Hoje, sexta, estarei, em conjunto com o meu amigo Henri Sanrame, no ADN. Será uma sessão mais virada para o Electro e derivados, Acid-House e outras coisas igualmente dançáveis.
No Baco estará o Zye, para uma sessão entre o Lounge, o Electro e derivados e Funky Electronic-House.
No La Bohémme estará o Abel Santos, para mais uma das suas sessões ecléticas.
Amanhã, sábado, Ivan Smagghe no Lux...a não perder. (A ver se não perde o avião desta vez...)
Amanhã, estará no Baco o Abel Santos, e , no XII-A, no Barreiro, estará o Henri Sanrame.
sexta-feira, abril 29, 2005
segunda-feira, abril 25, 2005
Crónicas Nocturnas # 18
No sábado lá fui eu e os meus grandes amigos Gino e Abel para mais uma "Los 3 Amigos DJs" session no Portão Bar, em que mais uma vez demos asas às nossas tendências mais "rockeiras", e mais uma noite de boa onda. De Tiga a Metallica, de Cure a Ramones, de Franz Ferdinand a Sex Pistols, de Supernova a Bloc Party, de LCD Soundsystem a Daft Punk, de tudo um pouco se tocou...
No domingo fui mais o meu grande amigo Zye para tocarmos no La Bohémme, e foi a noite de estreia do Zye lá no La Bohémme, e portou-se bastante bem. Andámos por entre sonoridades mais ligadas ao Electro e derivados, ao Punk-Funk e algum House mais electrónico facção Brett Johnson, mas sempre numa onda calma, nada de som muito a abrir...O La Bohémme esteve sempre bastante composto, e às 22, ao contrário de muitos outros sítios, já se encontrava bastante movimentado...
Saímos do La Bohémme, já acompanhados pelo Abel, e fomos ao Desassossego. Antes, porém, passámos à porta do Estúdio 4, e vimos por lá uma cena bizarra...malta aos pulos lá dentro, a abanarem os candeeiros da casa, e a ouvirem música do mais pimba que podia haver, mesmo daquela digna de bailaricos...Reparámos também que o antigo Peste reabriu, não memorizei o nome, mas também não me pareceu nada de especial...
Chegámos ao Desassossego, que ainda estava animado, e em que o Gino estava a tocar música portuguesa dos anos 80...Zeca Afonso (ou não fosse véspera de 25 de Abril),Heróis Do Mar, Adelaide Ferreira, Táxi, Jáfumega, Trabalhadores do Comércio, GNR, Manuela Moura Guedes, etc...Muito boa onda, com aqueles temas que nos fazem sentir nostálgicos...Gostei.
A seguir fomos a uma bomba de gasolina ao pé do Bonfim, porque havia malta que estava com fome...Estava de porta fechada, mas ainda bem, porque os cromos que lá estavam a trabalhar tavam a ouvir O-Zone...bleurgh!!!
E a seguir fomos todos para casa dormir...
No domingo fui mais o meu grande amigo Zye para tocarmos no La Bohémme, e foi a noite de estreia do Zye lá no La Bohémme, e portou-se bastante bem. Andámos por entre sonoridades mais ligadas ao Electro e derivados, ao Punk-Funk e algum House mais electrónico facção Brett Johnson, mas sempre numa onda calma, nada de som muito a abrir...O La Bohémme esteve sempre bastante composto, e às 22, ao contrário de muitos outros sítios, já se encontrava bastante movimentado...
Saímos do La Bohémme, já acompanhados pelo Abel, e fomos ao Desassossego. Antes, porém, passámos à porta do Estúdio 4, e vimos por lá uma cena bizarra...malta aos pulos lá dentro, a abanarem os candeeiros da casa, e a ouvirem música do mais pimba que podia haver, mesmo daquela digna de bailaricos...Reparámos também que o antigo Peste reabriu, não memorizei o nome, mas também não me pareceu nada de especial...
Chegámos ao Desassossego, que ainda estava animado, e em que o Gino estava a tocar música portuguesa dos anos 80...Zeca Afonso (ou não fosse véspera de 25 de Abril),Heróis Do Mar, Adelaide Ferreira, Táxi, Jáfumega, Trabalhadores do Comércio, GNR, Manuela Moura Guedes, etc...Muito boa onda, com aqueles temas que nos fazem sentir nostálgicos...Gostei.
A seguir fomos a uma bomba de gasolina ao pé do Bonfim, porque havia malta que estava com fome...Estava de porta fechada, mas ainda bem, porque os cromos que lá estavam a trabalhar tavam a ouvir O-Zone...bleurgh!!!
E a seguir fomos todos para casa dormir...
sexta-feira, abril 22, 2005
Cardápio Nocturno
No sábado vou estar, em conjunto com os meus amigos Abel e Gino, no Portão Bar, no Barreiro, para mais uma noite "Los 3 Amigos DJs", onde damos azo a tendências mais "rockeiras"...Electro-Punk, Punk-Funk, New-Wave, Indie, Punk, Rock n Roll, algum Electro-Pop e alguns Hits dos anos 70/80/90...
Nessa mesma noite, no Baco, em Setúbal estará a DJ Joana, para mais uma sessão eclética, que decerto englobará Broken Beat, algum Deep-House, Big Beat e Electro.
Nessa mesma noite, mas em Lisboa, no Clube Lua, a dupla de DJs belga The Glimmers (ex Glimmer Twins), o alemão DJ Kaos e o nosso Dinis, das noites Flashdance. (The Glimmers editaram recentemente um cd mixado, desta feita um DJ Kicks, que está muito bom, assim como o DJ Kaos que lançou também há pouco tempo o álbum Hello Stranger, também bastante recomendável).
No domingo, véspera do feriado de 25 de Abril, estaremos eu e o meu amigo Zye no La Bohémme para uma sessão eclética...
(dia 28, Afrika Bambaataa no Lux, dia 29, eu e o meu amigo Henri Sanrame no ADN, dia 30, Ivan Smagghe no Lux).
Nessa mesma noite, no Baco, em Setúbal estará a DJ Joana, para mais uma sessão eclética, que decerto englobará Broken Beat, algum Deep-House, Big Beat e Electro.
Nessa mesma noite, mas em Lisboa, no Clube Lua, a dupla de DJs belga The Glimmers (ex Glimmer Twins), o alemão DJ Kaos e o nosso Dinis, das noites Flashdance. (The Glimmers editaram recentemente um cd mixado, desta feita um DJ Kicks, que está muito bom, assim como o DJ Kaos que lançou também há pouco tempo o álbum Hello Stranger, também bastante recomendável).
No domingo, véspera do feriado de 25 de Abril, estaremos eu e o meu amigo Zye no La Bohémme para uma sessão eclética...
(dia 28, Afrika Bambaataa no Lux, dia 29, eu e o meu amigo Henri Sanrame no ADN, dia 30, Ivan Smagghe no Lux).
domingo, abril 17, 2005
Crónicas Nocturnas # 17
Este foi um fim-de-semana calmo. Saí apenas no sábado, e andei a distribuir cartazes para uma festa que vou fazer em conjunto com o meu grande amigo Henri, no ADN, no dia 29 deste mês.
Fui acompanhado nessa missão pelo meu grande amigo Jacque Nylv, e percorremos os locais mais adequados onde postar os nossos cartazes...
Primeiro fomos ao La Bohemme, onde estava o meu grande amigo Abel a passar som, sempre dentro das sonoridades ecléticas e de qualidade tão habituais nele (no dia 24 deste mês eu e o meu grande amigo Zye estaremos a passar som no La Bohémme).
A seguir fomos ao Bombar, também sempre com boa onda, com o Max a fazer de DJ, a tocar Hip-Hop português e algum Grunge clássico como Pearl Jam.
E depois fomos à minha cada vez mais segunda casa, o Baco, onde estava o grande Benny Bagassi a passar sonoridades entre o Big Beat e o Electro e derivados. E, como de costume, por lá estava também o meu grande amigo Marco. Por lá encontrei também o grande Del Costa, mais os grandes Pedro Tiago e Cid...uma autêntica convenção em ponto pequeno de DJs setubalenses que passam House de qualidade (faltava por lá o Henri Sanrame, o Daniel Costa, a Jacklynne, o Pedro Goya, o DJ Time, o Safara e o Roger Urb para o ramalhete ficar completo...).
A seguir regressamos ao Bohémme, também não faltava muito para a casa fechar...A seguir fomos ao Desassossego onde estava o meu grande amigo Gino a passar som, também já quase a fechar...
E a seguir, fomos acabar a noite no ADN...Sítio cada vez mais a rebentar pelas costuras, e cada vez com mais público não muito habitual naquele sítio, o que para mim é bom, é sinal de mudança de mentalidades. O grande Zé Pescador lá estava ao comando da cabine, passou muita coisa porreira, mas também passou daqueles temas estilo Kusturica que a mim não me agradam lá muito, parecem uma espécie de "pimba" alternativo...E finalizou a noite com o Creep dos Radiohead. Gosto muito de Radiohead, mas não para fim de noite...é para mim uma banda para se ouvir no recato da nossa casa, e em certos e determinados momentos...Enfim, são maneiras de estar na vida...
Fui acompanhado nessa missão pelo meu grande amigo Jacque Nylv, e percorremos os locais mais adequados onde postar os nossos cartazes...
Primeiro fomos ao La Bohemme, onde estava o meu grande amigo Abel a passar som, sempre dentro das sonoridades ecléticas e de qualidade tão habituais nele (no dia 24 deste mês eu e o meu grande amigo Zye estaremos a passar som no La Bohémme).
A seguir fomos ao Bombar, também sempre com boa onda, com o Max a fazer de DJ, a tocar Hip-Hop português e algum Grunge clássico como Pearl Jam.
E depois fomos à minha cada vez mais segunda casa, o Baco, onde estava o grande Benny Bagassi a passar sonoridades entre o Big Beat e o Electro e derivados. E, como de costume, por lá estava também o meu grande amigo Marco. Por lá encontrei também o grande Del Costa, mais os grandes Pedro Tiago e Cid...uma autêntica convenção em ponto pequeno de DJs setubalenses que passam House de qualidade (faltava por lá o Henri Sanrame, o Daniel Costa, a Jacklynne, o Pedro Goya, o DJ Time, o Safara e o Roger Urb para o ramalhete ficar completo...).
A seguir regressamos ao Bohémme, também não faltava muito para a casa fechar...A seguir fomos ao Desassossego onde estava o meu grande amigo Gino a passar som, também já quase a fechar...
E a seguir, fomos acabar a noite no ADN...Sítio cada vez mais a rebentar pelas costuras, e cada vez com mais público não muito habitual naquele sítio, o que para mim é bom, é sinal de mudança de mentalidades. O grande Zé Pescador lá estava ao comando da cabine, passou muita coisa porreira, mas também passou daqueles temas estilo Kusturica que a mim não me agradam lá muito, parecem uma espécie de "pimba" alternativo...E finalizou a noite com o Creep dos Radiohead. Gosto muito de Radiohead, mas não para fim de noite...é para mim uma banda para se ouvir no recato da nossa casa, e em certos e determinados momentos...Enfim, são maneiras de estar na vida...
We've got a funkytown
A noite estava combinada e na hora marcada fizemo-nos ao caminho, tinhamos um objectivo: correr os pontos chave da scene underground setubalense de maneira a publicitar um evento electrónico.
Ponto 1. La Bohémme
Entre dedos de conversa, fomos caminhando por entre as ruas cheias de história, batemos na porta e entrámos.
"Ola, boa noite, estão bons?".
Somos recebidos com uma simpatia por excelência, fazendo-nos sentir bem... muito bem situados.
É impressionante a qualidade de sítios "não tão conhecidos", que não têm medo de apostar na qualidade, não caindo na estupidez da chamada quantidade... exagerada, sem fundamento.
Um sítio em que estamos entre amigos, onde passamos uma noite agradável e falamos de assuntos interessantes... sempre com uma banda sonora de dar parabéns ao DJ, por cada faixa colocada. E o nosso amigo Abel, sabe fazer isso como ninguém, com uma cultura musical de excelência.
Mas tivemos de sair, com alguma pena nossa, mas dissemos um até já....
Ponto 2. Bombar
A zona histórica da Fonte Nova continua a mexer, desta vez no Bombar, decidimos parar para beber um copo. Um sitio a ter em conta.
Ponto 3. Baco
As batidas electrónicas faziam-se ouvir do outro lado da estrada...
É bom sinal, cada vez mais se verificar pessoal a aderir a sonoridades diferentes, sejam elas quais forem, talvez sinal que as coisas estão a evoluir/a mudar de alguma forma. Talvez por isso se veja cada vez mais frequentadores da zona pop & (pseudo) fashion setubalense, nos sítios cotados por underground.
Enquanto ficamos na porta, vemos a chegar os amigos: Pedro, Costa e Cid, para também eles virem beber um copo, e ouvirem um pouco de som. Sim, porque um apaixonado de música, não é na zona pop & (pseudo) fashion que a vai encontrar... Sendo que as pessoas estão cada vez mais fartas d'lhos hits del verano, que insistem em continuar a passar por lá...
Quando é que as mentalidades mudam de vez? Quando é que os donos das casas começam a perceber que são muitos os sítios comerciais...?
Mas voltando ao Baco, ficámos por lá, a curtir o electro, com uma muito boa onda.
Sendo que por lá, todas as noites são boa onda.
Ponto 4. La bohémme
Decidimos voltar ao ponto de partida, para ouvir o fim de noite do nosso amigo Abel. A sua variedade sonora, "cai que nem ginjas" no bar, excusado será dizer que o bom ambiente respirava-se.
Uns clientes franceses, questionaram o DJ pelo nome de uma faixa, mais instrumental que tinha acabado de ser tocada, curiosamente de uma colectânea francesa de Lounge...
Ao acabar a sessão, decidimos ir ate ao Desassossego. Estava lá o Gino, para mais uma sessão mais rockeira, para depois irmos ate ao ADN.
Não teria lógica corrermos os bares mais underground setubalenses e não irmos ao ADN.
Ponto 5. Desassossego
A visita foi rápida pois o bar já estava pra fechar, dando ainda tempo para mais um copo e pormos a conversa em dia com o Gino.
O Desassossego, mais um sítio a ter em conta, para quem gosta de sonoridades mais rockeiras.
Ponto 6. ADN
Entramos com dificuldade no ADN, pois a casa estava à pinha, super cheio, com um ambiente de pura curtição. Naquela altura, pessoalmente, só pedia algo mais dançável, pois a casa pedia a isso, com a pista a transbordar, podendo-se puxar ainda mais pelo público. Ao nos dirigirmos para a parte mais "calma", verificamos se encontrar por lá, um grande grupo de habituais frequentadores e frequentadoras da zona pop & (pseudo) fashion. E entre nós não contivemos os risos. É boa onda, ver tudo animado e a curtir a noite, provavelmente por ali se sentirem à vontade, sem pressões insignificantes só vistas nas zonas pseudo, em que os olhares são constantes...
Ficamos até ao fim de mais uma sessão de sábado à noite do ADN, com o dj Zé Pescador.
Com todas estas voltas, chegámos à grande conclusão que o underground setubalense está de muito boa saúde e recomenda-se (cada vez mais). E parece que algum do público (pseudo) fashion já começou a perceber isso.
Uma noite em que a qualidade predominou.
Jacque Nylv na Underground Scene Setubalense
Ponto 1. La Bohémme
Entre dedos de conversa, fomos caminhando por entre as ruas cheias de história, batemos na porta e entrámos.
"Ola, boa noite, estão bons?".
Somos recebidos com uma simpatia por excelência, fazendo-nos sentir bem... muito bem situados.
É impressionante a qualidade de sítios "não tão conhecidos", que não têm medo de apostar na qualidade, não caindo na estupidez da chamada quantidade... exagerada, sem fundamento.
Um sítio em que estamos entre amigos, onde passamos uma noite agradável e falamos de assuntos interessantes... sempre com uma banda sonora de dar parabéns ao DJ, por cada faixa colocada. E o nosso amigo Abel, sabe fazer isso como ninguém, com uma cultura musical de excelência.
Mas tivemos de sair, com alguma pena nossa, mas dissemos um até já....
Ponto 2. Bombar
A zona histórica da Fonte Nova continua a mexer, desta vez no Bombar, decidimos parar para beber um copo. Um sitio a ter em conta.
Ponto 3. Baco
As batidas electrónicas faziam-se ouvir do outro lado da estrada...
É bom sinal, cada vez mais se verificar pessoal a aderir a sonoridades diferentes, sejam elas quais forem, talvez sinal que as coisas estão a evoluir/a mudar de alguma forma. Talvez por isso se veja cada vez mais frequentadores da zona pop & (pseudo) fashion setubalense, nos sítios cotados por underground.
Enquanto ficamos na porta, vemos a chegar os amigos: Pedro, Costa e Cid, para também eles virem beber um copo, e ouvirem um pouco de som. Sim, porque um apaixonado de música, não é na zona pop & (pseudo) fashion que a vai encontrar... Sendo que as pessoas estão cada vez mais fartas d'lhos hits del verano, que insistem em continuar a passar por lá...
Quando é que as mentalidades mudam de vez? Quando é que os donos das casas começam a perceber que são muitos os sítios comerciais...?
Mas voltando ao Baco, ficámos por lá, a curtir o electro, com uma muito boa onda.
Sendo que por lá, todas as noites são boa onda.
Ponto 4. La bohémme
Decidimos voltar ao ponto de partida, para ouvir o fim de noite do nosso amigo Abel. A sua variedade sonora, "cai que nem ginjas" no bar, excusado será dizer que o bom ambiente respirava-se.
Uns clientes franceses, questionaram o DJ pelo nome de uma faixa, mais instrumental que tinha acabado de ser tocada, curiosamente de uma colectânea francesa de Lounge...
Ao acabar a sessão, decidimos ir ate ao Desassossego. Estava lá o Gino, para mais uma sessão mais rockeira, para depois irmos ate ao ADN.
Não teria lógica corrermos os bares mais underground setubalenses e não irmos ao ADN.
Ponto 5. Desassossego
A visita foi rápida pois o bar já estava pra fechar, dando ainda tempo para mais um copo e pormos a conversa em dia com o Gino.
O Desassossego, mais um sítio a ter em conta, para quem gosta de sonoridades mais rockeiras.
Ponto 6. ADN
Entramos com dificuldade no ADN, pois a casa estava à pinha, super cheio, com um ambiente de pura curtição. Naquela altura, pessoalmente, só pedia algo mais dançável, pois a casa pedia a isso, com a pista a transbordar, podendo-se puxar ainda mais pelo público. Ao nos dirigirmos para a parte mais "calma", verificamos se encontrar por lá, um grande grupo de habituais frequentadores e frequentadoras da zona pop & (pseudo) fashion. E entre nós não contivemos os risos. É boa onda, ver tudo animado e a curtir a noite, provavelmente por ali se sentirem à vontade, sem pressões insignificantes só vistas nas zonas pseudo, em que os olhares são constantes...
Ficamos até ao fim de mais uma sessão de sábado à noite do ADN, com o dj Zé Pescador.
Com todas estas voltas, chegámos à grande conclusão que o underground setubalense está de muito boa saúde e recomenda-se (cada vez mais). E parece que algum do público (pseudo) fashion já começou a perceber isso.
Uma noite em que a qualidade predominou.
Jacque Nylv na Underground Scene Setubalense
segunda-feira, abril 11, 2005
Crónicas Nocturnas # 16
Quinta à noite fui aos anos do meu grande amigo Mário João, meu companheiro nos Revolwers. (Pois é, pá, 25 anitos...eheheheheh. Que contes muitos mais. E os bolos que a tua avó faz...ai ai...).
Foi uma noite muito agradável e bem passada, a comer muitos bolos, com o cd mixado pelo Felix Da Housecat que veio na Mixmag (uma revista de qualidade muito duvidosa, mas que de vez em quando traz uns cds jeitosos...) e com o How To Kill The DJ parte 2 mixado pelos Optimo a proporcionarem a banda sonora perfeita para a noite em questão...
No sábado fui mais uma vez passar música no Baco, cada vez mais a minha segunda casa...Como sempre, mais uma noite de boa-onda e com o pessoal a aderir bem às sonoridades que toquei por lá. Tive sempre bem acompanhado durante a noite, ora pelo Zye, ora pelas Sistas, ora pelo Marco...e o Gino também apareceu por lá para ir comprar tabaco, antes de se ir fazer à vida para o Desassossego, sítio a que me dirigi após ter saído do Baco, para o ouvir tocar. E a seguir...casa.
p.s. Temas que têm sido bastante apreciados nos meus últimos sets:
Tiga - Louder Than A Bomb
Tiefschwarz - Issst
Chemical Brothers -Galvanize/The Big Jump/Believe
Daft Punk - Robot Rock/Burnin`
N & W - Randomizer
Benny Benassi - Satisfaction
Marc Romboy vs Blake Baxter - Freakin`
LCD Soundsystem - Daft Punk Is Playing In My House (tanto o original como a remistura dos Soulwax)
Franz Ferdinand - Matinée (Headman Mix)
Kaos - Now & Forever
Liquid Liquid - Cavern
Sylvester - Band Of Gold (The Glimmers Dub)
Traffic Signs - The Big Fake
Qualquer produção do Abe Duque
Qualquer produção que envolva os primos Jesper e John Dahlback
etc, etc...
Foi uma noite muito agradável e bem passada, a comer muitos bolos, com o cd mixado pelo Felix Da Housecat que veio na Mixmag (uma revista de qualidade muito duvidosa, mas que de vez em quando traz uns cds jeitosos...) e com o How To Kill The DJ parte 2 mixado pelos Optimo a proporcionarem a banda sonora perfeita para a noite em questão...
No sábado fui mais uma vez passar música no Baco, cada vez mais a minha segunda casa...Como sempre, mais uma noite de boa-onda e com o pessoal a aderir bem às sonoridades que toquei por lá. Tive sempre bem acompanhado durante a noite, ora pelo Zye, ora pelas Sistas, ora pelo Marco...e o Gino também apareceu por lá para ir comprar tabaco, antes de se ir fazer à vida para o Desassossego, sítio a que me dirigi após ter saído do Baco, para o ouvir tocar. E a seguir...casa.
p.s. Temas que têm sido bastante apreciados nos meus últimos sets:
Tiga - Louder Than A Bomb
Tiefschwarz - Issst
Chemical Brothers -Galvanize/The Big Jump/Believe
Daft Punk - Robot Rock/Burnin`
N & W - Randomizer
Benny Benassi - Satisfaction
Marc Romboy vs Blake Baxter - Freakin`
LCD Soundsystem - Daft Punk Is Playing In My House (tanto o original como a remistura dos Soulwax)
Franz Ferdinand - Matinée (Headman Mix)
Kaos - Now & Forever
Liquid Liquid - Cavern
Sylvester - Band Of Gold (The Glimmers Dub)
Traffic Signs - The Big Fake
Qualquer produção do Abe Duque
Qualquer produção que envolva os primos Jesper e John Dahlback
etc, etc...
sexta-feira, abril 08, 2005
Cardápio Nocturno
Hoje, sexta, dia 8 de Março, no ADN, Pedro Viegas (Journeys/Hot Hat) convida Rui Murka (Frágil), para uma DJ session. Como é apanágio de Rui Murka, espera-se uma sessão eclética e de muito bom gosto. A não perder.
Amanhã, sábado, dia 9 de Março, eu, Eduardo Martins, estarei no Baco para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House e outras coisas dançáveis.
p.s. Abriu ou vai abrir um bar dançante novo, de nome Mix-Club, na Av. Luísa Tody nº357 (ao lado do Hardurio), aparentemente mais dedicado às sonoridades House, com o Dj Pedro Monchique, residente, aos comandos da cabine de som.
Amanhã, sábado, dia 9 de Março, eu, Eduardo Martins, estarei no Baco para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House e outras coisas dançáveis.
p.s. Abriu ou vai abrir um bar dançante novo, de nome Mix-Club, na Av. Luísa Tody nº357 (ao lado do Hardurio), aparentemente mais dedicado às sonoridades House, com o Dj Pedro Monchique, residente, aos comandos da cabine de som.
domingo, abril 03, 2005
Crónicas Nocturnas # 15
Na quarta fui mais o meu grande amigo Fred K passar som no Mexe-Café, no Bairro Alto. Sítio muito giro, com uma cabine de DJ no alto, quase como se fosse um palco, e com um dono um pouco excêntrico, mas muito simpático. Foi uma noite com boa-onda, apesar de o espaço ficar cheio de repente, e vazar de repente, e estar sempre assim a noite toda, até à hora do fecho. As sonoridades predominantes estuveram por entre o Electro e algum Acid-House, com alguns temas de Progressive-House pelo meio, estilo pelo qual o meu amigo Fred está cada vez mais apaixonado. E é engraçado ver uma casa que consegue numa quarta-feira ter mais gente do que certas casas de Setúbal a um fim-de-semana...Saudações para o Pedro e o Cid, que apareceram por lá para irem beber um copo connosco.
Na quinta fui, mais o meu grande amigo Zye, assistir a um concerto dos Micro Audio Waves. Já os tinha visto em Novembro do ano passado, no Festival Número, que decorreu no Lux (noite essa em que Trevor Jackson estreou-se em grande no Lux...para quando o regresso desse grande SENHOR ?), e tinha ficado bastante bem impressionado com a actuação deles. E não me voltaram a decepcionar, se bem que o Cine-Teatro Luísa Tody não me pareça o sítio mais adequado para se assistir a um concerto deles. Giro também foi termos assistido ao concerto no palco, e não na plateia, mas a verdade é que teve muito mais sentido assim, para que pudesse haver uma maior proximidade entre público e artistas. A vocalista, Cláudia apresentou-se sempre muito bem humorada, e com um forte carisma. Flak ocasionalmente dava um ar da sua graça, com uma ou outra postura tipo "guitar hero", e Carlos Morgado nos sintetizadores, com uma postura algo discreta, mas que deu azo a uns dos momentos mais hilariantes da noite, quando pegava no baixo, e o instrumento criava um "feedback" um pouco estranho, o que parecia divertir bastante a vocalista. À saída estavam cópias do álbum deles à venda por 6 euros, e não me fiz rogado, adquiri logo um.
Na sexta, também com o Zye, fui ao La Bohemme, por lá encontrando-se novamente o meu grande amigo Abel a passar som (o Abel é quase como que o DJ residente daquela casa). Como sempre, música de qualidade, e muito ecletismo musical. Entretanto houve uma ocasião em que tive de ir à casa de banho, e quando regressei, fiquei muito surpreendido por ver que lá estava o grande Zé António Moura da Flur, acompanhado com o meu amigo Mr. Simon e pela grande radialista Isilda Sanches (da Rádio Oxigênio), que iriam horas depois fazer uma "DJing Session" no ADN. Por lá fiquei um bocado a conversar com o Zé António Moura (Major Eléctrico/Strawberry Force Fields Forever). Foi uma agradável surpresa, não esperava nada vê-lo por ali. Entretanto lá fiquei mais o Zye no Bohémme até ao fecho da casa, e a seguir rumámos ao ADN. Quando lá chegámos, já o Simões e a Isilda Sanches estavam bem embalados na sua "Dj Session", que foi bastante eclética e variada. Punk-Funk, Electro, Disco-Sound, Reggae, Hip-Hop de teor mais "old school". Ouviu-se por lá Le Tigre, B 52s, Tiefschwarz, Eminem, Salt n Pepa, M (Pop Pop Pop Muzik...), Lipps Inc, House Of Pain, LCD Soundsystem, G.L.O.B.E. & Whiz Kid, Playgroup, The Killers, etc...Muito variado, como se pode ver...Mais uma noite de boa-onda, e completamente ao rubro no ADN, e novamente com malta que frequenta ou frequentava espaços "pop e (pseudo) fashion"...o que para mim é positivo.
No sábado, uma amiga minha, a Susana, ia fazer 20 anos, e fui convidado para ir passar som na festa dela. Foi uma noite muito gira, muito animada. Felizmente que a chuva que esteve presente durante o dia inteiro, decidiu dar tréguas á noite. Pena foi as bebidas alcóolicas terem acabado um pouco mais cedo do que se estava à espera, mas não faz mal...ainda havia muitos Trinaranjus e Coca-Colas...eheheheheh. Ninguém morreu à sede. Para além de mim, tocou o meu grande amigo Gino, que foi quem iniciou a noite, com um set mais alternativo. A seguir entrou um moço que se auto-denominava como Dj Alface, que iniciou o set com o All Night Long do Lionel Ritchie, e acabou já no Electro. A seguir entrei eu, para tocar um pequeno set por entre o Electro-House e o Acid-House. O Louder Than A Bomb do Tiga faz estragos...A seguir entrou a grande Jacklynne, também para uma sessão entre o Electro-House, Funky-Electronic-House e algum Detroit Techno. A seguir entrou a dupla de DJs Irresponsáveis, para uma sessão mais virada para o Electro-Techno. A seguir, acalmaram-se os ânimos com sonoridades mais Deep-House tocadas pelos DJs Safara e Rui Pedro, que é o residente do MXL (finalmente alguém dá uso áqueles CDJs, e já não era sem tempo, e a julgar pela boa qualidade dos temas que o Rui tocou, o MXL parece bem entregue... espero que seja para continuar...força Rui). Depois todos os DJs da festa tocaram um tema cada um, e no fim existiu um despique de temas "pimba" entre a dupla Irresponsáveis e o meu amigo Gino, a ver quem é que tocava o tema mais horroroso...eeheheheh. Completamente hilariante. Mas redimiram-se quando a última música a ser tocada foi Love Will Tear Us Apart dos Joy Division.
p.s. Que contes muito mais, Susana, e que a malta vá vendo.
Na quinta fui, mais o meu grande amigo Zye, assistir a um concerto dos Micro Audio Waves. Já os tinha visto em Novembro do ano passado, no Festival Número, que decorreu no Lux (noite essa em que Trevor Jackson estreou-se em grande no Lux...para quando o regresso desse grande SENHOR ?), e tinha ficado bastante bem impressionado com a actuação deles. E não me voltaram a decepcionar, se bem que o Cine-Teatro Luísa Tody não me pareça o sítio mais adequado para se assistir a um concerto deles. Giro também foi termos assistido ao concerto no palco, e não na plateia, mas a verdade é que teve muito mais sentido assim, para que pudesse haver uma maior proximidade entre público e artistas. A vocalista, Cláudia apresentou-se sempre muito bem humorada, e com um forte carisma. Flak ocasionalmente dava um ar da sua graça, com uma ou outra postura tipo "guitar hero", e Carlos Morgado nos sintetizadores, com uma postura algo discreta, mas que deu azo a uns dos momentos mais hilariantes da noite, quando pegava no baixo, e o instrumento criava um "feedback" um pouco estranho, o que parecia divertir bastante a vocalista. À saída estavam cópias do álbum deles à venda por 6 euros, e não me fiz rogado, adquiri logo um.
Na sexta, também com o Zye, fui ao La Bohemme, por lá encontrando-se novamente o meu grande amigo Abel a passar som (o Abel é quase como que o DJ residente daquela casa). Como sempre, música de qualidade, e muito ecletismo musical. Entretanto houve uma ocasião em que tive de ir à casa de banho, e quando regressei, fiquei muito surpreendido por ver que lá estava o grande Zé António Moura da Flur, acompanhado com o meu amigo Mr. Simon e pela grande radialista Isilda Sanches (da Rádio Oxigênio), que iriam horas depois fazer uma "DJing Session" no ADN. Por lá fiquei um bocado a conversar com o Zé António Moura (Major Eléctrico/Strawberry Force Fields Forever). Foi uma agradável surpresa, não esperava nada vê-lo por ali. Entretanto lá fiquei mais o Zye no Bohémme até ao fecho da casa, e a seguir rumámos ao ADN. Quando lá chegámos, já o Simões e a Isilda Sanches estavam bem embalados na sua "Dj Session", que foi bastante eclética e variada. Punk-Funk, Electro, Disco-Sound, Reggae, Hip-Hop de teor mais "old school". Ouviu-se por lá Le Tigre, B 52s, Tiefschwarz, Eminem, Salt n Pepa, M (Pop Pop Pop Muzik...), Lipps Inc, House Of Pain, LCD Soundsystem, G.L.O.B.E. & Whiz Kid, Playgroup, The Killers, etc...Muito variado, como se pode ver...Mais uma noite de boa-onda, e completamente ao rubro no ADN, e novamente com malta que frequenta ou frequentava espaços "pop e (pseudo) fashion"...o que para mim é positivo.
No sábado, uma amiga minha, a Susana, ia fazer 20 anos, e fui convidado para ir passar som na festa dela. Foi uma noite muito gira, muito animada. Felizmente que a chuva que esteve presente durante o dia inteiro, decidiu dar tréguas á noite. Pena foi as bebidas alcóolicas terem acabado um pouco mais cedo do que se estava à espera, mas não faz mal...ainda havia muitos Trinaranjus e Coca-Colas...eheheheheh. Ninguém morreu à sede. Para além de mim, tocou o meu grande amigo Gino, que foi quem iniciou a noite, com um set mais alternativo. A seguir entrou um moço que se auto-denominava como Dj Alface, que iniciou o set com o All Night Long do Lionel Ritchie, e acabou já no Electro. A seguir entrei eu, para tocar um pequeno set por entre o Electro-House e o Acid-House. O Louder Than A Bomb do Tiga faz estragos...A seguir entrou a grande Jacklynne, também para uma sessão entre o Electro-House, Funky-Electronic-House e algum Detroit Techno. A seguir entrou a dupla de DJs Irresponsáveis, para uma sessão mais virada para o Electro-Techno. A seguir, acalmaram-se os ânimos com sonoridades mais Deep-House tocadas pelos DJs Safara e Rui Pedro, que é o residente do MXL (finalmente alguém dá uso áqueles CDJs, e já não era sem tempo, e a julgar pela boa qualidade dos temas que o Rui tocou, o MXL parece bem entregue... espero que seja para continuar...força Rui). Depois todos os DJs da festa tocaram um tema cada um, e no fim existiu um despique de temas "pimba" entre a dupla Irresponsáveis e o meu amigo Gino, a ver quem é que tocava o tema mais horroroso...eeheheheh. Completamente hilariante. Mas redimiram-se quando a última música a ser tocada foi Love Will Tear Us Apart dos Joy Division.
p.s. Que contes muito mais, Susana, e que a malta vá vendo.
quinta-feira, março 31, 2005
Cardápio Nocturno
Hoje, dia 31 de Março, temos os Micro Audio Waves, no Cine-Teatro Luísa Tody, para uma actuação ao vivo.
Amanhã, sexta, dia 1 de Abril, temos Mr. Simon e Isilda Sanches da Rádio Oxigênio a fazerem um DJ set no ADN.
Sábado, dia 2 de Abril, temos Fred K (Fusion) no Baco, e temos também uma festa de Drum n Bass na Casa Mãe Rota dos Vinhos, com Magau, Mee K, Spam e Alif. Temos também, mas em Lisboa, no Lux, Steve Bug.
Amanhã, sexta, dia 1 de Abril, temos Mr. Simon e Isilda Sanches da Rádio Oxigênio a fazerem um DJ set no ADN.
Sábado, dia 2 de Abril, temos Fred K (Fusion) no Baco, e temos também uma festa de Drum n Bass na Casa Mãe Rota dos Vinhos, com Magau, Mee K, Spam e Alif. Temos também, mas em Lisboa, no Lux, Steve Bug.
quarta-feira, março 30, 2005
Fusion Goes Clubbing@Mexe Café, Bairro Alto
Hoje estarei, mais o meu amigo Fred K, a passar som no Mexe-Café, no Bairro Alto.
Podem esperar por sonoridades entre o Electro e derivados e o Acid-House.
Podem esperar por sonoridades entre o Electro e derivados e o Acid-House.
domingo, março 27, 2005
Crónicas Nocturnas # 14
Mais um fim-de-semana movimentado q.b., e ainda por cima prolongado...
Na quinta fui mais um grande amigo meu ao La Bohémme. Estava lá o meu amigo Abel a passar som, o que é garantia de ecletismo e qualidade musical. Por lá também encontrei um casal amigo meu, e aproveitámos para pôr a conversa em dia. Por lá ficámos até ao fim da sessão, mas a seguir decidimos ir para casa, pois não havia nada de interessante noutros sítios.
Na sexta fui, um pouco inesperadamente, passar som ao Baco, para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk e Acid-House. Mais uma noite de boa-onda e com o pessoal a vibrar com as sonoridades que eu debitava, e com os barmans-maravilha a fazerem por vezes de Light-Jockeys. Isto tudo apesar da chuva que caía lá fora. A seguir ao Baco fui ao ADN. Era uma noite de apresentação do que penso ser uma nova revista, de nome Bíblia, com os DJs Vaipes e Rui Maia (dos X-Wife, banda do DJ Kitten) ao comando da cabine. Foi uma noite de tendência mais "rockeira", com alguns apontamentos Electro e até de Techno, Drum n Bass e Reggae pelo meio. Foi uma noite divertida, em que se ouviu Tiga, Radio 4, The Rapture, Ramones, Miss Kittin, e , para finalizar a sessão, o grande mestre Carlos Paredes (infelizmente falecido o ano passado...).
No sábado fui ao Baco, mas desta vez para ouvir a DJ Joana, uma moça que tem uma boa selecção musical, e variada q.b. . Começou com umas sonoridades mais dentro do Broken Beat, depois passou para o Deep-House, e a seguir enveredou por sonoridades mais dentro do Electro. Ouviu-se Blue 6, Martin Solveig, The Killers, Scissor Sisters, Daft Punk, Chemical Brothers, Fischerspooner, etc...Sempre boa-onda. O grupo de amigos com quem estava, além de estarem a gostar do som, também estavam a gostar bastante das clientes do sexo feminino. De facto o Baco tem cada vez mais míudas giras e cheias de pinta. A seguir fui ao Desassossego ter com os meus amigos Abel e Gino, que estavam por lá a passar som. Estavam numa onda de Rock mais "old school", mas bastante agradável de se ouvir. A seguir fomos para o ADN, em que lá estava o residente, Zé Pescador, a passar som em conjunto com o Max do Bombar. Teve-se bem, apesar de um ou outro tema tocado não serem muito do meu agrado. Para variar, ADN sempre á pinha, e a continuar a ser frequentado por malta que costuma ou costumava frequentar os sítios "pop e (pseudo) fashion".
E assim vai a noite setubalense de teor mais "underground"...De boa saúde, e com tendência a melhorar ainda mais...
Na quinta fui mais um grande amigo meu ao La Bohémme. Estava lá o meu amigo Abel a passar som, o que é garantia de ecletismo e qualidade musical. Por lá também encontrei um casal amigo meu, e aproveitámos para pôr a conversa em dia. Por lá ficámos até ao fim da sessão, mas a seguir decidimos ir para casa, pois não havia nada de interessante noutros sítios.
Na sexta fui, um pouco inesperadamente, passar som ao Baco, para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk e Acid-House. Mais uma noite de boa-onda e com o pessoal a vibrar com as sonoridades que eu debitava, e com os barmans-maravilha a fazerem por vezes de Light-Jockeys. Isto tudo apesar da chuva que caía lá fora. A seguir ao Baco fui ao ADN. Era uma noite de apresentação do que penso ser uma nova revista, de nome Bíblia, com os DJs Vaipes e Rui Maia (dos X-Wife, banda do DJ Kitten) ao comando da cabine. Foi uma noite de tendência mais "rockeira", com alguns apontamentos Electro e até de Techno, Drum n Bass e Reggae pelo meio. Foi uma noite divertida, em que se ouviu Tiga, Radio 4, The Rapture, Ramones, Miss Kittin, e , para finalizar a sessão, o grande mestre Carlos Paredes (infelizmente falecido o ano passado...).
No sábado fui ao Baco, mas desta vez para ouvir a DJ Joana, uma moça que tem uma boa selecção musical, e variada q.b. . Começou com umas sonoridades mais dentro do Broken Beat, depois passou para o Deep-House, e a seguir enveredou por sonoridades mais dentro do Electro. Ouviu-se Blue 6, Martin Solveig, The Killers, Scissor Sisters, Daft Punk, Chemical Brothers, Fischerspooner, etc...Sempre boa-onda. O grupo de amigos com quem estava, além de estarem a gostar do som, também estavam a gostar bastante das clientes do sexo feminino. De facto o Baco tem cada vez mais míudas giras e cheias de pinta. A seguir fui ao Desassossego ter com os meus amigos Abel e Gino, que estavam por lá a passar som. Estavam numa onda de Rock mais "old school", mas bastante agradável de se ouvir. A seguir fomos para o ADN, em que lá estava o residente, Zé Pescador, a passar som em conjunto com o Max do Bombar. Teve-se bem, apesar de um ou outro tema tocado não serem muito do meu agrado. Para variar, ADN sempre á pinha, e a continuar a ser frequentado por malta que costuma ou costumava frequentar os sítios "pop e (pseudo) fashion".
E assim vai a noite setubalense de teor mais "underground"...De boa saúde, e com tendência a melhorar ainda mais...
sexta-feira, março 25, 2005
Cardápio Nocturno
Hoje estarei no Baco a passar som, para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House e outras coisas dançáveis.
No ADN, sei que é hoje uma apresentação qualquer de uma revista nova, e estarão lá a passar som um tal de DJ Vaipes e um dos membros dos X-Wife (mas não é o DJ Kitten).
No ADN, sei que é hoje uma apresentação qualquer de uma revista nova, e estarão lá a passar som um tal de DJ Vaipes e um dos membros dos X-Wife (mas não é o DJ Kitten).
domingo, março 20, 2005
Crónicas Nocturnas # 13
Esta semana as minhas crónicas nocturnas começam na quarta-feira, pois na quarta-feira fui deixar uns "flyers" relativos ao evento em que iria participar no dia a seguir, quinta-feira. Passei pelo La Bohémme, pelo Baco e pelo Desassossego, que estavam calmos. Os dias de semana em Setúbal, ao contrário de Lisboa, não são lá muito concorridos. Mas como nós sabemos, Lisboa é hoje em dia uma cidade que quase nunca dorme. Passei de raspão por alguns sítios "pop e (pseudo) fashion", onde também não se passava grande coisa (em termos de público, que nessas casas nunca se passa nada...). De música comercial da treta ao mau rock, eis a escolha musical dessas casas...
Na quinta lá fui ao República passar som com o Moon e o Lord Khryst, pena foi que a afluência de público não foi a esperada, e soube mais tarde que pessoas amigas minhas foram até lá com a intenção de entrar, mas que o porteiro lhes pediu 10 Euros á porta...Mas isto tem alguma lógica num dia de semana, pelo menos em Setúbal? Fora certos casos, cada vez tem menos razão de ser aos fins-de-semana, quanto mais a dias de semana...Enfim, será algo a esclarecer com o dono e com o próprio porteiro no caso de virem a existir futuros eventos. Mas fora isso, foi uma noite bastante agradável, em que qualquer um de nós tocou o que quis e bem nos apeteceu, sem qualquer espécie de pressões, tudo dentro do Electro e derivados, e até algum Techno de qualidade. Esperemos que se repita, mas num dia mais forte, e com certas arestas a limar...
Na sexta não me sentia lá muito bem, e achei por bem ficar em casa. Mas no sábado saí, para ir mais uma vez tocar ao Baco. Lá voltei para mais uma sessão de Electro e derivados e algum Punk-Funk e Acid-House. Mais uma vez muito boa onda e sempre considerável adesão ao som que eu toco por parte de quem frequenta o Baco. Por vezes fica-se com a impressão que não está muita gente, mas é devido ao tempo estar melhor e estar muita gente na esplanada, mas da esplanada ouve-se bem o som...eu sei porque de Verão passo muitas noites quentes na esplanada do Baco...eheheh. Nesta noite apareceram por lá uns ingleses que cantavam tão alto, que por vezes abafavam o som da música. A nossa cerveja dá conta deles... A seguir fui mais um grande amigo meu ao Desassossego, onde estava o Gino a passar som, e como sempre, uma sessão de bom Rock pesado e/ou alternativo. A seguir rumámos até ao ADN, onde estava o Pedro Viegas a passar som, em conjunto com um baixista e um percursionista. O som estava agradável, o ADN estava á pinha (como aliás tem estado, felizmente, nos últimos tempos, pelo menos sempre que lá vou...). Enfim, estava um ambiente festivo. Continuo é a não gostar muito de ouvir malta a tocar percussões por cima de sonoridades que não têm muito a ver, apesar de o Pedro Viegas ter tocado uns quantos temas mais "housey", certamente para facilitar a vida ao percussionista, mas quando tocava temas mais Breakbeat ou até mais Electro, o percussionista insistia em acompanhar, e para mim são sonoridades que não pedem percussionistas...mas pronto, é o meu gosto pessoal. E fico espantado por cada vez mais ver no ADN pessoas que costumam ou costumavam frequentar o espectro mais "pop e (pseudo) fashion" da noite setubalense, e a divertirem-se bastante, quem sabe por se sentirem livres do espartilho do "socialmente correcto" que predomina nos sítios "pop e (pseudo) fashion". O meu amigo Gino até comentou comigo que cada vez mais via no ADN pessoas que ele não conhecia de lado nenhum...Será um sinal de que as pessoas estão cada vez mais fartas da estagnação reinante em muitos sítios? Penso que quem gere casas nocturnas ou quem tem tenções de abrir alguma futuramente deverá reflectir acerca disto de uma forma bastante ponderada...
p.s. Há uns tempos uma pessoa conhecida minha foi passar som num dia de semana a uma dessas casas "pop e (pseudo) fashion", e um dos donos/gerentes disse-lhe que não podia pagar muito dinheiro, porque apesar de a casa estar sempre apinhada de gente, não eram pessoas que consumissem muito, e que muita da clientela habitual da casa em questão faz por aparentar bem mais do que o que realmente é...Não é com essa malta que a noite de Setúbal vai andar para a frente. Obviamente terão sempre de existir espaços para essas pessoas que vivem do "faz-de-conta", que também têm direito de se divertirem á sua maneira, mas o problema é que em Setúbal existem casas dessas a mais...Ouvi dizer que vai abrir um bar novo, de nome Extra-Café, ou lá o que é, e tudo indica que vai ser mais um a competir com os restantes bares "pop & (pseudo) fashion". Das duas uma, ou é moda durante uns tempos e depois vai-se abaixo, ou então deita abaixo um dos outros bares, que aliás é o que mais cedo ou mais tarde acontece com todos os estabelecimentos dessa estirpe (excepto o Absurdo, que é o que existe há mais tempo, tem uma clientela certa, e sabe inovar o necessário q.b. para se conseguir manter...). O futuro dirá se a minha análise é ou não a mais correcta...
Na quinta lá fui ao República passar som com o Moon e o Lord Khryst, pena foi que a afluência de público não foi a esperada, e soube mais tarde que pessoas amigas minhas foram até lá com a intenção de entrar, mas que o porteiro lhes pediu 10 Euros á porta...Mas isto tem alguma lógica num dia de semana, pelo menos em Setúbal? Fora certos casos, cada vez tem menos razão de ser aos fins-de-semana, quanto mais a dias de semana...Enfim, será algo a esclarecer com o dono e com o próprio porteiro no caso de virem a existir futuros eventos. Mas fora isso, foi uma noite bastante agradável, em que qualquer um de nós tocou o que quis e bem nos apeteceu, sem qualquer espécie de pressões, tudo dentro do Electro e derivados, e até algum Techno de qualidade. Esperemos que se repita, mas num dia mais forte, e com certas arestas a limar...
Na sexta não me sentia lá muito bem, e achei por bem ficar em casa. Mas no sábado saí, para ir mais uma vez tocar ao Baco. Lá voltei para mais uma sessão de Electro e derivados e algum Punk-Funk e Acid-House. Mais uma vez muito boa onda e sempre considerável adesão ao som que eu toco por parte de quem frequenta o Baco. Por vezes fica-se com a impressão que não está muita gente, mas é devido ao tempo estar melhor e estar muita gente na esplanada, mas da esplanada ouve-se bem o som...eu sei porque de Verão passo muitas noites quentes na esplanada do Baco...eheheh. Nesta noite apareceram por lá uns ingleses que cantavam tão alto, que por vezes abafavam o som da música. A nossa cerveja dá conta deles... A seguir fui mais um grande amigo meu ao Desassossego, onde estava o Gino a passar som, e como sempre, uma sessão de bom Rock pesado e/ou alternativo. A seguir rumámos até ao ADN, onde estava o Pedro Viegas a passar som, em conjunto com um baixista e um percursionista. O som estava agradável, o ADN estava á pinha (como aliás tem estado, felizmente, nos últimos tempos, pelo menos sempre que lá vou...). Enfim, estava um ambiente festivo. Continuo é a não gostar muito de ouvir malta a tocar percussões por cima de sonoridades que não têm muito a ver, apesar de o Pedro Viegas ter tocado uns quantos temas mais "housey", certamente para facilitar a vida ao percussionista, mas quando tocava temas mais Breakbeat ou até mais Electro, o percussionista insistia em acompanhar, e para mim são sonoridades que não pedem percussionistas...mas pronto, é o meu gosto pessoal. E fico espantado por cada vez mais ver no ADN pessoas que costumam ou costumavam frequentar o espectro mais "pop e (pseudo) fashion" da noite setubalense, e a divertirem-se bastante, quem sabe por se sentirem livres do espartilho do "socialmente correcto" que predomina nos sítios "pop e (pseudo) fashion". O meu amigo Gino até comentou comigo que cada vez mais via no ADN pessoas que ele não conhecia de lado nenhum...Será um sinal de que as pessoas estão cada vez mais fartas da estagnação reinante em muitos sítios? Penso que quem gere casas nocturnas ou quem tem tenções de abrir alguma futuramente deverá reflectir acerca disto de uma forma bastante ponderada...
p.s. Há uns tempos uma pessoa conhecida minha foi passar som num dia de semana a uma dessas casas "pop e (pseudo) fashion", e um dos donos/gerentes disse-lhe que não podia pagar muito dinheiro, porque apesar de a casa estar sempre apinhada de gente, não eram pessoas que consumissem muito, e que muita da clientela habitual da casa em questão faz por aparentar bem mais do que o que realmente é...Não é com essa malta que a noite de Setúbal vai andar para a frente. Obviamente terão sempre de existir espaços para essas pessoas que vivem do "faz-de-conta", que também têm direito de se divertirem á sua maneira, mas o problema é que em Setúbal existem casas dessas a mais...Ouvi dizer que vai abrir um bar novo, de nome Extra-Café, ou lá o que é, e tudo indica que vai ser mais um a competir com os restantes bares "pop & (pseudo) fashion". Das duas uma, ou é moda durante uns tempos e depois vai-se abaixo, ou então deita abaixo um dos outros bares, que aliás é o que mais cedo ou mais tarde acontece com todos os estabelecimentos dessa estirpe (excepto o Absurdo, que é o que existe há mais tempo, tem uma clientela certa, e sabe inovar o necessário q.b. para se conseguir manter...). O futuro dirá se a minha análise é ou não a mais correcta...
sábado, março 19, 2005
Hoje fui ás compras # 11
E lá voltei mais uma vez á Flur para ir comprar umas coisitas...De realçar que agora têm um colaborador novo, de nome Pedro, que também é uma simpatia, e que antes trabalhava na Anana. Mas vamos ao que interessa:
CDs:
-Daft Punk - Human After All (Virgin/EMI)
Aí está os esperado 3º albúm dos Daft Punk, que apesar de estar um bom albúm, para mim não está ao nível nem do Homework nem do Discovery. Nota-se alguma repetição de ideias, e o albúm parece uma mescla entre os dois albúns anteriores. Mas a verdade é que se torna complicado competir com portentos como os Blackstrobe, os Tiefschwarz, o Abe Duque, etc...Mas como já disse, não deixa de ser um bom albúm, e a capacidade de criarem "hits" para pistas de dança continua intacta. Neste albúm os Daft Punk parecem ter deixado vir ao de cima nalguns temas a sua faceta mais "rockeira", conferir em temas como Robot Rock ou Television Rules The Nation, que são excelentes temas para pôr uma pista de dança ao rubro. Outros temas que também resultarão bastante bem serão temas Human After All, The Brainwasher e Technologic. Mas esperemos que os Daft Punk surjam mais frescos num próximo albúm...
-Kaos - Hello Stranger (K7)
Aí está o albúm de estreia de Kaos, muito virado para uma fusão entre Disco-Sound, Punk-Funk e algum Electro. Este albúm conta com os préstimos de gente tão distinta como Daniel Wang, Erlend Oye ou Captain Comatose. Albúm muito divertido, agradável e fresco. Temas como Feel Like I Feel, My Reputation ou Bang The Box prometem aquecer pistas de dança mais esclarecidas (o single retirado do albúm, Boogie Boy, já o está a fazer...).
-Vários - Pop Fiction (act one) (Hot Banana)
Albúm que compila vários trabalhos da editora Hot Banana, do françês Kiko. Quem conhece os trabalhos desta editora, sabe que anda dentro de sonoridades que disseminam por entre o Electro, o Neo Italo Disco e a Electronic Body Music. Além do próprio Kiko e projectos a si lidados, participam, tanto em produções originais, como em remisturas, nomes como David Carreta, Trevor Jackson, Alexander Robotnick ou The Hacker. Excelentes temas para dançar.
-Miss Kittin - Happy Violentine (Mute)
Cd-single que compila as várias remisturas feitas a este tema de Miss Kittin, e todas bastante boas. Remisturaram este tema nomes como LFO, Michael Mayer, Marco Passarani (prestes a editar um albúm novo pela Peacefrog) e Mad Professor.
Vinis:
-Marc Romboy & Blake Baxter - Freakin´ (Systematic)
Mais uma bomba dançante editada pela Systematic. Um híbrido entre Electro e Acid-House, vocalizado por Blake Baxter (a voz de What Happened, de Abe Duque) que promete criar muito calor na pista de dança. No lado B traz uma remistura mais pesada, por Rob Acid.
-N & W - Randomizer/Analogue Acid (Art Of Disco/Yellow)
Mais dois temas em que existe uma bastante bem conseguida colisão entre Electro e Acid-House, e que também nos prometem fazer-nos mexer na pista de dança.
- Hell feat. Billie Ray Martin - Je Regrette Everything-remixes (International Deejay Gigolo)
Mais um tema retirado do albúm NY Muscle, de DJ Hell, mas que se apresenta remisturado por Superpitcher e Jesper Dahlback. A remistura de Superpitcher é extremamente dançável, mais virada para o Electro-House. Em contrapartida, a remistura de Jesper Dahlback, e ao contrário do que seria de esperar, é um pouco mais calma, encontra-se mais perto do Electro-Pop. Qualquer uma das duas remisturas são bastante boas.
- Alden Tyrell - Other World Robots/Disco Lunar Module Remix (Clone)
Mais um excelente tema de Alden Tyrell, que traz como bónus uma remistura de Spencer Flipsson a Disco Lunar Module. Mais duas viagens pelo Neo Italo Disco de cariz mais espacial.
- Franz Ferdinand - Michael (US Edition) (Domino)
Este máxi apenas teve edição nos Estados Unidos, mas nem por isso deixou de aparecer aqui na Europa...eheheh. Além do tema Michael, traz a muito procurada remistura de Headman ao tema Dark Of The Matinée, e também a remistura de Playgroup a This Fire. Qualquer uma das duas remisturas estão excelentes, aumentado ainda mais o já evidente potencial dançante dos Franz Ferdinand.
p.s. Só para relembrar que amanhã estarei no Baco para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House e outras coisas dançáveis...
CDs:
-Daft Punk - Human After All (Virgin/EMI)
Aí está os esperado 3º albúm dos Daft Punk, que apesar de estar um bom albúm, para mim não está ao nível nem do Homework nem do Discovery. Nota-se alguma repetição de ideias, e o albúm parece uma mescla entre os dois albúns anteriores. Mas a verdade é que se torna complicado competir com portentos como os Blackstrobe, os Tiefschwarz, o Abe Duque, etc...Mas como já disse, não deixa de ser um bom albúm, e a capacidade de criarem "hits" para pistas de dança continua intacta. Neste albúm os Daft Punk parecem ter deixado vir ao de cima nalguns temas a sua faceta mais "rockeira", conferir em temas como Robot Rock ou Television Rules The Nation, que são excelentes temas para pôr uma pista de dança ao rubro. Outros temas que também resultarão bastante bem serão temas Human After All, The Brainwasher e Technologic. Mas esperemos que os Daft Punk surjam mais frescos num próximo albúm...
-Kaos - Hello Stranger (K7)
Aí está o albúm de estreia de Kaos, muito virado para uma fusão entre Disco-Sound, Punk-Funk e algum Electro. Este albúm conta com os préstimos de gente tão distinta como Daniel Wang, Erlend Oye ou Captain Comatose. Albúm muito divertido, agradável e fresco. Temas como Feel Like I Feel, My Reputation ou Bang The Box prometem aquecer pistas de dança mais esclarecidas (o single retirado do albúm, Boogie Boy, já o está a fazer...).
-Vários - Pop Fiction (act one) (Hot Banana)
Albúm que compila vários trabalhos da editora Hot Banana, do françês Kiko. Quem conhece os trabalhos desta editora, sabe que anda dentro de sonoridades que disseminam por entre o Electro, o Neo Italo Disco e a Electronic Body Music. Além do próprio Kiko e projectos a si lidados, participam, tanto em produções originais, como em remisturas, nomes como David Carreta, Trevor Jackson, Alexander Robotnick ou The Hacker. Excelentes temas para dançar.
-Miss Kittin - Happy Violentine (Mute)
Cd-single que compila as várias remisturas feitas a este tema de Miss Kittin, e todas bastante boas. Remisturaram este tema nomes como LFO, Michael Mayer, Marco Passarani (prestes a editar um albúm novo pela Peacefrog) e Mad Professor.
Vinis:
-Marc Romboy & Blake Baxter - Freakin´ (Systematic)
Mais uma bomba dançante editada pela Systematic. Um híbrido entre Electro e Acid-House, vocalizado por Blake Baxter (a voz de What Happened, de Abe Duque) que promete criar muito calor na pista de dança. No lado B traz uma remistura mais pesada, por Rob Acid.
-N & W - Randomizer/Analogue Acid (Art Of Disco/Yellow)
Mais dois temas em que existe uma bastante bem conseguida colisão entre Electro e Acid-House, e que também nos prometem fazer-nos mexer na pista de dança.
- Hell feat. Billie Ray Martin - Je Regrette Everything-remixes (International Deejay Gigolo)
Mais um tema retirado do albúm NY Muscle, de DJ Hell, mas que se apresenta remisturado por Superpitcher e Jesper Dahlback. A remistura de Superpitcher é extremamente dançável, mais virada para o Electro-House. Em contrapartida, a remistura de Jesper Dahlback, e ao contrário do que seria de esperar, é um pouco mais calma, encontra-se mais perto do Electro-Pop. Qualquer uma das duas remisturas são bastante boas.
- Alden Tyrell - Other World Robots/Disco Lunar Module Remix (Clone)
Mais um excelente tema de Alden Tyrell, que traz como bónus uma remistura de Spencer Flipsson a Disco Lunar Module. Mais duas viagens pelo Neo Italo Disco de cariz mais espacial.
- Franz Ferdinand - Michael (US Edition) (Domino)
Este máxi apenas teve edição nos Estados Unidos, mas nem por isso deixou de aparecer aqui na Europa...eheheh. Além do tema Michael, traz a muito procurada remistura de Headman ao tema Dark Of The Matinée, e também a remistura de Playgroup a This Fire. Qualquer uma das duas remisturas estão excelentes, aumentado ainda mais o já evidente potencial dançante dos Franz Ferdinand.
p.s. Só para relembrar que amanhã estarei no Baco para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House e outras coisas dançáveis...
quinta-feira, março 17, 2005
Cardápio Nocturno
Hoje, dia 17 estarei, em conjunto com os DJs Moon e Lord Khryst no República (antigo Jonhy B), para uma sessão de Electro e derivados e Funky Electronic-House. Organização da Synth Pro.
No sábado, dia 19 estarei no Baco, para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk & Acid-House.
Na sexta, dia 18 estarão no ADN Pedro Tiago e Cidjay para mais uma Funky-House Session.
No sábado, dia 19 estarei no Baco, para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk & Acid-House.
Na sexta, dia 18 estarão no ADN Pedro Tiago e Cidjay para mais uma Funky-House Session.
domingo, março 13, 2005
Crónicas Nocturnas # 12
Foi um fim de semana de contrastes, este que passou...
Na sexta, eu e um amigo meu, no Kopus, sentimos na pele a podridão, a falta de rectidão e a crise de valores que cada vez mais marca presença na noite de Setúbal. Mas quero realçar desde já que a pessoa que nessa noite estava á frente do Kopus foi muito bem educada para connosco, foi correcta, ouviu-nos com atenção, respeitou-nos, e é óbvio que tudo o que se passou a ultrapassou completamente, por estar metida numa situação de que não estava á espera...
Após algumas confusões entre datas, ficou acordado que eu e o meu amigo iríamos passar som ao Kopus esta sexta que passou, dia 11 Março. Chegamos lá, com o nosso material, e perguntamos pelo dono. É-nos dito que o dono se encontra adoentado, não podendo estar presente nessa noite. E é-nos dito para irmos ter com o DJ residente (que não é o verdadeiro DJ residente, esse encontra-se de férias). Fomos ter com o DJ, e ele diz-nos que só tinha ordens para nos deixar tocar apenas quando chegasse o "nosso pessoal". Não percebi o que ele quis dizer com aquilo, mas caguei para isso. A seguir pergunta-me se eu tinha o seguro em dia, ao mesmo tempo que toca com os dedos numa das agulhas de um dos pratos Technics. Pensei que ele estaria a querer-me avisar que a agulha estaria fragilizada, mas não era esse o caso...as agulhas eram dele, e pediu-me para ter cuidado com elas, que eram muito caras...pensei cá para mim "só as trouxeste porque quiseste, ninguém te obrigou a isso, e decerto que a casa tem agulhas...". A seguir, conforme foi chegando público (bastante jovem, diga-se de passagem...por vezes faziam-me recordar os recreios quando andava na escola secundária...), o DJ tocava uma música horrível e já mais que gasta (já nem no SpyClub tocam temas daqueles...). Eu, pessoalmente, sou adepto de se tentar educar e divertir ao mesmo tempo quem me ouve, e prefiro arriscar vazar a pista do que tocar "mais do mesmo", e sou adepto de tentar mostrar coisas novas... E o tempo passava, e não havia meio de nos deixarem ir para a cabine fazer o nosso trabalho. Ao lado do DJ encontrava-se um jovem, que fazia de "light-jockey". Entretanto a pista começa a vazar. Para nossa surpresa, o DJ mete o jovem a passar som, e a seguir vem ter connosco para nos dizer que o jovem só vai tocar 4 ou 5 música, e que a seguir entramos nós, e que era chato estarmos a tocar para uma pista quase vazia. Entretanto, a pista volta a ficar mais composta, mas o jovem continua a tocar bem para além das 4 ou 5 músicas, e o DJ nada nos diz...aparentando que queria evitar falar connosco. Entretanto o meu amigo diz que vai lá abaixo. E o DJ vem depois ter comigo, a dizer "pá, eles só querem disto, o que queres?" Querendo o público o que se estava a tocar, ou não, fomos ao Kopus com intenção de fazer uma noite diferente, de mostrar o nosso trabalho, e temos confiança nas nossas capacidades de tentar virar a nosso favor cenários desfavoráveis...Entretanto o meu amigo diz que a pessoa que estava a cargo do Kopus naquela noite queria falar connosco. Mais uma vez quero realçar a boa educação, o respeito, a simpatia e a seriedade da pessoa em questão. Ouviu-nos com toda a atenção do mundo, e achou melhor que deveríamos vir passar som noutra altura, e até ficou com os nossos contactos, e pediu-nos as mais sinceras desculpas. Mas esperemos que essa pessoa não fique ofendida connosco, pois não queremos nunca mais voltar ao Kopus, nem como DJs, nem como clientes, porque temos o nosso orgulho, e esse orgulho foi ferido, não fomos respeitados pelo DJ, que apesar de ter já uns anos disto, não tem nada que ter atitudes menos correctas. E tenho pena, porque o staff do Kopus é constituído por pessoas bastante simpáticas e trabalhadoras, sempre sorridentes e aparentemente contentes com o bom trabalho que lá estão a prestar. Aliás, esse é um dos pontos fortes do Kopus, o staff. Agora penso que o Kopus devia tentar a pouco e pouco atrair um outro tipo de clientela, porque esta que eles têm agora não é muito fiável nem em termos económicos nem em termos de fidelidade a uma casa, e poderão deixar, sem qualquer aviso, o Kopus numa situação crítica. Pena também não estar lá o verdadeiro DJ residente e o dono, também pessoas que eu tenho como sérias, porque se eles lá estivessem, tenho a certeza absoluta que não se teria passado o que se passou...Nunca na minha vida me senti tão humilhado e gozado como nesta noite. Senti que me faltaram (e ao meu amigo...) ao respeito e que não nos deixaram fazer o nosso trabalho, que nós achamos válido, pese embora certas opiniões contrárias. Aliás isto demonstra a tacanhez, aposta no facilitismo, e alguma falta de valores (embora continue, felizmente, a existir quem os tem) existente na esmagadora maioria das casas da noite setubalense. Se não se mostrar coisas novas aos jovens, a noite de Setúbal nunca vai sair da cepa torta...
Em contrapartida, no sábado fui, com mais dois amigo meus, ao Portão Bar, no Barreiro, para a nossa residência mensal que por lá temos. E lá sentimo-nos respeitados e apreciados, e o mais importante...confiança total em nós. Lá podemos tocar o que bem queremos e nos apetece, tendo em conta, é claro, quem se encontra á nossa frente, mas não tocamos um único tema que não gostemos, não temos pressões de espécie nenhuma. Tanto temos a liberdade total para tocarmos coisas novas e frescas, como coisas que, não sendo tão novas, são desconhecidas. E lá damos aso ás nossas tendências mais "rockeiras", tocamos coisas mais centradas no Punk-Funk, no Electro mais "rockeiro", no Electro-Pop, no New-Wave ou no Indie-Rock,(The Clash, Sex Pistols, LCD Soundsystem, Riton, Adult., Rapture, Radio 4, Human League, Depeche Mode, Chemical Brothers, Prodigy, Dirty Minds, B 52s, etc foram alguns dos nomes mais ouvidos e/ou tocados no Portão Bar) mas sempre numa onda bastante dançável e frenética. Ontem foi uma noite bastante movimentada (até ás minhas amigas Sistas por lá apareceram...eheheheh), e ao contrário de Setúbal (excepto certas noites no Baco ou no ADN), as vários "tribos urbanas" convivem pacificamente, tanto se vendo pessoal do "streetwear", como pessoal "freak", como pessoal "beto", como pessoal "punk", etc...e tudo a conviver pacificamente. E em muitos sítios do Barreiro, toquem House, ou toquem sonoridades alternativas, ou toquem sonoridades comerciais, a afluência de público é bastante heterogênea, não se vendo aquela coisa ridícula de se ter porteiros num bar, tão habitual em Setúbal...
Para quando mais sítios e/ou noites de qualidade, com pessoas de qualidade, em Setúbal?E para quando a mais que necessária mudança de mentalidades?
Na sexta, eu e um amigo meu, no Kopus, sentimos na pele a podridão, a falta de rectidão e a crise de valores que cada vez mais marca presença na noite de Setúbal. Mas quero realçar desde já que a pessoa que nessa noite estava á frente do Kopus foi muito bem educada para connosco, foi correcta, ouviu-nos com atenção, respeitou-nos, e é óbvio que tudo o que se passou a ultrapassou completamente, por estar metida numa situação de que não estava á espera...
Após algumas confusões entre datas, ficou acordado que eu e o meu amigo iríamos passar som ao Kopus esta sexta que passou, dia 11 Março. Chegamos lá, com o nosso material, e perguntamos pelo dono. É-nos dito que o dono se encontra adoentado, não podendo estar presente nessa noite. E é-nos dito para irmos ter com o DJ residente (que não é o verdadeiro DJ residente, esse encontra-se de férias). Fomos ter com o DJ, e ele diz-nos que só tinha ordens para nos deixar tocar apenas quando chegasse o "nosso pessoal". Não percebi o que ele quis dizer com aquilo, mas caguei para isso. A seguir pergunta-me se eu tinha o seguro em dia, ao mesmo tempo que toca com os dedos numa das agulhas de um dos pratos Technics. Pensei que ele estaria a querer-me avisar que a agulha estaria fragilizada, mas não era esse o caso...as agulhas eram dele, e pediu-me para ter cuidado com elas, que eram muito caras...pensei cá para mim "só as trouxeste porque quiseste, ninguém te obrigou a isso, e decerto que a casa tem agulhas...". A seguir, conforme foi chegando público (bastante jovem, diga-se de passagem...por vezes faziam-me recordar os recreios quando andava na escola secundária...), o DJ tocava uma música horrível e já mais que gasta (já nem no SpyClub tocam temas daqueles...). Eu, pessoalmente, sou adepto de se tentar educar e divertir ao mesmo tempo quem me ouve, e prefiro arriscar vazar a pista do que tocar "mais do mesmo", e sou adepto de tentar mostrar coisas novas... E o tempo passava, e não havia meio de nos deixarem ir para a cabine fazer o nosso trabalho. Ao lado do DJ encontrava-se um jovem, que fazia de "light-jockey". Entretanto a pista começa a vazar. Para nossa surpresa, o DJ mete o jovem a passar som, e a seguir vem ter connosco para nos dizer que o jovem só vai tocar 4 ou 5 música, e que a seguir entramos nós, e que era chato estarmos a tocar para uma pista quase vazia. Entretanto, a pista volta a ficar mais composta, mas o jovem continua a tocar bem para além das 4 ou 5 músicas, e o DJ nada nos diz...aparentando que queria evitar falar connosco. Entretanto o meu amigo diz que vai lá abaixo. E o DJ vem depois ter comigo, a dizer "pá, eles só querem disto, o que queres?" Querendo o público o que se estava a tocar, ou não, fomos ao Kopus com intenção de fazer uma noite diferente, de mostrar o nosso trabalho, e temos confiança nas nossas capacidades de tentar virar a nosso favor cenários desfavoráveis...Entretanto o meu amigo diz que a pessoa que estava a cargo do Kopus naquela noite queria falar connosco. Mais uma vez quero realçar a boa educação, o respeito, a simpatia e a seriedade da pessoa em questão. Ouviu-nos com toda a atenção do mundo, e achou melhor que deveríamos vir passar som noutra altura, e até ficou com os nossos contactos, e pediu-nos as mais sinceras desculpas. Mas esperemos que essa pessoa não fique ofendida connosco, pois não queremos nunca mais voltar ao Kopus, nem como DJs, nem como clientes, porque temos o nosso orgulho, e esse orgulho foi ferido, não fomos respeitados pelo DJ, que apesar de ter já uns anos disto, não tem nada que ter atitudes menos correctas. E tenho pena, porque o staff do Kopus é constituído por pessoas bastante simpáticas e trabalhadoras, sempre sorridentes e aparentemente contentes com o bom trabalho que lá estão a prestar. Aliás, esse é um dos pontos fortes do Kopus, o staff. Agora penso que o Kopus devia tentar a pouco e pouco atrair um outro tipo de clientela, porque esta que eles têm agora não é muito fiável nem em termos económicos nem em termos de fidelidade a uma casa, e poderão deixar, sem qualquer aviso, o Kopus numa situação crítica. Pena também não estar lá o verdadeiro DJ residente e o dono, também pessoas que eu tenho como sérias, porque se eles lá estivessem, tenho a certeza absoluta que não se teria passado o que se passou...Nunca na minha vida me senti tão humilhado e gozado como nesta noite. Senti que me faltaram (e ao meu amigo...) ao respeito e que não nos deixaram fazer o nosso trabalho, que nós achamos válido, pese embora certas opiniões contrárias. Aliás isto demonstra a tacanhez, aposta no facilitismo, e alguma falta de valores (embora continue, felizmente, a existir quem os tem) existente na esmagadora maioria das casas da noite setubalense. Se não se mostrar coisas novas aos jovens, a noite de Setúbal nunca vai sair da cepa torta...
Em contrapartida, no sábado fui, com mais dois amigo meus, ao Portão Bar, no Barreiro, para a nossa residência mensal que por lá temos. E lá sentimo-nos respeitados e apreciados, e o mais importante...confiança total em nós. Lá podemos tocar o que bem queremos e nos apetece, tendo em conta, é claro, quem se encontra á nossa frente, mas não tocamos um único tema que não gostemos, não temos pressões de espécie nenhuma. Tanto temos a liberdade total para tocarmos coisas novas e frescas, como coisas que, não sendo tão novas, são desconhecidas. E lá damos aso ás nossas tendências mais "rockeiras", tocamos coisas mais centradas no Punk-Funk, no Electro mais "rockeiro", no Electro-Pop, no New-Wave ou no Indie-Rock,(The Clash, Sex Pistols, LCD Soundsystem, Riton, Adult., Rapture, Radio 4, Human League, Depeche Mode, Chemical Brothers, Prodigy, Dirty Minds, B 52s, etc foram alguns dos nomes mais ouvidos e/ou tocados no Portão Bar) mas sempre numa onda bastante dançável e frenética. Ontem foi uma noite bastante movimentada (até ás minhas amigas Sistas por lá apareceram...eheheheh), e ao contrário de Setúbal (excepto certas noites no Baco ou no ADN), as vários "tribos urbanas" convivem pacificamente, tanto se vendo pessoal do "streetwear", como pessoal "freak", como pessoal "beto", como pessoal "punk", etc...e tudo a conviver pacificamente. E em muitos sítios do Barreiro, toquem House, ou toquem sonoridades alternativas, ou toquem sonoridades comerciais, a afluência de público é bastante heterogênea, não se vendo aquela coisa ridícula de se ter porteiros num bar, tão habitual em Setúbal...
Para quando mais sítios e/ou noites de qualidade, com pessoas de qualidade, em Setúbal?E para quando a mais que necessária mudança de mentalidades?
quinta-feira, março 10, 2005
domingo, março 06, 2005
Crónicas Nocturnas # 11
Mais um fim-de-semana movimentado q.b. .
Na sexta, começei por ir, mais um grande amigo meu ao Baco. Nessa noite estava lá um DJ a passar sonoridades dentro do Rock Alternativo (Muse, Smashing Pumpkins, Faith No More, etc), e estava uma casa bastante agradável. Também no Baco falei com outros amigos meus acerca de futuras propostas de trabalho.
A seguir ao Baco, fomos ao Lab, para festejar o aniversário do Rogério Martins aka Roger Urb, e foi uma festa e tanto. Lab completamente á pinha, bom som dentro das sonoridades Deep/Soulfull House, acompanhadas á percussão pelo Zé Reis, mas também houve revisitações ao albúm Homework dos Daft Punk, e no fim até ouvi um ou outro tema a roçar o Electro-House.
A seguir fomos ao ADN, para uma sessão com Pedro Viegas e Dinis, das noites Flashdance. Pedro Viegas iniciou a sessão com sonoridades mais dentro do Funk, e por lá continuou, até entregar o comando da cabine a Dinis. Dinis, como é habitual, proporcionou-nos uma sessão muito eclética. Iniciou a sessão em sintonia com o que o Pedro Viegas tinha tocado até então, ou seja Funk, mas depressa começou enveredar por temas estilo "mash-up" ou "bastard-pop", que é a mistura de 2 ou mais temas num só (ex: misturar a estrutura rítmica do Billie Jean do Michael Jackson com a voz das Destiny´s Child ou do Sean Paul), temas esses também de toada "funky". Depois começou a enveredar por um Hip-Hop mais Old-School, intercalado com uns temas de R n B, de Dancehall, Hip-House e até o Galvanize dos Chemical Brothers. Nota-se que Dinis domina algumas técnicas do Djing de Hip-Hop, sobretudo o "scratch" e a rapidez no efectuar de passagens. A seguir, começou e enveredar pelo Electro, mas sempre com temas muito "funky", como o Where´s The Party At do Phonique ou Still In The Groove (Hi-Fi Serious Remake) dos Reckless, e também revisitou o albúm Homework, dos Daft Punk, com o tema Burnin. Decididamente um albúm que nunca passará de moda...Depois enveredou pelo Breakbeat, e ouviram-se também temas que serão ou remixes ou "bootlegs" Breakbeat do (You Gotta) Fight For Your Rights To Party dos Beastie Boys e Walk Like An Egypcian das Bangles. No fim da sessão já se passeava por entre Electro e Acid-House. Como e pode ver, uma sessão bastante variada, muito "funky" e muito dançável. Esperemos que voltem a existir mais "flashdances" destes no ADN...
No sábado, fui mais uma vez ao Baco para uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House e outras coisas. Mais uma vez uma noite com o público ao rubro, e com malta a dizer-me que não sabiam como iriam aguentar o Zé Pescador no ADN depois de uma sessão daquelas...Só posso dizer a quem assiste ás minhas noites no Baco ( e noutros sítios...) e que vibram com elas, o meu muito obrigado pelo vosso apoio, e que espero que se continuem a divertir, da minha parte faço sempre os possíveis para que as noites em que eu toco sejam bastante divertidas e que fujam aos lugares comuns habituais de certos sítios. E é giro reparar como os temas e/ou remisturas de Tiefschwarz, Tiga, Paper Faces/Thin White Duke, Chemical Brothers, Daft Punk, Mylo, LCD Soundsystem, !!!, Outhud, Benny Benassi, Alter Ego, Headman, Playgroup, e algum Electro-House estilo Get Physical resultam sempre bem. E noto que o pessoal no Baco também adere bastante ao Acid-House. Gosto bastante de ir ao Baco passar som, e lá tenho a absoluta liberdade de tocar o que me apetece, tendo em conta, é claro, as pessoas que tenho á minha frente.
A seguir fui para casa...nada me interessava na noite setubalense que me fizesse lá ficar...
Na sexta, começei por ir, mais um grande amigo meu ao Baco. Nessa noite estava lá um DJ a passar sonoridades dentro do Rock Alternativo (Muse, Smashing Pumpkins, Faith No More, etc), e estava uma casa bastante agradável. Também no Baco falei com outros amigos meus acerca de futuras propostas de trabalho.
A seguir ao Baco, fomos ao Lab, para festejar o aniversário do Rogério Martins aka Roger Urb, e foi uma festa e tanto. Lab completamente á pinha, bom som dentro das sonoridades Deep/Soulfull House, acompanhadas á percussão pelo Zé Reis, mas também houve revisitações ao albúm Homework dos Daft Punk, e no fim até ouvi um ou outro tema a roçar o Electro-House.
A seguir fomos ao ADN, para uma sessão com Pedro Viegas e Dinis, das noites Flashdance. Pedro Viegas iniciou a sessão com sonoridades mais dentro do Funk, e por lá continuou, até entregar o comando da cabine a Dinis. Dinis, como é habitual, proporcionou-nos uma sessão muito eclética. Iniciou a sessão em sintonia com o que o Pedro Viegas tinha tocado até então, ou seja Funk, mas depressa começou enveredar por temas estilo "mash-up" ou "bastard-pop", que é a mistura de 2 ou mais temas num só (ex: misturar a estrutura rítmica do Billie Jean do Michael Jackson com a voz das Destiny´s Child ou do Sean Paul), temas esses também de toada "funky". Depois começou a enveredar por um Hip-Hop mais Old-School, intercalado com uns temas de R n B, de Dancehall, Hip-House e até o Galvanize dos Chemical Brothers. Nota-se que Dinis domina algumas técnicas do Djing de Hip-Hop, sobretudo o "scratch" e a rapidez no efectuar de passagens. A seguir, começou e enveredar pelo Electro, mas sempre com temas muito "funky", como o Where´s The Party At do Phonique ou Still In The Groove (Hi-Fi Serious Remake) dos Reckless, e também revisitou o albúm Homework, dos Daft Punk, com o tema Burnin. Decididamente um albúm que nunca passará de moda...Depois enveredou pelo Breakbeat, e ouviram-se também temas que serão ou remixes ou "bootlegs" Breakbeat do (You Gotta) Fight For Your Rights To Party dos Beastie Boys e Walk Like An Egypcian das Bangles. No fim da sessão já se passeava por entre Electro e Acid-House. Como e pode ver, uma sessão bastante variada, muito "funky" e muito dançável. Esperemos que voltem a existir mais "flashdances" destes no ADN...
No sábado, fui mais uma vez ao Baco para uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House e outras coisas. Mais uma vez uma noite com o público ao rubro, e com malta a dizer-me que não sabiam como iriam aguentar o Zé Pescador no ADN depois de uma sessão daquelas...Só posso dizer a quem assiste ás minhas noites no Baco ( e noutros sítios...) e que vibram com elas, o meu muito obrigado pelo vosso apoio, e que espero que se continuem a divertir, da minha parte faço sempre os possíveis para que as noites em que eu toco sejam bastante divertidas e que fujam aos lugares comuns habituais de certos sítios. E é giro reparar como os temas e/ou remisturas de Tiefschwarz, Tiga, Paper Faces/Thin White Duke, Chemical Brothers, Daft Punk, Mylo, LCD Soundsystem, !!!, Outhud, Benny Benassi, Alter Ego, Headman, Playgroup, e algum Electro-House estilo Get Physical resultam sempre bem. E noto que o pessoal no Baco também adere bastante ao Acid-House. Gosto bastante de ir ao Baco passar som, e lá tenho a absoluta liberdade de tocar o que me apetece, tendo em conta, é claro, as pessoas que tenho á minha frente.
A seguir fui para casa...nada me interessava na noite setubalense que me fizesse lá ficar...
quinta-feira, março 03, 2005
Hoje fui ás compras # 10
Eheheheh, lá voltei mais uma vez a ir ás compras. Para variar, lá fui novamente á Flur, e onde mais uma vez voltei a ser excelentemente recebido e atendido pelo Zé António Moura e pelo Fernando aka Dexter. Também vi por lá o Nuno Di Rosso, quem eu considero um excelente DJ, que também deveria ter maior projecção aqui em Portugal...
Vamos então ás minhas compras:
CD:
-Hiltemeyer Inc - Sendling 70 (Gomma)
Mais um excelente disco da Gomma, onde as influências de um Disco-Sound mais espacial, do Italo-Disco e do Electro se misturam para dar origem a uma autêntica "trip" sonora. É um daqueles discos que nos faz viajar, mas não é daquelas viagens contemplativas, antes pelo contrário, é daquelas viagens que também nos fazem dançar.
-Mylo - Destroy Rock & Roll (Breastfed)
Obviamente, e ao contrário do que o título indica, Mylo nada tem contra o Rock & Roll (se tivesse, não fazia remisturas a bandas como os Killers, eheheh), e até usa temas Rock como o Bette Davie´s Eyes da Kim Carnes em seu proveito. O albúm de Mylo é um "cocktail" onde cabem ingredientes do Electro, do Downtempo estilo Royksopp, do Disco-Sound e do Rock. E é um "cocktail" que é agradável e que sabe bem.
Vinil:
- Various - Chris Duckenfield presents Bad Acid (Music For Freaks)
É uma compilação de Acid-House moderno, que na versão em CD é mixada por Chris Duckenfield, um dos membros dos Swag, e que aliás contribuem com um tema para esta compilação. É um Acid-House que respeita as raízes, mas que já acrescenta toques modernos, sobretudo da parte do cada vez mais forte e omnipresente Electro e do movimento House Electrónico de que de editoras como a Music For Freaks, a Classic ou a Brique Rouge fazem parte. Temas extremamente dançáveis, com um "groove" muito funky. A não perder.
- Various - Trax Records 20th Anniversary (Trax)
Mais uma compilação da Trax, que traz 16 clássicos de House de Chicago dos primórdios (1985 a 1988). Mais uma compilação que vem mostrar a força que temas com quase 20 anos continuam a ter, temas como Marshal Jefferson- Move Your Body, Adonis - No Way Back, Mr. Fingers - Can You Feel It, Frankie Kuckles - Your Love, Jamie Principle - Baby Wants To Ride, Sleazy D - I´ve Lost Control, etc. Muito do House moderno empalidece em comparação com a força que estes clássicos continuam a ter...
- Outhud - One Life To Leave (K7)
Máxi dos Outhud, grupo em que existe a participação tanto de membros dos !!! como dos LCD Soundsystem, e onde se dá forte ênfase ao "groove" do Funk, mas um Funk que gosta de flirtar tanto com o Electro como com o Pós-Punk como com algum Dub. O albúm está para breve, e espera-se algo de bombástico...
- In Flagranti - Nonplusultra E.P. (Codek)
Mais um E.P. em que os temas andam á volta de sonoridades Disco-Not-Disco/Punk-Funk, ou seja, mais 3 bombas cheias de "groove".
- Felix Da Housecat - Ready To Wear (Emperor Norton)
Um dos melhores temas do albúm Devin Dazzle & The Neon Fever, que, para além do original, traz mais duas remisturas, uma de Benny Benassi, outra de Paper Faces (Jacques Lu Cont, também conhecido como Thin White Duke, Zoot Woman, Les Rhythmes Digitales, etc...). A remistura de Benny Benassi faz lembrar um bocado o Call On Me do Eric Prydz, mas não se ouve mal. Mas a bomba aqui é a remistura de Paper Faces. Jacques Lu Cont não falha, mais uma vez, e dá-nos mais um "arrebenta-pistas". É um dos produtores favoritos de Felix de Housecat, portanto não se admirem de ouvir no sets dele muitas produções e/ou remisturas de Jacques Lu Cont.
De assinalar também a excelente compilação que vinha com a Dance Club deste mês, que é parte do catálogo da editora Classic misturado pela dupla setubalense Del Costa & Pedro Goya. Está uma compilação muito "groovy", com temas de Brett Johnson, Derrick Carter, Tiefschwarz, Dave Barker, Style Of Eye e dos próprios Del Costa & Pedro Goya. Aparentemente, para além de irem editar na Classic, irão também editar pela Music For Freaks e há quem diga que poderão editar também pela Get Physical. Irão tocar este próximo domingo á tarde no Coconuts, em conjunto com DJ Time e com os já míticos Phil Weeks e DJ Sneak.
p.s. Este sábado, no Baco, Eduardo Martins, para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House e outras coisas dançantes. Era para ter havido esta sexta uma festa com o Eduardo e com o Zye no Kopus-Club, mas teve de ser adiada para a próxima sexta-feira, dia 11 de Março. Em contrapartida irá haver uma festa de Reggae no Kopus, e no ADN estará o Pedro Viegas (Journeys/Hot Hat) e o Dinis (Lux/Fluid/Lounge/Flashdance), e será uma noite mais virada para o Breakbeat e coisas á volta...
Vamos então ás minhas compras:
CD:
-Hiltemeyer Inc - Sendling 70 (Gomma)
Mais um excelente disco da Gomma, onde as influências de um Disco-Sound mais espacial, do Italo-Disco e do Electro se misturam para dar origem a uma autêntica "trip" sonora. É um daqueles discos que nos faz viajar, mas não é daquelas viagens contemplativas, antes pelo contrário, é daquelas viagens que também nos fazem dançar.
-Mylo - Destroy Rock & Roll (Breastfed)
Obviamente, e ao contrário do que o título indica, Mylo nada tem contra o Rock & Roll (se tivesse, não fazia remisturas a bandas como os Killers, eheheh), e até usa temas Rock como o Bette Davie´s Eyes da Kim Carnes em seu proveito. O albúm de Mylo é um "cocktail" onde cabem ingredientes do Electro, do Downtempo estilo Royksopp, do Disco-Sound e do Rock. E é um "cocktail" que é agradável e que sabe bem.
Vinil:
- Various - Chris Duckenfield presents Bad Acid (Music For Freaks)
É uma compilação de Acid-House moderno, que na versão em CD é mixada por Chris Duckenfield, um dos membros dos Swag, e que aliás contribuem com um tema para esta compilação. É um Acid-House que respeita as raízes, mas que já acrescenta toques modernos, sobretudo da parte do cada vez mais forte e omnipresente Electro e do movimento House Electrónico de que de editoras como a Music For Freaks, a Classic ou a Brique Rouge fazem parte. Temas extremamente dançáveis, com um "groove" muito funky. A não perder.
- Various - Trax Records 20th Anniversary (Trax)
Mais uma compilação da Trax, que traz 16 clássicos de House de Chicago dos primórdios (1985 a 1988). Mais uma compilação que vem mostrar a força que temas com quase 20 anos continuam a ter, temas como Marshal Jefferson- Move Your Body, Adonis - No Way Back, Mr. Fingers - Can You Feel It, Frankie Kuckles - Your Love, Jamie Principle - Baby Wants To Ride, Sleazy D - I´ve Lost Control, etc. Muito do House moderno empalidece em comparação com a força que estes clássicos continuam a ter...
- Outhud - One Life To Leave (K7)
Máxi dos Outhud, grupo em que existe a participação tanto de membros dos !!! como dos LCD Soundsystem, e onde se dá forte ênfase ao "groove" do Funk, mas um Funk que gosta de flirtar tanto com o Electro como com o Pós-Punk como com algum Dub. O albúm está para breve, e espera-se algo de bombástico...
- In Flagranti - Nonplusultra E.P. (Codek)
Mais um E.P. em que os temas andam á volta de sonoridades Disco-Not-Disco/Punk-Funk, ou seja, mais 3 bombas cheias de "groove".
- Felix Da Housecat - Ready To Wear (Emperor Norton)
Um dos melhores temas do albúm Devin Dazzle & The Neon Fever, que, para além do original, traz mais duas remisturas, uma de Benny Benassi, outra de Paper Faces (Jacques Lu Cont, também conhecido como Thin White Duke, Zoot Woman, Les Rhythmes Digitales, etc...). A remistura de Benny Benassi faz lembrar um bocado o Call On Me do Eric Prydz, mas não se ouve mal. Mas a bomba aqui é a remistura de Paper Faces. Jacques Lu Cont não falha, mais uma vez, e dá-nos mais um "arrebenta-pistas". É um dos produtores favoritos de Felix de Housecat, portanto não se admirem de ouvir no sets dele muitas produções e/ou remisturas de Jacques Lu Cont.
De assinalar também a excelente compilação que vinha com a Dance Club deste mês, que é parte do catálogo da editora Classic misturado pela dupla setubalense Del Costa & Pedro Goya. Está uma compilação muito "groovy", com temas de Brett Johnson, Derrick Carter, Tiefschwarz, Dave Barker, Style Of Eye e dos próprios Del Costa & Pedro Goya. Aparentemente, para além de irem editar na Classic, irão também editar pela Music For Freaks e há quem diga que poderão editar também pela Get Physical. Irão tocar este próximo domingo á tarde no Coconuts, em conjunto com DJ Time e com os já míticos Phil Weeks e DJ Sneak.
p.s. Este sábado, no Baco, Eduardo Martins, para mais uma sessão de Electro e derivados, Punk-Funk, Acid-House e outras coisas dançantes. Era para ter havido esta sexta uma festa com o Eduardo e com o Zye no Kopus-Club, mas teve de ser adiada para a próxima sexta-feira, dia 11 de Março. Em contrapartida irá haver uma festa de Reggae no Kopus, e no ADN estará o Pedro Viegas (Journeys/Hot Hat) e o Dinis (Lux/Fluid/Lounge/Flashdance), e será uma noite mais virada para o Breakbeat e coisas á volta...
segunda-feira, fevereiro 28, 2005
Cardápio Nocturno da Semana
Eduardo Martins (Revolwers / Fusion) - Sábado, 05 Março nu Baco


Certamente duas boas opções para se ouvir um som "diferente"...
Jacque Nylv
Jacque Nylv
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