início era verdadeiramente o ritmo, o fascínio com o groove simples e eficaz que provocou o termo "jack", alusão ao modo espasmódico como as pessoas dançavam,semelhante a sofrer pequenas descargas eléctricas.Pouco a pouco o ritmo foi sendo preenchido com outros elementos que eram já obviamente um retomar do disco do princípio da década de 80.
Mas é precisamente na pausa em que a house começou a dar os primeiros passos que se concentra esta antologia da soul jazz, procurando a faceta mais experimental do movimento, muito ligada ao music box. Danny krivit sobre ron hardy: "as pessoas que iam lá ouvi-lo utilizavam as suas caixas-de-ritmos e sintetizadores novos para tentar reproduzir o que ouviam no clube.a maioria eram dj's, não músicos, e faziam a música de improviso." Não é necessário gostar de house para fazer lock groove com estes temas que representam a música electrónica de dança no seu estado mais rude. A sua pulsação futurista tem um impacto sonoro semelhante ao de há 20 anos,quando o minimalismo crú representava um corte abrupto com a música de dança repleta de cosmética e excesso de glamour.
O quê:strawberry force fields forever é uma noite mensal dedicada a acid-house e techno;
«acid: can you jack? chicago acid and experimental house 1985-95» é uma nova compilação da soul jazz records (distribuição sabotage).
onde e quando:strawberry force fields forever acontece todos os meses no lux (lisboa) e passos manuel (porto), em alternância;a sessão «acid: can you jack?» acontecerá no dia 10 de junho no lux e 2 de julho no passos manuel,e servirá de pretexto para apresentar a compilação."
Entretanto, amanhã, sábado, estarei eu no Baco para uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Dubbed-Out Disco, Acid-House e outras coisas dançáveis...
No novo Lab (onde era o Tapa Buracos), o Dj Roger Urb, com sonoridades entre o Deep/Soulfull/Funky House.
Em Lisboa, no Santiago Alquimista, o aniversário da loja Dark Fashion, com passagem de modelos e DJ sets de Abel Santos e Fernando Ribeiro dos Moonspell.
Também em Lisboa, mas no Lux, Strawberry Force Fields Forever (aka Dexter e Zé António Moura da Flur), apresentam a noite Acid-Can You Jack?.
Aqui vai o "press release" relativo a essa noite no Lux:
"Esta era a altura (meados dos anos 80) em que ron hardy, dj no music box de chicago, não tinha discos de house suficientes para um set completo, e então tocava-os juntamente com disco e funk.como os lfo em sheffield, em chicago eram marshall jefferson e dj pierre que passavam as fitas ou test-pressings ao dj para experimentar na pista de dança.
Jefferson, que nunca tinha ouvido coisas da salsoul e ouvia fundamentalmente rock, produz «go wild rhythm track» ainda sem saber muito bem a importância que viria a ter como produtor,mas o seu primeiro highlight foi «i've lost control» com sleezy d: "«i've lost control» veio do rock. Tentei utilizar um pouco de jimi hendrix na equação." «i've lost control» é o «star spangled banner» da house."
A primeira encarnação da house de chicago era uma experiência em progresso. Os temas eram compostos com o objectivo funcional de fazer dançar, utilizando para tal pouco mais do que uma caixa-de-ritmos.no início era verdadeiramente o ritmo, o fascínio com o groove simples e eficaz que provocou o termo "jack", alusão ao modo espasmódico como as pessoas dançavam,semelhante a sofrer pequenas descargas eléctricas.Pouco a pouco o ritmo foi sendo preenchido com outros elementos que eram já obviamente um retomar do disco do princípio da década de 80.
Mas é precisamente na pausa em que a house começou a dar os primeiros passos que se concentra esta antologia da soul jazz, procurando a faceta mais experimental do movimento, muito ligada ao music box. Danny krivit sobre ron hardy: "as pessoas que iam lá ouvi-lo utilizavam as suas caixas-de-ritmos e sintetizadores novos para tentar reproduzir o que ouviam no clube.a maioria eram dj's, não músicos, e faziam a música de improviso." Não é necessário gostar de house para fazer lock groove com estes temas que representam a música electrónica de dança no seu estado mais rude. A sua pulsação futurista tem um impacto sonoro semelhante ao de há 20 anos,quando o minimalismo crú representava um corte abrupto com a música de dança repleta de cosmética e excesso de glamour.
O quê:strawberry force fields forever é uma noite mensal dedicada a acid-house e techno;
«acid: can you jack? chicago acid and experimental house 1985-95» é uma nova compilação da soul jazz records (distribuição sabotage).
onde e quando:strawberry force fields forever acontece todos os meses no lux (lisboa) e passos manuel (porto), em alternância;a sessão «acid: can you jack?» acontecerá no dia 10 de junho no lux e 2 de julho no passos manuel,e servirá de pretexto para apresentar a compilação."
Entretanto, amanhã, sábado, estarei eu no Baco para uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Dubbed-Out Disco, Acid-House e outras coisas dançáveis...
quinta-feira, junho 09, 2005
Crónicas Nocturnas # 24
Na sexta saí mais o Zye, e começámos por ir ao Baco. Nessa noite ia estar um moço que eu conheço pela alcunha de Papa, a tocar umas sonoridades mais "chill-out", e enquanto lá estivemos até termos ido à reabertura do Lab, assim foi.
O Lab reabriu onde era o antigo Tapa Buracos, e alia agora um bom som dentro das sonoridades mais Deep/Soulfull/Funky House com a boa comida...uma casa que tanto alimenta a alma como o corpo...eheheh. Por lá estava o Roger Urb a passar som, com o usual bom gosto que lhe é conhecido. A decoração está bastante gira, e está-se bastante bem dentro daquele espaço. De realçar que pelo menos enquanto eu e o Zye estivemos lá, não sentimos nenhum calor lá dentro. Decididamente uma casa a frequentar, e a mudança de espaço em nada desfavoreceu o Lab. Por lá encontrei o Paulinho, irmão do Del Costa, e tive por lá a pôr a conversa em dia com ele, pois já não o via há uns tempos.
A seguir voltámos outra vez para o Baco, mas agora o Papa já estava a tocar uma onda mais dentro do Psy-Trance, e, apesar de não ser grande apreciador desse tipo de sonoridades, até gostei de ouvir o que ele tocou...Por lá também encontrei os meus amigos Marco e Paulinho, e ficámos por lá até termos decidido ir ao ADN.
Chegados ao ADN, estava o Pedro Viegas ao comando da cabine, e mais uma vez foi uma sessão de bom gosto musical e eclético...Funk, Punk-Funk, Electro, House, Breakbeat...de tudo um pouco se ouviu.
No sábado fui ao jantar de aniversário de um dos meus melhores amigos, o Sérgio Pintado. Fomos a um restaurante, de nome "A Francesinha", que fica ao pé da Universidade Moderna (onde tirei o meu curso...). Quem quiser experimentar um francesinha, já sabe onde pode ir ;).
A seguir fomos ao Tasco do Caneco, onde é DJ o meu amigo Pedro Lontro aka Pantera. Muito boa onda, e sonoridades entre o Lounge/Downtempo, Jazz-Funk, Funk,Rock Alternativo, etc...
Mais um espaço que é bastante agradável e foge ao estéreotipo habitual da monótona noite setubalense. E depois...fui para casa.
p.s. Hoje, véspera de feriado, irei estar, em conjunto com o Zye, a passar som no La Bohémme.
O Lab reabriu onde era o antigo Tapa Buracos, e alia agora um bom som dentro das sonoridades mais Deep/Soulfull/Funky House com a boa comida...uma casa que tanto alimenta a alma como o corpo...eheheh. Por lá estava o Roger Urb a passar som, com o usual bom gosto que lhe é conhecido. A decoração está bastante gira, e está-se bastante bem dentro daquele espaço. De realçar que pelo menos enquanto eu e o Zye estivemos lá, não sentimos nenhum calor lá dentro. Decididamente uma casa a frequentar, e a mudança de espaço em nada desfavoreceu o Lab. Por lá encontrei o Paulinho, irmão do Del Costa, e tive por lá a pôr a conversa em dia com ele, pois já não o via há uns tempos.
A seguir voltámos outra vez para o Baco, mas agora o Papa já estava a tocar uma onda mais dentro do Psy-Trance, e, apesar de não ser grande apreciador desse tipo de sonoridades, até gostei de ouvir o que ele tocou...Por lá também encontrei os meus amigos Marco e Paulinho, e ficámos por lá até termos decidido ir ao ADN.
Chegados ao ADN, estava o Pedro Viegas ao comando da cabine, e mais uma vez foi uma sessão de bom gosto musical e eclético...Funk, Punk-Funk, Electro, House, Breakbeat...de tudo um pouco se ouviu.
No sábado fui ao jantar de aniversário de um dos meus melhores amigos, o Sérgio Pintado. Fomos a um restaurante, de nome "A Francesinha", que fica ao pé da Universidade Moderna (onde tirei o meu curso...). Quem quiser experimentar um francesinha, já sabe onde pode ir ;).
A seguir fomos ao Tasco do Caneco, onde é DJ o meu amigo Pedro Lontro aka Pantera. Muito boa onda, e sonoridades entre o Lounge/Downtempo, Jazz-Funk, Funk,Rock Alternativo, etc...
Mais um espaço que é bastante agradável e foge ao estéreotipo habitual da monótona noite setubalense. E depois...fui para casa.
p.s. Hoje, véspera de feriado, irei estar, em conjunto com o Zye, a passar som no La Bohémme.
terça-feira, maio 31, 2005
Crónicas Nocturnas # 23
Na quarta, dado que era véspera de feriado, fui novamente convidado para ir ao Baco passar som. Foi uma noite calma, algo de que estava à espera, dado que estávamos em plena semana académica, e nessa noite iriam actuar os Blasted Mechanism no "campus" do Politécnico de Setúbal. Obviamente não deixou de me dar prazer lá tocar, dado que tive a oportunidade de tocar sonoridades um pouco mais calmas do que as que normalmente toco nas minhas habituais sessões no Baco.
Saindo do Baco, fui ainda ter com o meu amigo Zye, que estava a passar som no La Bohémme, e ainda apanhei a parte final do set dele.
De seguida fomos ao SpyClub. Sim, a uma das catedrais do "pop e (pseudo) fashion" setubalense, mas foi por uma boa causa...Era o aniversário do Luís Gomez a.k.a. Malvadinho, e ia lá passar som, conjuntamente com a Jacklyn, com o Pedro Tiago e o SidJay. Entrámos no Spy, e fomos imediatamente para a parte de cima (a parte de baixo não se encontrava a funcionar...). Lá em cima estava um ambiente bastante composto e até bastante agradável, e apanhámos o início de set da Jacklyn, set de que gostei bastante, a passear por entre o Funky Electronic-House e o Electro e derivados, e inclusivé um clássico do Detroit Techno, o Bounce Your Body To The Box do grande Kevin Saunderson. A seguir entrou o aniversariante, numa onda mais Funky/Deep-House, também bastante agradável. A seguir, e para finalizar, o Pedro Tiago, numa toada mais Funky Electronic-House, permeado por entre algum Acid-House. A adesão do público até não foi má, mas infelizmente não estão ainda muito habituados a este género de sonoridades, e a pouco e pouco a casa foi vazando, mas é muito bom que se aposte em noites destas, porque é aqui que está o futuro da noite setubalense...e isto é como tudo, ao começo estranha-se, mas depois entranha-se.
Na sexta sai com o Zye, e começámos a noite no La Bohémme. Nessa noite, ao comando da cabine estava a São, que estava a tocar uma onda mais dentro de sonoridades Lounge/Downtempo, bastante agradáveis por sinal.
A seguir demos um salto ao Baco, onde estava um moço a passar Reggae, Dub e alguma World Music. Também foi agradável. No Baco ainda encontrámos o SidJay, e durante um bocado estivemos a "filosofar" acerca do estado da noite setubalense...
Depois fomos ao ADN, onde estava a tocar o Abel, e foi uma noite bastante boa. O mote da noite era tocar música com "feeling" Funk, o que no caso do Abel é mais uma desculpa para se poder tocar de tudo um pouco...Funk, Disco-Sound, Hip-Hop, Electro Old School, Acid-House, Jazz, Deep-House, Rock...de tudo um pouco se ouviu, num "cocktail" bastante dançável. E felizmente a casa esteve bastante composta, apesar de ser dia de Super Bock Super Rock, que, quer se queira, quer não, acaba sempre por atrair muito público que costuma frequentar espaços como o ADN, o Baco, etc...
No sábado, eu, o Abel e o Gino voltámos ao Portão Bar, no Barreiro, e foi uma noite bombástica...
Ao começo a casa estava muito sossegada, e iniciámos o nosso set por entre sonoridades mais dedicadas ao Indie-Rock...A seguir começámos a enveredar por uma onda mais ligada ao Punk-Funk, ao New Wave e ao Electro-Punk. Por volta da 1:30/2:00 da manhã o Portão começou e encher, e já estava um ambiente de festa. Chegou a uma altura que praticamente só tocávamos Punk-Funk (daquele mais ritmado...), Electro-Punk, Punk e até Metal...Não estávamos à espera de tamanha enchente, dado que era mais um dia de Super Bock Super Rock...Fica-se muito contente quando uma noite ultrapassa, e de que maneira, as nossas expectativas...
Saindo do Baco, fui ainda ter com o meu amigo Zye, que estava a passar som no La Bohémme, e ainda apanhei a parte final do set dele.
De seguida fomos ao SpyClub. Sim, a uma das catedrais do "pop e (pseudo) fashion" setubalense, mas foi por uma boa causa...Era o aniversário do Luís Gomez a.k.a. Malvadinho, e ia lá passar som, conjuntamente com a Jacklyn, com o Pedro Tiago e o SidJay. Entrámos no Spy, e fomos imediatamente para a parte de cima (a parte de baixo não se encontrava a funcionar...). Lá em cima estava um ambiente bastante composto e até bastante agradável, e apanhámos o início de set da Jacklyn, set de que gostei bastante, a passear por entre o Funky Electronic-House e o Electro e derivados, e inclusivé um clássico do Detroit Techno, o Bounce Your Body To The Box do grande Kevin Saunderson. A seguir entrou o aniversariante, numa onda mais Funky/Deep-House, também bastante agradável. A seguir, e para finalizar, o Pedro Tiago, numa toada mais Funky Electronic-House, permeado por entre algum Acid-House. A adesão do público até não foi má, mas infelizmente não estão ainda muito habituados a este género de sonoridades, e a pouco e pouco a casa foi vazando, mas é muito bom que se aposte em noites destas, porque é aqui que está o futuro da noite setubalense...e isto é como tudo, ao começo estranha-se, mas depois entranha-se.
Na sexta sai com o Zye, e começámos a noite no La Bohémme. Nessa noite, ao comando da cabine estava a São, que estava a tocar uma onda mais dentro de sonoridades Lounge/Downtempo, bastante agradáveis por sinal.
A seguir demos um salto ao Baco, onde estava um moço a passar Reggae, Dub e alguma World Music. Também foi agradável. No Baco ainda encontrámos o SidJay, e durante um bocado estivemos a "filosofar" acerca do estado da noite setubalense...
Depois fomos ao ADN, onde estava a tocar o Abel, e foi uma noite bastante boa. O mote da noite era tocar música com "feeling" Funk, o que no caso do Abel é mais uma desculpa para se poder tocar de tudo um pouco...Funk, Disco-Sound, Hip-Hop, Electro Old School, Acid-House, Jazz, Deep-House, Rock...de tudo um pouco se ouviu, num "cocktail" bastante dançável. E felizmente a casa esteve bastante composta, apesar de ser dia de Super Bock Super Rock, que, quer se queira, quer não, acaba sempre por atrair muito público que costuma frequentar espaços como o ADN, o Baco, etc...
No sábado, eu, o Abel e o Gino voltámos ao Portão Bar, no Barreiro, e foi uma noite bombástica...
Ao começo a casa estava muito sossegada, e iniciámos o nosso set por entre sonoridades mais dedicadas ao Indie-Rock...A seguir começámos a enveredar por uma onda mais ligada ao Punk-Funk, ao New Wave e ao Electro-Punk. Por volta da 1:30/2:00 da manhã o Portão começou e encher, e já estava um ambiente de festa. Chegou a uma altura que praticamente só tocávamos Punk-Funk (daquele mais ritmado...), Electro-Punk, Punk e até Metal...Não estávamos à espera de tamanha enchente, dado que era mais um dia de Super Bock Super Rock...Fica-se muito contente quando uma noite ultrapassa, e de que maneira, as nossas expectativas...
sexta-feira, maio 27, 2005
Cardápio Nocturno para este fim-de-semana
Hoje, no ADN, Setúbal, iremos ter o Abel Santos, para uma sessão eclética...espera-se uma noite bastante dançável...
Amanhã, em Setúbal, no Baco, iremos ter o Zye, que andará por caminhos do Electro e derivados e o Electronic Funky-House.
Amanhã, no Barreiro, no Portão-Bar, Los 3 Amigos DJs (eu, o Abel Santos e o Gino), para uma sessão de tendência mais rockeira (Electro-Punk, Punk-Funk, New-Wave, Punk, Indie, etc...).
Também no Barreiro, Henri Sanrame no XII-A (mais conhecido como Bar do Gustavo), para uma House Session.
Amanhã, em Setúbal, no Baco, iremos ter o Zye, que andará por caminhos do Electro e derivados e o Electronic Funky-House.
Amanhã, no Barreiro, no Portão-Bar, Los 3 Amigos DJs (eu, o Abel Santos e o Gino), para uma sessão de tendência mais rockeira (Electro-Punk, Punk-Funk, New-Wave, Punk, Indie, etc...).
Também no Barreiro, Henri Sanrame no XII-A (mais conhecido como Bar do Gustavo), para uma House Session.
quarta-feira, maio 25, 2005
Cardápio Nocturno para hoje.
Hoje irei estar no Baco para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Disco e Acid-House.
No La Bohémme irá estar o Zye para uma sessão entre o Lounge/Downtempo, Electro e Funky Electronic-House.
No SpyClub irão estar hoje os DJs SidJay, Pedro Tiago, Jacklynne e Luís Gomez...decerto uma sessão de Funky Electronic House.
No La Bohémme irá estar o Zye para uma sessão entre o Lounge/Downtempo, Electro e Funky Electronic-House.
No SpyClub irão estar hoje os DJs SidJay, Pedro Tiago, Jacklynne e Luís Gomez...decerto uma sessão de Funky Electronic House.
terça-feira, maio 24, 2005
O "lado negro da força"...
Soube há pouco tempo de algo que me deixou um pouco revoltado...
Os DJs e Produtores setubalenses Del Costa e o Pedro Goya abordaram recentemente o responsável por uma certa e determinada casa nocturna setubalense, com o intuito de lá realizarem uma festa. Acontece que essa pessoa lhes pediu uma quantia completamente absurda, sem nexo nenhum para que se pudesse realizar tal evento...Claro está que recusaram, qualquer pessoa com bom senso recusaria...Tudo bem que essa pessoa é que sabe o que há-de pedir, mas é uma atitude que demonstra uma enorme falta de respeito por quem tem posto o nome Setúbal nos circuitos internacionais...
O Del Costa é só um dos DJs nacionais com maior número de internacionalizações, o Pedro Goya uma das grandes esperanças nacionais em termos de DJing e Produção, e já editaram em conjunto discos (ou estão à beira de editar...) por editoras consagradas internacionalmente como a Brique Rouge, a Exun, a Classic ou a Music For Freaks...É assim que honramos quem tanto tem feito para que a cidade de Setúbal evolua? É pedir quantias absurdas para se realizar uma simples festa que em nada afectaria o percurso normal da casa em si (se calhar até a melhoraria e traria outras pessoas à casa...), e que traria felicidade a muita gente farta da noite monótona de Setúbal o caminho a seguir? Claro que não.
Isto só me faz chegar à conclusão que o "lado negro da força" continua a predominar demasiado na noite setubalense, havendo muitos "Darth Vaders" que só põem empecilhos a uma normal evolução da noite setubalense...O que vale é que as forças rebeldes que se encontram dentro do "lado benigno da força" estão cada vez mais no bom caminho e começam a não ter medo de fazer mostrar aos "Darth Vaders" que também eles poderão trilhar com mais sucesso os caminhos do "lado benigno da força" do que os do "lado negro da força"...
Os DJs e Produtores setubalenses Del Costa e o Pedro Goya abordaram recentemente o responsável por uma certa e determinada casa nocturna setubalense, com o intuito de lá realizarem uma festa. Acontece que essa pessoa lhes pediu uma quantia completamente absurda, sem nexo nenhum para que se pudesse realizar tal evento...Claro está que recusaram, qualquer pessoa com bom senso recusaria...Tudo bem que essa pessoa é que sabe o que há-de pedir, mas é uma atitude que demonstra uma enorme falta de respeito por quem tem posto o nome Setúbal nos circuitos internacionais...
O Del Costa é só um dos DJs nacionais com maior número de internacionalizações, o Pedro Goya uma das grandes esperanças nacionais em termos de DJing e Produção, e já editaram em conjunto discos (ou estão à beira de editar...) por editoras consagradas internacionalmente como a Brique Rouge, a Exun, a Classic ou a Music For Freaks...É assim que honramos quem tanto tem feito para que a cidade de Setúbal evolua? É pedir quantias absurdas para se realizar uma simples festa que em nada afectaria o percurso normal da casa em si (se calhar até a melhoraria e traria outras pessoas à casa...), e que traria felicidade a muita gente farta da noite monótona de Setúbal o caminho a seguir? Claro que não.
Isto só me faz chegar à conclusão que o "lado negro da força" continua a predominar demasiado na noite setubalense, havendo muitos "Darth Vaders" que só põem empecilhos a uma normal evolução da noite setubalense...O que vale é que as forças rebeldes que se encontram dentro do "lado benigno da força" estão cada vez mais no bom caminho e começam a não ter medo de fazer mostrar aos "Darth Vaders" que também eles poderão trilhar com mais sucesso os caminhos do "lado benigno da força" do que os do "lado negro da força"...
segunda-feira, maio 23, 2005
Crónicas Nocturnas # 22
Sexta fui ver o Zye ao Baco, e devo dizer que se portou bastante bem, e o público aderiu bem ao som dele. Passeou por entre o Electro e o Funky Electronic-House, e foi agradável. Era também o dia de anos da Elisa, que nos tempos livres é "barmaid" lá no Baco, e por volta da meia-noite foi-lhe cantado em uníssono os "Parabéns A Voçê", com direito a bolo e velas apagadas...que contes muitos mais, Elisa, e que a malta vá vendo...
A seguir fui mais o Zye ao ADN ver os "Sheiks" Omar e Sharif, a.k.a. Pedro Viegas e Zé Pescador. Foi giro, o ADN estava à pinha, pena terem abusado um pouco naquelas sonoridades estilo No Smoking Band do Kusturica ou Dazkarieh, estilo de som que eu não aprecio muito, mas prontos...
No sábado fui mais uma vez ao Baco passar som, e foi mais uma noite bombástica...antes da meia-noite já o Baco estava bastante composto, e foi mais uma noite ao rubro, e foi mais uma daquelas noites que me deixou muito satisfeito, e que é definitivamente para recordar. Sabe muito bem ver as pessoas a aderirem bem ás sonoridades que toco, e um muito obrigado, a todos os níveis, pelo apoio que tenho tido e sentido lá no Baco.
Em termos de sonoridades, tanto passei Disco (tanto originais, como re-edits estilo Ray Mang, Idjut Boys ou Dancin` Days), Punk-Funk (LCD Soundsystem, Le Tigre, Headman, Outhud), Electro e derivados e outras coisas ligadas (Booka Shade, Tiga, Ewan Pearson, Riton, Mr. Oizo, Phonique, Hugg & Pepp, Daft Punk, Vitalic, Etienne de Crécy, Steve Bug, o Believe dos Chemical Brothers) como Acid-House moderno e antigo (Tomboy, Essit Muzique, Jef K, Jack Frost, Abe Duque, Marc Romboy, Adonis), tendo finalizado a sessão com a "New York Mix" do Relax dos Frankie Goes To Hollywood...um final em beleza.
E a seguir fui para casa...Decididamente não havia nada que me estimulasse a fazer uma visita a outro estabelecimento nocturno...
A seguir fui mais o Zye ao ADN ver os "Sheiks" Omar e Sharif, a.k.a. Pedro Viegas e Zé Pescador. Foi giro, o ADN estava à pinha, pena terem abusado um pouco naquelas sonoridades estilo No Smoking Band do Kusturica ou Dazkarieh, estilo de som que eu não aprecio muito, mas prontos...
No sábado fui mais uma vez ao Baco passar som, e foi mais uma noite bombástica...antes da meia-noite já o Baco estava bastante composto, e foi mais uma noite ao rubro, e foi mais uma daquelas noites que me deixou muito satisfeito, e que é definitivamente para recordar. Sabe muito bem ver as pessoas a aderirem bem ás sonoridades que toco, e um muito obrigado, a todos os níveis, pelo apoio que tenho tido e sentido lá no Baco.
Em termos de sonoridades, tanto passei Disco (tanto originais, como re-edits estilo Ray Mang, Idjut Boys ou Dancin` Days), Punk-Funk (LCD Soundsystem, Le Tigre, Headman, Outhud), Electro e derivados e outras coisas ligadas (Booka Shade, Tiga, Ewan Pearson, Riton, Mr. Oizo, Phonique, Hugg & Pepp, Daft Punk, Vitalic, Etienne de Crécy, Steve Bug, o Believe dos Chemical Brothers) como Acid-House moderno e antigo (Tomboy, Essit Muzique, Jef K, Jack Frost, Abe Duque, Marc Romboy, Adonis), tendo finalizado a sessão com a "New York Mix" do Relax dos Frankie Goes To Hollywood...um final em beleza.
E a seguir fui para casa...Decididamente não havia nada que me estimulasse a fazer uma visita a outro estabelecimento nocturno...
sábado, maio 21, 2005
Fusion Goes Clubbing@Baco (again)
Hoje irei estar no Baco para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House, Disco e outras coisas dançáveis...
p.s.No La Bohémme irá estar o Abel Santos, para mais uma das suas sessões ecléticas.
p.s.No La Bohémme irá estar o Abel Santos, para mais uma das suas sessões ecléticas.
sexta-feira, maio 20, 2005
Hoje à noite em Setúbal
No Baco, Zye para mais uma sessão por entre o Downtempo, Electro e Funky Electronic-House.
No ADN, os DJs Sheiks, Omar e Sharif, com sonoridades dançáveis e divertidas.
No ADN, os DJs Sheiks, Omar e Sharif, com sonoridades dançáveis e divertidas.
quinta-feira, maio 19, 2005
História do Electro-Parte 3
Tal como prometi (já há algum tempo, é verdade...), aqui vai a 3ª e última parte da História do Electro.
Após uma década de 80 em força, e uma década de 90 numa relativa obscuridade, o Electro voltou a ganhar forte preponderância na década inicial do século XXI.
Logo por volta do final dos anos 90 começaram a existir indícios do que se iria passar. Foi aí que começaram a surgir coisas como o Champagne E.P. do Hacker e Miss Kittin, o Space Invaders Are Smoking Grass de I-F, o àlbum Darkdancer dos Les Rhythmes Digitales ou o àlbum I Know Elektrikboy de Thee Madkat Courtship (aka Felix Da Housecat), trabalhos em que se começava a notar uma forte de influência de sonoridades mais ligadas tanto ao Electro-Pop como ao Electro Old School de colheita anos 80. Também em nomes ligados ao "French Touch" como Air, Daft Punk, Superfunk, Mirwais ou Etienne de Crécy se notavam fortes influências de sonoridades mais ligadas aos anos 80. Também muitos dos trabalhos editados por editoras como a International Deejay Gigolo de DJ Hell, a Psi49net de Anthony Rother, a Environ de Morgan Geist ou a 20/20 Vision de Ralph Lawson também começavam, de certa forma, a indicar o caminho que a 1ª metade do secúlo XXI iria percorrer. Também nesta altura surgiram dois àlbuns que remisturavam temas dos Telex...
No ano 2000 foram editados trabalhos como o Innerstrings dos Blackstrobe (editado pela Output de Trevor Jackson) e o Emerge dos Fischerspooner (editado pela International Deejay Gigolo de DJ Hell), dois trabalhos que vieram a demonstrar que a chegada do Electro e derivados a um novo patamar estava mesmo ao bater da porta. Logo no ano 2000, Dave Clarke, um dos mais famosos DJs de Techno inglês, foi dos 1ºs a apostar nesse tema dos Fischerspooner, o que não era anormal, dado a paixão que esse DJ tem pelo Electro, tendo até sido um dos nomes que mais força deu ás sonoridades Electro durante a década de 90.
Já no ano 2000 são também editados dois àbuns em que os anos 80 se encontram bastante presentes, embora não sejam Electro : Tempovision de Etiénne de Crécy (embora de uma forma bastante subtil), e Strange Attitude de Benjamin Diamond. E o tema Music da Madonna, produzido pelo françês Mirwais soava mais a Electro Old School que outra coisa...
Em 2001 é editado o álbum Discovery dos Daft Punk, também fortemente influenciado por sonoridades muito ligadas aos anos 80, ou seja, um álbum com muitas influências de Electro, cheio de "vocoders" e com uma sonoridade bastante pop. Mas é entre meados e fim desse ano que surgem os álbuns e/ou temas chave do ressurgimento em força do Electro : Ladytron-604, Felix Da Housecat-Kittenz And Thee Glitz, Fischerspooner-#1, The Hacker & Miss Kittin - First Album, Playgroup-Playgroup, Little Computer People-Electro Pop (nos àlbuns), Adult.-Hand To Phone, Tiga & Zyntherius-Sunglasses At Night, Blackstrobe-Me & Madonna, Green Velvet-La La Land, David Carretta-Vicious Games, Metro Area-4 e Vitalic-Poney E.P. (onde vinha o demolidor La Rock 01). Inclusivé os Depeche Mode e os New Order voltaram a editar àlbuns esse ano...
Tem-se de pereceber que ligado a este ressurgimento do Electro está ligados o seguinte factor:
-A música de dança estava a passar por uma enorme fase de estagnação, em que praticamente só vivia à base de grandes nomes, mas que tocavam "sets" massacrantes e secantes, sem nada de novo ou fresco. Ora o "ressuscitar" do Electro injectou a mais que necessária frescura, e voltou a levar muita gente a escutar e/ou produzir com prazer música electrónica.
Em 2002 os "media" começaram a chamar a este novo movimento Electroclash, nome de um festival de Nova Iorque, idealizado por Larry Tee, em que participavam nomes ligados ao Electro-Pop, Electro-Punk e até ao de novo re-emergente Punk-Funk. Nunca concordei com esta designação, dado que era um nome de um festival, e de repente começou-se a apelidar de Electroclash coisas que já eram antigas, como o Sweet Dreams dos Eurythmics, ou coisas que não eram Electro de todo, como os temas de gente como os Rapture, mais ligados ao Punk-Funk.
E, subitamente, estilos como o House, o Techno, o Punk começaram a ser fortemente influenciados por estas sonoridades mais ligadas ao Electro. E nomes como David Carretta, Kiko ou Terence Fixmer começaram também a produzir temas fortemente influenciados por Electronic Body Music (EBM). E a cena do chamado Neo Italo-Disco também sofreu um enorme impulso com o ressurgimento do Electro, com nomes como Metro Area, Daniel Wang, Legowelt, Bangkok Impact/Putsch 79 ou Alden Tyrell. Inclusivé nomes ligados ao Italo-Disco original como Alexander Robotnick voltaram a surgir na cena musical...
Também nomes mais ligados ao Minimal Techno, como Michael Mayer, Justus Kohncke, Mathew Jonson ou Superpitcher não foram alheios a este ressurgimento do Electro.
Estrelas pop como Madonna ou Kylie Minogue tanmbém não ficaram alheias a este novo ressurgimento. O tema Can`t Get You Out Of My Head era muito devedor das produções electrónicas de Giorgio Moroder, e no vídeo existiam referências subtis aos Kraftwerk, que também decidiram regressar com àlbum de originais há dois anos. E não esquecer que a Kylie Minogue tem sabido escolher nos últimos tempos remisturadores ligados ao Electro e derivados como Riton, Alter Ego, Whitey ou Mylo...
Não esquecer outros nomes importantes como DJ T, M.A.N.D.Y., Steve Barnes, Tiefschwarz, Mu, Kiki, Ellen Allien, 2 Many DJs, Jesper Dahlback, Peaches, Electronicat, o 2º àlbum dos Goldfrapp...
Esta nova força adquirida pelo Electro também foi, na minha modesta opinião, a catalizadora do ressurgimento da cenaPost-Punk/Punk-Funk e do House de Chicago "circa" 1987/88.
Veio também criar um novo conceito de DJ set, em que se mistura sem qualquer problema temas antigos com temas novos, e esses temas podem ser de diversos estilos, o que não causa monotonia.
E num mesmo tema pode-se ouvir "arpeggios" tipicamente "moroderianos" misturado com um baixo tipicamente Joy Division/New Order.
Será que este ressurgimento do Electro veio para ficar, ou será uma moda passageira? Na minha opinião veio para ficar...mas só o futuro o dirá...
Compilações indispensáveis para quem queira perceber este ressurgimento do Electro:
Futurism vols. 1 e 2
Rebelfuturism vol. 1
American Gigolo mixed by Tiga
As compilações da Gigolo da nº 4 até à nº 6
DJ Kicks de Playgroup
DJ Kicks de Tiga
How To Kill The DJ mixado por Ivan Smagghe
Nag Nag Nag
Após uma década de 80 em força, e uma década de 90 numa relativa obscuridade, o Electro voltou a ganhar forte preponderância na década inicial do século XXI.
Logo por volta do final dos anos 90 começaram a existir indícios do que se iria passar. Foi aí que começaram a surgir coisas como o Champagne E.P. do Hacker e Miss Kittin, o Space Invaders Are Smoking Grass de I-F, o àlbum Darkdancer dos Les Rhythmes Digitales ou o àlbum I Know Elektrikboy de Thee Madkat Courtship (aka Felix Da Housecat), trabalhos em que se começava a notar uma forte de influência de sonoridades mais ligadas tanto ao Electro-Pop como ao Electro Old School de colheita anos 80. Também em nomes ligados ao "French Touch" como Air, Daft Punk, Superfunk, Mirwais ou Etienne de Crécy se notavam fortes influências de sonoridades mais ligadas aos anos 80. Também muitos dos trabalhos editados por editoras como a International Deejay Gigolo de DJ Hell, a Psi49net de Anthony Rother, a Environ de Morgan Geist ou a 20/20 Vision de Ralph Lawson também começavam, de certa forma, a indicar o caminho que a 1ª metade do secúlo XXI iria percorrer. Também nesta altura surgiram dois àlbuns que remisturavam temas dos Telex...
No ano 2000 foram editados trabalhos como o Innerstrings dos Blackstrobe (editado pela Output de Trevor Jackson) e o Emerge dos Fischerspooner (editado pela International Deejay Gigolo de DJ Hell), dois trabalhos que vieram a demonstrar que a chegada do Electro e derivados a um novo patamar estava mesmo ao bater da porta. Logo no ano 2000, Dave Clarke, um dos mais famosos DJs de Techno inglês, foi dos 1ºs a apostar nesse tema dos Fischerspooner, o que não era anormal, dado a paixão que esse DJ tem pelo Electro, tendo até sido um dos nomes que mais força deu ás sonoridades Electro durante a década de 90.
Já no ano 2000 são também editados dois àbuns em que os anos 80 se encontram bastante presentes, embora não sejam Electro : Tempovision de Etiénne de Crécy (embora de uma forma bastante subtil), e Strange Attitude de Benjamin Diamond. E o tema Music da Madonna, produzido pelo françês Mirwais soava mais a Electro Old School que outra coisa...
Em 2001 é editado o álbum Discovery dos Daft Punk, também fortemente influenciado por sonoridades muito ligadas aos anos 80, ou seja, um álbum com muitas influências de Electro, cheio de "vocoders" e com uma sonoridade bastante pop. Mas é entre meados e fim desse ano que surgem os álbuns e/ou temas chave do ressurgimento em força do Electro : Ladytron-604, Felix Da Housecat-Kittenz And Thee Glitz, Fischerspooner-#1, The Hacker & Miss Kittin - First Album, Playgroup-Playgroup, Little Computer People-Electro Pop (nos àlbuns), Adult.-Hand To Phone, Tiga & Zyntherius-Sunglasses At Night, Blackstrobe-Me & Madonna, Green Velvet-La La Land, David Carretta-Vicious Games, Metro Area-4 e Vitalic-Poney E.P. (onde vinha o demolidor La Rock 01). Inclusivé os Depeche Mode e os New Order voltaram a editar àlbuns esse ano...
Tem-se de pereceber que ligado a este ressurgimento do Electro está ligados o seguinte factor:
-A música de dança estava a passar por uma enorme fase de estagnação, em que praticamente só vivia à base de grandes nomes, mas que tocavam "sets" massacrantes e secantes, sem nada de novo ou fresco. Ora o "ressuscitar" do Electro injectou a mais que necessária frescura, e voltou a levar muita gente a escutar e/ou produzir com prazer música electrónica.
Em 2002 os "media" começaram a chamar a este novo movimento Electroclash, nome de um festival de Nova Iorque, idealizado por Larry Tee, em que participavam nomes ligados ao Electro-Pop, Electro-Punk e até ao de novo re-emergente Punk-Funk. Nunca concordei com esta designação, dado que era um nome de um festival, e de repente começou-se a apelidar de Electroclash coisas que já eram antigas, como o Sweet Dreams dos Eurythmics, ou coisas que não eram Electro de todo, como os temas de gente como os Rapture, mais ligados ao Punk-Funk.
E, subitamente, estilos como o House, o Techno, o Punk começaram a ser fortemente influenciados por estas sonoridades mais ligadas ao Electro. E nomes como David Carretta, Kiko ou Terence Fixmer começaram também a produzir temas fortemente influenciados por Electronic Body Music (EBM). E a cena do chamado Neo Italo-Disco também sofreu um enorme impulso com o ressurgimento do Electro, com nomes como Metro Area, Daniel Wang, Legowelt, Bangkok Impact/Putsch 79 ou Alden Tyrell. Inclusivé nomes ligados ao Italo-Disco original como Alexander Robotnick voltaram a surgir na cena musical...
Também nomes mais ligados ao Minimal Techno, como Michael Mayer, Justus Kohncke, Mathew Jonson ou Superpitcher não foram alheios a este ressurgimento do Electro.
Estrelas pop como Madonna ou Kylie Minogue tanmbém não ficaram alheias a este novo ressurgimento. O tema Can`t Get You Out Of My Head era muito devedor das produções electrónicas de Giorgio Moroder, e no vídeo existiam referências subtis aos Kraftwerk, que também decidiram regressar com àlbum de originais há dois anos. E não esquecer que a Kylie Minogue tem sabido escolher nos últimos tempos remisturadores ligados ao Electro e derivados como Riton, Alter Ego, Whitey ou Mylo...
Não esquecer outros nomes importantes como DJ T, M.A.N.D.Y., Steve Barnes, Tiefschwarz, Mu, Kiki, Ellen Allien, 2 Many DJs, Jesper Dahlback, Peaches, Electronicat, o 2º àlbum dos Goldfrapp...
Esta nova força adquirida pelo Electro também foi, na minha modesta opinião, a catalizadora do ressurgimento da cenaPost-Punk/Punk-Funk e do House de Chicago "circa" 1987/88.
Veio também criar um novo conceito de DJ set, em que se mistura sem qualquer problema temas antigos com temas novos, e esses temas podem ser de diversos estilos, o que não causa monotonia.
E num mesmo tema pode-se ouvir "arpeggios" tipicamente "moroderianos" misturado com um baixo tipicamente Joy Division/New Order.
Será que este ressurgimento do Electro veio para ficar, ou será uma moda passageira? Na minha opinião veio para ficar...mas só o futuro o dirá...
Compilações indispensáveis para quem queira perceber este ressurgimento do Electro:
Futurism vols. 1 e 2
Rebelfuturism vol. 1
American Gigolo mixed by Tiga
As compilações da Gigolo da nº 4 até à nº 6
DJ Kicks de Playgroup
DJ Kicks de Tiga
How To Kill The DJ mixado por Ivan Smagghe
Nag Nag Nag
terça-feira, maio 17, 2005
Tristezas...
Foi uma semana que começou mal, esta...
Faleceu aquele que, na minha opinião, era um dos melhores jornalistas musicais do nosso país, o grande Fernando Magalhães.
Não o conhecia pessoalmente, mas costumava ler com bastante interesse tudo o que ele escrevia ( e o humor com que ele escrevia certos textos era impagável...), e também gostava bastante das participações dele no Fórum Sons.
E foi também hoje noticiado que a uma das minhas artistas pop favoritas, a Kylie Minogue, foi-lhe detectado um cancro nos seios...
Foi uma semana que não começou nada bem...
Faleceu aquele que, na minha opinião, era um dos melhores jornalistas musicais do nosso país, o grande Fernando Magalhães.
Não o conhecia pessoalmente, mas costumava ler com bastante interesse tudo o que ele escrevia ( e o humor com que ele escrevia certos textos era impagável...), e também gostava bastante das participações dele no Fórum Sons.
E foi também hoje noticiado que a uma das minhas artistas pop favoritas, a Kylie Minogue, foi-lhe detectado um cancro nos seios...
Foi uma semana que não começou nada bem...
domingo, maio 15, 2005
Crónicas Nocturnas # 21
Na quinta fui, mais o meu grande amigo Flávio, jantar ao novo restaurante que abriu ao lado do Baco, que se especializa nas comidas indianas e italianas, e devo de dizer que gostei muito, e que o recomendo vivamente. Comeu-se bem, fomos bem atendidos, "staff" muito simpático...vão lá que não se irão arrepender.
A seguir demos uma voltinha por Setúbal...começámos por ir ao Roda do Leme (que está na mesma...), a seguir fomos ao ID, em que estava a tocar um cd, que me pareceu "mixado" com temas horrorosos, em que a única música de jeito era o Let`s Get Ill dos P-Diddy, e na sequência dessa vinha o inenarrável Summer Jam...que raio de sequência...A seguir fomos beber um copo ao Baco, que estava na boa-onda do costume...
A seguir dirigimo-nos a Lisboa, para irmos ao Lux, pois nessa noite iria lá estar o grande Laurent Garnier. Entrámos no Lux, e estivémos no bar a ouvir temas de bandas como Whithey, LCD Soundsystem ou Radio 4, até que por volta das duas e tal foi aberto o acesso para a Discoteca. Por lá se encontrava já Rui Vargas a iniciar a sessão, desta feita com um palco montado na parte de baixo (Laurent Garnier gosta de ter contacto próximo com o público que o ouve). Rui Vargas tocou 3 discos, e a seguir passou os comandos para Laurent Garnier, que assim iniciou uma autêntica viagem musical...foram ouvidos temas como #37 da dupla Del Costa e Pedro Goya (só prova que estes meus conterrâneos estão no bom caminho...), The Chase de Giorgio Moroder, Break Dance Electric Boogie dos West Street Mob, Planet Claire dos B 52s, uma remistura do Break On Through dos Doors, Join In The Chant dos Nitzer Ebb, Can You Feel It de Mr. Fingers, Neue Luthersche Fraktur de Michael Mayer, On Repeat dos LCD Soundsystem ou Crispy Bacon do próprio Garnier...como se pode ver, muito eclético (House, Detroit e Minimal Techno, Electro e derivados, Hip-Hop, EBM, New-Wave, Disco-Sound, etc...) e muita qualidade. (ainda por lá ouvi temas de Derrick May e Jeff Mills cujos nomes não me consigo recordar neste momento...).
Momento da noite : quando Laurent Garnier toca o French Kiss do Lil Louis e a seguir passa o Love To Love You Baby da Donna Summer...uma sequência altamente orgásmica...
Mais uma noite para recordar...que volte outra vez. O ambiente estava muito bom, muita gente, muitas miúdas giras...e era uma quinta-feira...
Na sexta fui mais uma vez passar música ao Baco, e foi novamente uma noite com muito boa-onda, e onde as sonoridades que toco parecem-me sempre bem recebidas por quem frequenta o Baco. A seguir fui, em conjunto com o meu amigo Zye ao ADN, onde estavam o Mr. Simon e a Carla Menitra a passar música. Quando entrámos Carla Menitra tocava um Hip-Hop de qualidade, e antes de o Simões entrar, ainda tocou temas como I Feel For You da Chakha Khan ou (Jus`) Knee Deep dos Funkadelic. O Simões entrou depois com o Funky Town dos Lipps Inc, e a seguir enveredou por sonoridades mais House. Quando a Carla Menitra reentrou, voltou a tocar Hip-Hop, tendo a partir daí a noite esfriado um pouco, pois parece que quem estava no ADN quereria ouvir coisas mais mexidas, o que levou a que o pessoal a pouco e pouco fosse saíndo do ADN. No fim tocou dois temas de R n B que, não sendo maus, começavam-me a trazer recordações de certos sítios que eu não gosto de frequentar...À saída do ADN, uma pessoa ligada ao ADN dizia-me que aquilo não era bem música para ali. Apesar de ter gostado de praticamente tudo o que ouvi, sou obrigado a concordar com essa pessoa...
No sábado, eu e o Zye fomos tocar ao La Bohémme, para mais uma sessão por entre o Downtempo, o Electro e derivados, algum House e anos 80...E devo de dizer que correu bastante bem. E a seguir fomos para casa, que não havia nada que nos despertasse muito a atenção na noite setubalense...
A seguir demos uma voltinha por Setúbal...começámos por ir ao Roda do Leme (que está na mesma...), a seguir fomos ao ID, em que estava a tocar um cd, que me pareceu "mixado" com temas horrorosos, em que a única música de jeito era o Let`s Get Ill dos P-Diddy, e na sequência dessa vinha o inenarrável Summer Jam...que raio de sequência...A seguir fomos beber um copo ao Baco, que estava na boa-onda do costume...
A seguir dirigimo-nos a Lisboa, para irmos ao Lux, pois nessa noite iria lá estar o grande Laurent Garnier. Entrámos no Lux, e estivémos no bar a ouvir temas de bandas como Whithey, LCD Soundsystem ou Radio 4, até que por volta das duas e tal foi aberto o acesso para a Discoteca. Por lá se encontrava já Rui Vargas a iniciar a sessão, desta feita com um palco montado na parte de baixo (Laurent Garnier gosta de ter contacto próximo com o público que o ouve). Rui Vargas tocou 3 discos, e a seguir passou os comandos para Laurent Garnier, que assim iniciou uma autêntica viagem musical...foram ouvidos temas como #37 da dupla Del Costa e Pedro Goya (só prova que estes meus conterrâneos estão no bom caminho...), The Chase de Giorgio Moroder, Break Dance Electric Boogie dos West Street Mob, Planet Claire dos B 52s, uma remistura do Break On Through dos Doors, Join In The Chant dos Nitzer Ebb, Can You Feel It de Mr. Fingers, Neue Luthersche Fraktur de Michael Mayer, On Repeat dos LCD Soundsystem ou Crispy Bacon do próprio Garnier...como se pode ver, muito eclético (House, Detroit e Minimal Techno, Electro e derivados, Hip-Hop, EBM, New-Wave, Disco-Sound, etc...) e muita qualidade. (ainda por lá ouvi temas de Derrick May e Jeff Mills cujos nomes não me consigo recordar neste momento...).
Momento da noite : quando Laurent Garnier toca o French Kiss do Lil Louis e a seguir passa o Love To Love You Baby da Donna Summer...uma sequência altamente orgásmica...
Mais uma noite para recordar...que volte outra vez. O ambiente estava muito bom, muita gente, muitas miúdas giras...e era uma quinta-feira...
Na sexta fui mais uma vez passar música ao Baco, e foi novamente uma noite com muito boa-onda, e onde as sonoridades que toco parecem-me sempre bem recebidas por quem frequenta o Baco. A seguir fui, em conjunto com o meu amigo Zye ao ADN, onde estavam o Mr. Simon e a Carla Menitra a passar música. Quando entrámos Carla Menitra tocava um Hip-Hop de qualidade, e antes de o Simões entrar, ainda tocou temas como I Feel For You da Chakha Khan ou (Jus`) Knee Deep dos Funkadelic. O Simões entrou depois com o Funky Town dos Lipps Inc, e a seguir enveredou por sonoridades mais House. Quando a Carla Menitra reentrou, voltou a tocar Hip-Hop, tendo a partir daí a noite esfriado um pouco, pois parece que quem estava no ADN quereria ouvir coisas mais mexidas, o que levou a que o pessoal a pouco e pouco fosse saíndo do ADN. No fim tocou dois temas de R n B que, não sendo maus, começavam-me a trazer recordações de certos sítios que eu não gosto de frequentar...À saída do ADN, uma pessoa ligada ao ADN dizia-me que aquilo não era bem música para ali. Apesar de ter gostado de praticamente tudo o que ouvi, sou obrigado a concordar com essa pessoa...
No sábado, eu e o Zye fomos tocar ao La Bohémme, para mais uma sessão por entre o Downtempo, o Electro e derivados, algum House e anos 80...E devo de dizer que correu bastante bem. E a seguir fomos para casa, que não havia nada que nos despertasse muito a atenção na noite setubalense...
sábado, maio 14, 2005
Cardápio Nocturno
Hoje irei estar em conjunto com o Zye para mais uma sessão no La Bohémme.
No Beach Club, em Troia, estará o SidJay, para uma House Session.
No Marr, estará o Mr. Simon.
E no Lux, em Lisboa, a francesa Chloe, habitual cúmplice de Ivan Smagghe nas noites How To Kill The DJ em Paris. A não perder.
No Beach Club, em Troia, estará o SidJay, para uma House Session.
No Marr, estará o Mr. Simon.
E no Lux, em Lisboa, a francesa Chloe, habitual cúmplice de Ivan Smagghe nas noites How To Kill The DJ em Paris. A não perder.
sexta-feira, maio 13, 2005
Fusion Goes Clubbing@Baco
Hoje irei estar no Baco para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Disco-Sound, Acid-House e outras coisas dançáveis.
p.s.No La Bohémme irá estar o Abel Santos, no ADN irá estar o Mr. Simon em conjunto com a Carla Menitra, e num bar que é o Quartel, perto do Outão, irão estar o SidJay e o Pedro Tiago para mais uma sessão de House de qualidade.
p.s.No La Bohémme irá estar o Abel Santos, no ADN irá estar o Mr. Simon em conjunto com a Carla Menitra, e num bar que é o Quartel, perto do Outão, irão estar o SidJay e o Pedro Tiago para mais uma sessão de House de qualidade.
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